Exposições

Museu

 

JUAN MUÑOZ: UMA RETROSPECTIVA  

Resina de poliéster, ferro e bronze. 80 x 90 x 45 cm. Colecção privada, cortesia, Marian Goodman Gallery, New York

Dois sentados na parede, 2001; Foto: Cortesia Marian Goodman Gallery, New York © The Estate of Juan Muñoz 
 
       

01 NOV 2008 – 18 JAN 2009 – MUSEU

Esta exposição documenta o carácter extraordinariamente inovador e abrangente da obra de Muñoz em domínios vários – escultura, instalação e desenho. Entre outras séries, serão exibidos os esboços da famosa série Raincoat Drawings [Desenhos em impermeável].

Comissário: Sheena Wagstaff
Co-produção: Exposição co-produzida pela Tate Modern, Londres, e a Sociedade Nacional para a Acção Cultural no Exterior – SEACEX, em associação com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves

 

 

 

Juan Muñoz alcançou a notoriedade internacional em meados da década de 1980 com instalações escultóricas que colocam a figura em ambientes arquitectónicos. Descrevendo-se como um contador de histórias, Muñoz dispôs muitas vezes as suas figuras e objectos em configurações cuidadosamente encenadas que sugerem cenários perturbadores e ambíguos. O modo como o observador se depara com a obra de arte assumia para ele grande importância. Fascinava-o a tensão e o ilusório e o real, usando truques de escala e perspectiva para coreografar a experiência do observador.

 

Figuras Suspensas, 1997

miss-lola-au-cirque-fernando_1juan-munoz_figuras-suspensas_1997

As rodopiantes figuras constituem um eco consciente da obra de Degas  – Miss Lola, au Cirque Fernando (1879), combinando o espectáculo circense com o horror dos enforcamentos.

 

 

 

 

Cena de Conversação, 1996

As cinco figuras em bronze murmuram e simultaneamente ignoram-se entre si, numa expressão teatral ambiguamente dramática.

 

juan-munoz_cena-de-conversacao_1996

 

Varandas

Espaços do domínio da arquitectura, as varandas são pontos de intersecção entre o que se pode ver da rua e a observação que a partir delas temos.

juan-munoz_varandas

 

 

Muitas vezes, 1999

Obra composta por uma centena de figuras, vestidas de forma idêntica e com feições semelhantes, todas modeladas a partir de um busto que Muñoz descobriu num hotel, uma cabeça art nouveau em cerâmica, com feições asiáticas. Reunidas aos pares ou em pequenos círculos e muitas vezes aparentemente mergulhadas em conversa, elas formam uma multidão densa, em interacção. Avaliando-se umas às outras e reagindo entre si, por vezes ignorando-se mutuamente, entre elas parece desenrolar-se inúmeros dramas. O espaço vazio está carregado com a tensão criada pelo grupo.

juan-munoz_muitas-vezes

    • Patrícia
    • 14 de Abril, 2008

    Revolução Cinética no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado

    14 Março – 15 Junho
    Terça-feira a Domingo: 10-18h
    Pisos 0, 1, 2 e 2A

    Rua Serpa Pinto,4
    1200-444 Lisboa
    mchiado@ipmuseus.pt

    “A Arte Cinética baseia-se, sobretudo, numa utopia: levar a arte à vida. De facto, ela foi uma das correntes que mais se aproximaram dessa meta, graças à influência que a Arte Cinética teve na sociedade, como fonte de inspiração em terrenos tão diferentes como a indústria da moda, a criação arquitectónica, o mundo dos media e a criação gráfica. O público teve a possibilidade de se movimentar no interior das obras, de interagir com elas, de as apreender, de se perder nelas, de se misturar com elas. Enquanto elemento fundador do movimento, o público converteu-se em autor da obra. Efectivamente, a obra necessita dos olhos do espectador para estar «viva» e poder alargar todo o seu sentido, a sua expressão: se ninguém passar diante dela, mesmo que fugazmente, nenhum movimento
    se produz.”

    artistas

    Nadir Afonso
    Yaacov Agam
    René Bertholo
    Martha Boto
    Pol Bury
    Carlos Cruz-Diez
    Hugo Demarco
    Ángel Duarte
    Marcel Duchamp
    Equipo 57
    Darío Pérez Flores
    Karl Gerstner
    Eduardo Nery
    Julio Le Parc
    António Pedro
    Bridget Riley
    Artur Rosa
    Horacio García Rossi
    Pierre Rovère
    Nicolas Schöffer
    Eusebio Sempere
    Paul Sharits
    Francisco Sobrino
    Jesús Soto
    Joël Stein
    Jean Tinguely
    Gregorio Vardanega
    Victor Vasarely
    Dominique Willoughby
    Jean-Pierre Yvaral

    obras
    Pinturas, esculturas, objectos e filmes

    documentários
    Pontus Hulten & Robert Breer – Le Mouvement, 1955
    Brian de Palma – The responsive eye, 1966

    curador
    Emmanuel Guigon, director do Musée des Beaux-Arts et Archéologique de Besançon

    actividades semanais

    Visitas guiadas
    Pedro Lapa. 8 Abril
    Adelaide Ginga. 22 Abril
    Maria de Aires Silveira. 13 Maio
    Emília Tavares. 3 Junho
    3.ª feira 18.30 h
    acesso gratuito
    marcação prévia: 213432148, mchiado@ipmuseus.pt
    grupos com um mínimo de 6 e um máximo de 30 pessoas

    Visitas guiadas à exposição Revolução Cinética
    Desenvolvidas num âmbito pedagógico
    Ensino básico e secundário: 3.ª, 4.ª, 5.ª e 6.ª feira. 10.00-13.00 h
    Ensino secundário e universitário: 3.ª e 5.ª feira. 14.00-17.00 h
    Grupos culturais, 3.ª idade e outros: 4.ª e 6.ª feira. 14.00-17.00 h
    acesso gratuito
    marcação prévia: Catarina Moura, tel. 213 432 148
    Grupos limitados a 30 pessoas

    Produzir movimento!
    Oficinas pedagógicas para o 1.º e 2.º ciclo do ensino básico
    17, 24 Abril. 8 Maio. 5.ª feira. 10.00 -12.00 h
    Em colaboração com a Escola Arte Ilimitada.
    acesso gratuito
    marcação prévia: Catarina Moura, tel. 213 432 148.
    limite de uma turma por oficina

    Obras seleccionadas da exposição Revolução Cinética.
    20 minutos à hora do almoço
    4ª feira. 13.30 h
    2, 9, 16, 23, 30 Abril. 7, 14, 21, 28 Maio.
    Sem marcação prévia

    actividades de fim-de-semana

    Percepção do movimento.
    Atelier para pais e filhos
    20 Abril. 11 Maio. Domingo. 11.30 h
    Em colaboração com a Escola Arte Ilimitada.
    Inscrição prévia só através de email: mchiado.cmoura@ipmuseus.pt
    Limite de 25 pessoas por atelier

    Conhecer as fronteiras da percepção e do movimento
    Visita guiada para todo o público
    Sábados. 15.30 h: 5, 12, 19, 26 Abril. 3, 10, 24, 31 Maio.
    Domingos. 12.00 h: 6, 13, 10, 27 Abril. 4, 11, 25 Maio. 1 Junho.
    Sem marcação prévia

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