Archive for the ‘ Aniversário ’ Category

‘The Milagro Beanfield War’, de Dave Grusin

Conheci a música de Dave Grusin através do tema Early A.M. Attitude, que faz parte do álbum Harlequin de 1985, em parceria com Lee Ritenour. Na altura, ouvia John Scofield, Jaco Pastorius, Al Di Meola e John McLaughlin.
Sendo um compositor da área do jazz, foi através das composições para cinema que Dave Grusin, nascido neste dia 26 de Junho em 1934, conseguiu maior notoriedade, com The Graduate (1967), On Golden Pond (1981), Tootsie (1982) e The Goonies (1985). Em 1989, conquistou o óscar de melhor música original com The Milagro Beanfield War (1988)

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Georg Philipp Telemann

O Musica Aeterna dedicou a emissão de 25 Jun 2017 A lendária produção de Georg Philipp Telemann (1681-1767) nos 250 anos da sua morte a Georg Philipp Telemann [1681-1767], um dos mais notáveis e prolíficos compositores alemães na primeira metade do século XVIII.

‘One Earth, One People, One Love’, de Terry Riley

A poucas semanas da celebração do 50º aniversário da Missão Apollo 11, uma das grandes peças musicais inspiradas no Sistema Solar, “One Earth, One People, One Love” do guru do minimalismo musical Terry Riley, que hoje completa 84 anos.
O tema pertence ao álbum de 2015 “Sunrise of the Planetary Dream Collector: Music of Terry Riley“, fruto da já longa colaboração do compositor com o Kronos Quartet.

 

Ciao Bella!

Laura Antonelli [28 Nov 1941 – 22 Jun 2015]

David Bowie – ‘Space Oddity’: 50º Aniversário

No início de 1969, o produtor Tony Visconti pediu a Rick Wakeman, ainda com 19 anos, para ir a Londres tocar o seu Mellotron no novo single de David Bowie, ‘Space Oddity’. Bowie havia completado 22 anos em Janeiro, quando, a 2 de Fevereiro, gravaram a primeira versão de estúdio. A versão de álbum foi gravada a 20 de Junho e lançado como single a 11 de Julho.
Porém, estava em curso outra odisseia no espaço e o mundo assitiria, a 20 de Julho, à alunagem do Eagle e aos primeiros passos de Neil Amstrong na Lua.
E se Stanley Kubrick não tivesse realizado 2001: Odisseia no Espaço em 1968, tudo isto continuaria ligado?
Como nota de rodapé: em 1971, Rick Wakeman voltou a colaborar com David Bowie em ‘Life on Mars’ e quando este o convidou para se juntar à Banda, Wakeman disse que tinha acabado de receber o convite para se juntar aos YES. O resto é música.

‘Song For My Father’, de Horace Silver

No dia em que passam cinco anos sobre a morte de Horace Silver [2 Setembro 1928 – 18 Junho 2014], pianista de jazz e compositor norte-americano de origem cabo verdiana (por parte do pai, que empresta a imagem à capa do álbum), ‘Song For My Father‘ de 1964, o trabalho que mereceu maior reconhecimento ao longo da carreira.

The Horace Silver Quintet
Teddy Smith, contrabaixo | Roger Humphries, bateria | Joe Henderson, sax tenor
Carmell Jones, trompete | Horace Silver, piano

‘Ruínas com prédica de São Pedro’, de Panini

Giovanni Paolo Panini [Piacenza, 17 Junho 1691 – Roma, 21 Outubro 1765], foi um artista italiano especialmente reconhecido pelas suas “vedute ideate” – vistas imaginárias de Roma Clássica.

‘Ruinas con San Pablo predicando’, c. 1735

Esta obra, junto con su compañera Ruinas con una mujer predicando (¿una sibila?) fueron concebidas para verse juntas, casi como si de un único cuadro se tratara. Tanto las ruinas arquitectónicas, como las actitudes de los personajes principales, la entonación de las luces, en fin, los elementos principales de la composición, todo alude a una voluntad de crear un conjunto unitario. Incluso, los temas que representan pueden entenderse como asuntos complementarios, esto es, la sibila (o profetisa) como representación del componente gentil o pagano de la Antigüedad Clásica y San Pablo del cristiano o bíblico, en ambos casos como muestra de la grandeza de Roma. Así concebidos, podría pensarse en la voluntad de crear una narración unitaria a través de estas dos imágenes gemelas, recordando el momento en que la Sibila Tiburtina comunicó a Augusto que una Virgen daría a luz un hijo, tradición que fue retomada por el cristianismo como un anuncio del nacimiento de Cristo.

En ambos casos se trata composiciones típicas de Panini, en las que se recrea una “veduta” ideal de la ruina clásica que, a diferencia de otros artistas como Bernardo Belloto o Gaspar van Wittel, manifiesta un tratamiento más pintoresco que riguroso en donde el efecto prima frente la verosimilitud. En sus cuadros se acumulan vestigios arqueológicos de muy distintas procedencias en una imagen imposible, formando conjuntos que fueron muy apreciados por los numerosos turistas que asociaban la imagen de Roma con la de los fastos de la Antigüedad Clásica. Estas vistas, junto con las de los edificios más representativos de la Roma moderna, así como las fiestas y ceremonias más importantes de la ciudad, suponen la parte más importante de su actividad pictórica. Via.

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