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‘Motets pour la chapelle du roi’, de Henry Du Mont

Henry Du Mont [1610 – 8 Maio 1684], organista e compositor do barroco francês, cuja carreira decorreu principalmente na Igreja de Saint-Paul-Saint-Louis em Paris, foi uma figura relevante durante o reinado de Luís XIV – o Rei-Sol, e fonte de inspiração para compositores como Michel-Richard Delalande [1657-1726] e Jean-Baptiste Lully [1632-1687]


Álbum: Henry du Mont: O mysterium, 2016
Ensemble Correspondances · Sébastien Daucé
Motets pour la Chapelle du Roy: O mysterium

‘Sunset (Brothers)’, de Caspar David Friedrich

De Caspar David Friedrich [5 Setembro 1774 – Dresden, 7 Maio 1840], considerado um dos mais importantes artistas do início do romantismo alemão, a obra Sunset (Brothers) do período entre 1830 e 1835, que pertence ao Hermitage de São Petersburgo.


‘Motetos’, de Giaches de Wert

Na passagem dos 425 anos sobre a morte do madrigalista Giaches de Wert [1535 – Mântua, 6 Maio 1596],  o moteto Virgo Maria hodie ad coelum, extraído da selecção de música sacra do compositor renascentista que o agrupamento inglês Stile Antico reuniu no disco Giaches de Wert: Divine Theatre, Sacred Motets (2017).


Bicentenário da morte de Napoleão

Nascido na Córsega em 1769, coroado imperador dos franceses em 1804 e exilado na ilha de Santa Helena, no Atlântico sul, a partir de 1815, depois da histórica derrota em Waterloo, Napoleão Bonaparte soltou o último suspiro a 5 de Maio de 1821 às 17:49, precisamente há 200 anos. Tinha então 51 anos.
Para evocar o bicentenário da morte do Imperador, o Grand Palais inaugura a exposição Napoléon no Grande Halle de la Villette [28 Maio – 19 Setembro 2021] sobre a fascinante personalidade que moldou a história de uma França pós-revolucionária.
Da ascensão ao declínio da aventura imperial, a exposição retrata em nove secções esse período crucial, desde os momentos-chave da história da França até à vida íntima e romântica do imperador.
Conhecer Napoleão significa, em certa medida, entender a Europa em que vivemos hoje.


Das inúmeras iniciativas que ocorrerão ao longo do ano, destaques para a contribuição excepcional do Palácio de Versalhes com mais de 150 peças originais, do Musée de l’Armée com a exposição “Napoléon n’est plus”, do Musée national du château de Fontainebleau com a mostra À la rencontre de Napoléon Ier , no Musée National du Chateau de Malmaison a exposição Napoléon aux 1001 visages ou, brevemente, “Joséphine & Napoléon, une histoire (extra)ordinaire” na Maison Chaumet.

‘Toccata prima del quinto tono’, de Claudio Merulo

De Claudio Merulo [Corregio, 8 Abril 1533 – Parma, 4 Maio 1604], organista e compositor transalpino da escola veneziana tardo-renascentista, a Toccata prima del quinto tono, com Marco Mencoboni no cravo.


 

‘Missa Salisburgensis’, de Biber (II)

Heinrich Ignaz von Biber [1644 – 3 Maio 1704]

Missa Salisburgensis (1682) – Gloria · Le Concert des Nations  · Jordi Savall

Álbum “Biber: Baroque Splendor”, 2015


‘Madonna of the Carnation’ de Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci [15 Abril 1452 – 2 Maio 1519]
“Senhora da Carnação”, por volta de 1475.

Os gestos concentrados de mãe e filho dão à representação uma emocionalidade incomumente profunda. O menino Jesus alcança um cravo, símbolo da sua morte sacrificial e do amor divino que Maria lhe oferece.


‘Spartacus’, de Khachaturian

Embora apenas conheça música que escreveu para ballet – Gayaneh (1942) e Spartacus (1954),  o Maestro de origem arménia Aram Khachaturian [1906-1978] compôs três sinfonias, seis concertos, obras de música vocal, instrumental e duas dezenas de bandas sonoras. Considerado um dos pilares da escola de composição arménia e soviética, Khachaturian morreu a 1 de Maio.


Álbum: Khatchaturian: Ballet Suites From Spartacus & Masquerade, 2015  
London Symphony Orchestra · Stanley Black

‘Pièces De Clavecin’, de François d’Agincourt

François d’Agincourt [1684 – 30 Abril 1758], cravista e compositor do barroco francês, trabalhou como organista da Cathédrale Notre-Dame na cidade natal de Rouen.
O seu único livro de música para cravo que sobreviveu – 1er livre de clavecin (Paris, 1733) contém quarenta e três peças, inspiradas por François Couperin:

« Je n’ay rien changé aux agrémens ny a la manière de toucher de celle que Monsieur Couperin a si bien désignée et caractérisée et dont presque touttes les personnes de l’art font usage.»

Do álbum François D’Agincour – Pièces De Clavecin – peças de cravo dedicadas à Rainha Maria Antonieta (Glossa, 2001), a Allemande: La Couperin – Quatrième Ordre (En Mi Mineur), com Hervé Niquet no cravo.


Masaaki Suzuki – Paixão de São Mateus BWV 244

O maestro japonês Masaaki Suzuki [ Kobe, 29 Abril 1954 – ], Director Musical do Bach Collegium Japan desde a sua fundação em 1990, tornou-se uma das principais autoridades na obra Bach. Susuki, que combina a carreira de regente com o trabalho como organista e cravista, dirigiu já as principais obras corais de Bach e as obras completas para cravo.
O ano de 2014 ficou marcado pelo concerto na Casa da Música e pelo enriquecimento da impressionante discografia com os 55 volumes da gravação completa das
Cantatas, iniciada em 1995.
Fica o coro e coral introdutórios Kommt, ihr Töchter, helft mir klagen, do disco Paixão Segundo São Mateus BWV 244 (2020).


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