Archive for the ‘ Artes ’ Category

‘Prophet Habacuc’, de Gian Lorenzo Bernini

De Gian Lorenzo Bernini [(Nápoles, 7 Dezembro 1598 – Roma, 28 Novembro 1680], Mestre do barroco italiano, Prophet Habacuc (c.1655), mármore – Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma.

‘Seaport with the Embarkation of the Queen of Sheba’, by Claude Lorrain

From Claude Lorrain [1604/5 – 23 November 1682], French painter of the Baroque period, ‘Seaport with the Embarkation of the Queen of Sheba’, 1648


Two paintings by Claude, Seaport with the Embarkation of the Queen of Sheba and Landscape with the Marriage of Isaac and Rebecca, are known as the ‘Bouillon Claudes’ because they were made for Frédéric-Maurice, Duc de Bouillon (1605–1652), a French general in the papal army in Rome. They were completed in 1648 and remained in the Bouillon family throughout the eighteenth century. They even escaped seizure during the French Revolution, despite Bouillon’s successor being imprisoned in 1794 and his property confiscated.

Although documents survive to tell us these paintings were commissioned as a pair, the scenes belong to different biblical stories. They are, however, harmonious in the subjects they depict. Each explores the relationship between men and women, whether during a wedding celebration or because of a journey that brings friendship. There is a contrast between the bustling urban seaport and the peaceful countryside. The central activity of each painting is framed by either buildings or trees, with the sea or a substantial river in the background. Via The National Gallery.

‘Le jockey perdu’, de René Magritte

René Magritte [21 Novembro 1898 – 15 Agosto 1967] frequentou a Academia de Belas-Artes de Bruxelas entre 1916 e 1918. Nos anos que se seguiram, as suas representações não apresentavam grande novidade, resultando essencialmente da influência dos movimentos de vanguarda, como o cubismo, a abstracção e o futurismo.
A partir de 1926, o artista belga entra definitivamente no surrealismo, com a obra O Jóquei Perdido. Baseando-se num desenho e numa colagem realizados em 1925, Magritte elaborou uma pintura em que sonho e realidade se ligam de forma indelével. Em primeiro plano, o cavaleiro surge rodeado de estranhas árvores, numa espécie de encenação teatral, delimitada pelas cortinas.

‘Parnassus’, de Nicolas Poussin

Na passagem do 354º aniversário da morte de Nicolas Poussin [Jun 1594 – 19 Nov 1665], genial artista do barroco francês no século XVII, a representação de Parnassus, em exibição no Museu do Prado, que neste dia celebra o bicentenário da abertura.

El Parnaso, 1630 – 1631. Óleo sobre lienzo, 145 x 197 cm.
Sala 003 del Museo Nacional de Prado, Madrid


Representación del Parnaso, monte mitológico consagrado a Apolo y las Musas. Es una celebración de las Artes, especialmente de la Poesía. Apolo ofrece el néctar de los dioses a un poeta, probablemente Homero, coronado de laurel por Calíope, la musa de la poesía épica. En primer plano dos amorcillos ofrecen a los poetas el agua inspiradora que mana de la Fuente Castalia, personificada por la mujer desnuda. Inspirado en el fresco de Rafael en el Vaticano, es quizás un homenaje al poeta italiano Giovanni Battista Marino (1569 1625), mecenas de Poussin. Se conserva un dibujo preparatorio de esta obra en la colección G. Wildenstein y un grabado realizado por Jean Dughet antes de 1667. Via Museu do Prado.

 

‘Le Musée du Havre’, de Claude Monet

Embora no início da década de 1870 Claude Monet [14 Novembro 1840 – 5 Dezembro 1926] vivesse preferencialmente em Argenteuil, viajava frequentemente para a sua terra natal Le Havre, na Costa da Normandia. O Museu de Belas Artes, tema desta obra de 1873, foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial.

Claude Monet – ‘The Museum at Le Havre, 1873
The National Gallery, London

‘A Córdoba’, de Luis de Góngora

Poema A Córdoba (1585) de Luis de Góngora [1561-1627], um dos expoentes máximos da literatura do Siglo de Oro, nascido em Córdova a 11 de Julho.

¡Oh excelso muro, oh torres coronadas
De honor, de majestad, de gallardía!
¡Oh gran río, gran rey de Andalucía,
De arenas nobles, ya que no doradas!

¡Oh fértil llano, oh sierras levantadas,
Que privilegia el cielo y dora el día!
¡Oh siempre glorïosa patria mía,
Tanto por plumas cuanto por espadas!

Si entre aquellas rüinas y despojos
Que enriquece Genil y Dauro baña
Tu memoria no fue alimento mío,

Nunca merezcan mis ausentes ojos
Ver tu muro, tus torres y tu río,
Tu llano y sierra, ¡oh patria, oh flor de España!

RECERCADA VII SOBRE LA ROMANESCA – Diego Ortiz (ca. 1510 – ca. 1570) | Tratado de Glosas, 1533
Intérpretes: Jordi Savall , Christophe Coin – Violas de gamba | Hopkinson Smith – Vihuela de mano.

Muralha excelsa! Torres coroadas
de honra, de majestade, de galhardia!
Oh grande rio, rei da Andaluzia,
de areias nobres, bem que não douradas!
Oh fértil chão, oh serras levantadas,
que favorecem o céu e douram o dia!
Pátria minha, que sempre se gloria,
tanto por plumas quanto por espadas!
Se entre aquelas ruínas e despojos
que enriquece o Genil e o Dauro banha,
o lembrar-te não foi meu alimento,
nunca mereçam meus ausentes olhos
tuas muralhas, torres entre o vento,
teu plaino e serra, oh pátria, oh flor de Espanha!

Tradução de José Bento

‘Auto da Barca da Glória’, de Gil Vicente

Musica Aeterna de 2 Jun 2019
Os 500 anos sobre a estreia do ‘Auto da Barca da Glória’ de Gil Vicente e a música de Damião de Góis, Pedro de Escobar, Nicolas Gombert, Fernão Gomes Correia, Cristóbal de Morales, Hildegard von Bingen, de autores anónimos e das Matinas do Ofício de São Geraldo de Braga, festividade anualmente celebrada a 5 de Dezembro de harmonia com o Breviário local de 1494.

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