Archive for the ‘ Aniversário ’ Category

‘A Libertação de Andrómeda por Perseu’, de Piero di Cosimo

De Piero di Cosimo [2 Janeiro 1462 – 12 Abril 1522], pintor do Quattrocento italiano, também conhecido como Piero di Lorenzo, Liberazione di Andromeda, c. 1510–1513 – Galleria degli Uffizi, Florença.

Piero di Cosimo, Liberation of Andromeda, c. 1510–1513 – Galleria degli Uffizi, Florence

Beethoven’s Archduke Trio

Na pesquisa de música para lembrar Pablo Casals [29 Dez 1876 – 22 Out 1973], ao escutar a gravação do Piano Trio, op. 97 de Ludwig van Beethoven [1770-1827] é inevitável regressar ao Triplo Concerto, Op. 56. Em primeiro lugar, foram ambos escritos para o Arquiduque Rudolph da Áustria, discípulo do compositor alemão; depois, pela composição dos luxuosos trios de intérpretes:

Triplo Concerto – David Oistrakh (piano), Mstislav Rostropovich (violino), Sviatoslav Richter (violoncelo)
Piano Trio – Alfred Cortot (piano), Jacques Thibaud (violino), Pablo Casals (violoncelo)

‘Os Argonautas’, de Max Beckmann

Max Beckmann [Leipzig, 12 Fevereiro 1884 – Nova Iorque, 27 Dezembro 1950], pintor associado ao expressionismo alemão, completou ‘Os Argonautas’ no dia da sua morte. Em 2018, Antonio Muñoz Molina escreveu para o El País um artigo sobre o grande cronista da Alemanha do século XX.


‘The Visit’, by Pieter de Hooch

From Pieter de Hooch [20 Dec 1629 (baptized) – 24 Mar 1684], ‘The Visit’, ca. 1657

De Hooch situated this scene in a voorhuis, the street-facing room in a narrow Dutch row house that received the best light. The placement of the window and construction of the space reveal the close dialogue that De Hooch had with Vermeer at the time. But elements such as the plate of aphrodisiac oysters and canopied bed suggest that De Hooch most likely intended this particular scene to represent a brothel rather than a respectable home.
Via The Metropolitan Museum of Art, New York


‘Naufrágio de um Cargueiro’, de William Turner

Esta obra faz parte de uma série de pinturas de grandes dimensões executadas por Turner na primeira década de Oitocentos dedicada à representação de catástrofes naturais e tempestades no mar, iniciada em 1801, com Bridgewater, Seapiece (Colecção Particular em depósito na National Gallery, Londres). A cena foi associada no passado ao naufrágio do navio Minotauro, ocorrido em Dezembro de 1810, hipótese entretanto abandonada. Apresenta, entretanto, semelhanças evidentes com a pintura O Naufrágio (Tate Britain, Londres), de 1805.

A construção do espaço, deliberadamente assimétrico e caótico, desenvolve-se a partir de diagonais de mastros e remos quebrados que se justapõem a curvas de redemoinhos de águas em turbilhão. O elemento humano, insignificante e perdido, encontra-se irremediavelmente submetido à voragem violenta das ondas.

A composição inscreve-se num universo de extrema sensibilidade face à natureza, dentro da melhor tradição inglesa de pintura do género, à qual o tema dos naufrágios, num país marítimo por excelência, foi especialmente grato. Turner não só absorve o legado da lição holandesa – de Willem van de Velde, o Jovem, em particular – como associa à sua expressão pictórica o peso do imaginário coletivo da época, vivido pelos seus contemporâneos de forma verdadeiramente emotiva e obsessiva.
Via Museu Calouste Gulbenkian

‘En el puerto’, de Albert Gleizes

Albert Gleizes – ‘En el puerto’, 1917 | Museo Thyssen, Madrid


“En el puerto” (1917) de Albert Gleizes [París, 8 Diciembre 1881 – Aviñón, 23 Junio 1953] es una superposición de recuerdos y fragmentos de los puertos de Nueva York y Barcelona, donde el artista vivió durante la Primera Guerra Mundial para no ser movilizado. La particular retícula del urbanismo de Barcelona y los arcos ojivales de Santa María del Mar, junto con los rascacielos de la Gran Manzana o los cables del puente de Brooklin, se mezclan en esta interpretación cubista de las dos ciudades. Pero Gleizes utiliza también la esquematización vanguardista para representar el mar que las une, con formas onduladas que recuerdan al movimiento de las olas y diminutas piedrecitas para sugerir la arena de las playas por donde solía pasear. 
Paloma Alarcó, Museo Thyssen

‘Prophet Habacuc’, de Gian Lorenzo Bernini

De Gian Lorenzo Bernini [(Nápoles, 7 Dezembro 1598 – Roma, 28 Novembro 1680], Mestre do barroco italiano, Prophet Habacuc (c.1655), mármore – Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma.

‘Panorama: Live at Village Vanguard’, de Jim Hall

Editado em 1997, Panorama: Live at Village Vanguard foi gravado ao vivo no clube de jazz Village Vanguard em Manhattan, entre 4 e 8 de Dezembro de 1996.
Jim Hall [4 Dez 1930 – 10 Dez 2013] reuniu uma série de convidados como Art Farmer [1928-1999], Terry Clarke ou Slide Hampton, este num registo suave com o seu trombone no tema Entre Nous.


‘Still Life with Bouquet’, de Pierre-Auguste Renoir

From Pierre-Auguste Renoir [25 February 1841 – 3 December 1919], French leading painter in the development of the Impressionism, “Still Life with Bouquet”, 1871. See this work in Museum of Fine Arts, Houston.



This work is a résumé, in the form of a still life, of the artistic influences on Auguste Renoir’s early career. The print hanging on the wall is an etching by the leader of early Impressionism, Édouard Manet, of a painting hanging in the Louvre by the 17th-century realist painter Diego Velazquez. The print, along with the objects arrayed on the table—the bouquet of roses wrapped in crisp florist’s paper, the Asian fan and vase, and the leather-bound books—strike a tone of fashionable modernity.

Woody Allen – When I’m Eighty Four

1964 – Seven stars of Woody Allen’s film “What’s New Pussycat?” in Paris.
Seated, left to right, Woody Allen, Peter O’Toole and Peter Sellers (1925 – 1980), standing behind them, left to right, Paula Prentiss, Romy Schneider (1938 – 1982), Ursula Andress and Capucine (1933 – 1990).

Photo by Keystone/Getty Images