Archive for the ‘ Museus ’ Category

‘Hunt at the Castle of Torgau in Honour of Charles V’, de Lucas Cranach ‘o Velho’

De Lucas Cranach ‘o Velho’ [c. 1472 – 16 Outubro 1553] ‘Hunt at the Castle of Torgau in Honour of Charles V’


Hunt at the Castle of Torgau in Honour of Charles V, 1544. Oil on panel. Room 055B

A hunting scene characterized by a very developed landscape castle of Hartenfels in Torgau (Saxony). Among those taking part are the Emperor Charles V and John Frederick the Magnanimous, Elector of Saxony (at the lower left), together with the latters wife, Sibylla of Cleves (on the right, dressed in red). The hunt never actually took place and the painting is in fact an allegory of good government, symbolised by the hunt. The painting was given by the Elector, a supporter of the Reformation, to the Emperor. It is dated 1544, the year of the fourth Diet of Speyer when Charles V finally ratified the Elector´s marriage, held in Torgau in 1527. This work is signed with the monogram of Lucas Cranach and dated 1544. It was brought to Spain by Maria of Hungary and hung in the El Pardo Palace, where it is listed in the inventory of 1564. Lucas Cranach and his workshop painted various scenes similar to this one. Each of them shows the elector of Saxony in possession of Torgau Castle, accompanied by different rulers of that time. Those paintings, which may have been commissioned by elector Johann Friedrich as presents to other princes during the fifteen forties, have a political meaning. On one hand, they depict him as the legitimate Lord of his territory, with a commitment to the Reformation, as Torgau was the first Protestant church built ex-novo. At the same time, hunting was synonymous with good government at that time, and it alludes to the necessary collaboration among rulers in order to insure peace.

‘A Festa da Ascensão na Praça de São Marcos’, de Francesco Guardi

Adquirida por Calouste Gulbenkian em 1919, esta obra do pintor veneziano Francesco Guardi [5 Out 1712 – 1 Jan 1793] pertence à colecção permanente do Museu.



Considerada uma das obras-primas de Guardi, a veduta representa a Praça de São Marcos decorada para a realização do mais sumptuoso festival de Veneza, a Festa della Sensa. Este acontecimento vivia no Dia da Ascensão a cerimónia de celebração do casamento simbólico entre Veneza e o mar, evocação da vitória longínqua que dera à cidade o controlo naval do Adriático.

Para além da basílica, avistam-se na pintura o campanário, a torre do relógio, o palácio ducal, quase impercetível, à direita, e os edifícios dos procuradores de São Marcos, parcialmente encobertos por arcadas temporárias, onde eram exibidos os produtos mais apreciados do artesanato veneziano.

Em tela de surpreendente efeito atmosférico, o pintor cria um espaço fantástico, de dinâmica teatral, pleno de contrapontos, sugerindo a impressão de tudo ser vivo e imediato. As personagens em primeiro plano, magnificamente distribuídas no «cenário» festivo, acrescentam ao conjunto movimento e agitação febril. Via.

‘Vedute di Roma’, de Giovanni Battista Piranesi

Giovanni Battista Piranesi [Veneza, 4 Outubro 1720 – Roma, 9 Novembro 1778] foi arquitecto, teórico e arqueólogo. Fascinado pelas antiguidades da Cidade Eterna deixou uma extensa obra como gravador, com destaque para as Vedute di Roma ou ‘Vistas de Roma’ e ainda o conjunto Carceri d’invenzione ou ‘Prisões Imaginárias’.


‘Eneias e a Sibila no Mundo Inferior’, de Jan Brueghel, o Jovem

Na passagem dos 420 anos do nascimento de De Jan Brueghel, o Jovem [13 Setembro 1601 – 01 Setembro 1678], a obra “Aeneas and the Sibyl in the Underworld”, dos anos 1630,  inspirada nas paisagens do inferno de Jan Brueghel, o Velho, que por sua vez remetia para a obra de Bosch. O tema pertence a Virgílio, Eneida, Livro VI. »


“Aeneas and the Sibyl in the Underworld”, 1630s –  The Metropolitan Museum of Art, New York.

‘A Queda dos Anjos Rebeldes’, de Jan Brueghel, o Velho

Expoente da pintura da Flandres Renascentista, Pieter Brueghel, o Velho [c. 1525 – 9 Setembro 1569] conduz-nos com a obra ‘La chute des anges rebelles’ (1562) numa visita ao universo de Hieronymus Bosch.


‘La tentation de saint Antoine’, de Henri Fantin-Latour (II)

Do pintor francês Henri Fantin-Latour [14 Janeiro 1836 – 25 Agosto 1904], formado na Escola Superior de Belas-Artes de Paris e influenciado pelo movimento do simbolismo, a obra ‘La tentation de saint Antoine’ (não datada) pertence ao The National Museum of Western Art, Tóquio.


https://collection.nmwa.go.jp/en/P.1959-0099.html

‘O Combate do Giaour e Hassan’, de Delacroix

Tendo como fonte de inspiração Giaour (1813), poema dos Contos Orientais de Lord Byron [1788-1824], Eugène Delacroix [26 Abril 1798 – 13 Agosto 1863]  retrata nesta obra de 1826 a luta entre um giaour cristão (termo turco para infiel, usado no Império Otomano) e um guerreiro muçulmano. 


Eugène Delacroix – The Combat of the Giaour and Hassan

Nos 505 anos da morte de Bosch…

Dia de evocar Hieronymus Bosch [c. 1450 – 9 Agosto 1516], em primeiro lugar através das criaturas do Tríptico das tentações de Santo Antão que ilustram a capa da oportuna reedição, pela Quetzal, do Livro dos Seres Imaginários de Jorge Luis Borges, uma reinvenção do mundo construída a partir de um bestiário moderno, como decorre da sinopse; Depois, com a obra Las tentaciones de San Antonio Abad (1510 – 1515) que pertence ao Museu do Prado.


On Giorgio Vasari’s 510th birthday

Leone X elegge il suo nuovo collegio di cardinali, 1555-1563

On the eastern side of the Palazzo Vecchio, next to the Hall of the Five Hundred, are the apartments that were once devoted to the offices of court and guests of the principality: the Quarters of Leo X on the lower floor and the Quarters of the Elements upstairs. These were constructed as part of the works ordered by Duke Cosimo I de’ Medici to extend the palace, and were therefore known as the new quarters. The works were begun by Battista del Tasso in the mid-1500s and were continued between 1555 and 1563 by Giorgio Vasari and a number of associates, including the painters Marco da Faenza, Cristofano Gherardi, and Giovanni Stradano. The distinctive feature of the two quarters is the perfectly matched shape and size of the rooms on the first and second floors. This symmetry is part of an iconographic scheme for decorating the rooms devised by the scholar Cosimo Bartoli. Each of the rooms in the Quarters of Leo X is dedicated to an illustrious figure from the Medici family and depicts their most significant feats. Each of these rooms is matched on the floor above by a room dedicated to one of the main pagan deities, the idea being to compare the “terrestrial gods” of the reigning dynasty with the lineage of the “heavenly deities.” The first room of the quarters is dedicated to Cosimo the Elder, to whom the Medici family was indebted for securing the family’s prestige in the 15th century.
Via Google Arts & Culture.

‘Jeune fille en vert’, de Tamara de Lempicka

De Tamara de Lempicka [16 Maio 1898 – 18 Março 1980], pioneira no desenvolvimento do Movimento Art Déco, “Jeune fille en vert”, 1927-30.


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