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‘Figures in a Courtyard behind a House’, by Pieter de Hooch

From Pieter de Hooch [20 Dec 1629 (baptized) – 24 Mar 1684], ‘Figures in a Courtyard behind a House’, c. 1663 – c. 1665.

In his Delft period, De Hooch turned to a new subject, namely brightly lit figures in a back garden. The people depicted in this scene seem somewhat out of place and could just as easily be found in a dimly lit tavern. Seduction is in the air. The galant (or suitor) casts a flirtatious glance at the girl squeezing the juice of a lemon into her glass.


Pieter de Hooch [1629 -1684] – Figures in a Courtyard behind a House, c. 1663 – c. 1665.
Rijksmuseum, Amsterdam

‘The Visit’, by Pieter de Hooch

From Pieter de Hooch [20 Dec 1629 (baptized) – 24 Mar 1684], ‘The Visit’, ca. 1657

De Hooch situated this scene in a voorhuis, the street-facing room in a narrow Dutch row house that received the best light. The placement of the window and construction of the space reveal the close dialogue that De Hooch had with Vermeer at the time. But elements such as the plate of aphrodisiac oysters and canopied bed suggest that De Hooch most likely intended this particular scene to represent a brothel rather than a respectable home.
Via The Metropolitan Museum of Art, New York


Cenas de divertimento e sedução

Visita ao Museu nacional de Arte Antiga, em 10 Obras de Referência – 29 de Outubro de 2008
Visita orientada por Ana castro Henriques e Anísio Franco

‘Conversação’, 1663-1665

 

Cenas de divertimento e sedução num interior luxuoso, associando pictoralmente um subtil e refinado tratamento da luz com um espaço rigorosamente construído em perspectiva, esta obra de Pieter de Hooch (1629-1684) é uma das mais representativas e magistrais deste contemporâneo de Johannes Vermeer. É também um interessante jogo de ambiguidades interno à própria imagem, o significado da composição extravasando a mera representação de uma cena galante do quotidiano de Amesterdão pelos meados do século XVII. A habitual designação da pintura – Conversação – não passa talvez de um pobre eufemismo moderno.

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