Archive for the ‘ YouTube ’ Category

The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars

O quinto álbum de estúdio de David Bowie deve ser ouvido na íntegra, como qualquer disco aliás, mas este em particular, pela sua natureza conceptual. Lançado neste dia 16 de Junho em 1972, centra a narrativa na história de uma estrela rock alienígena chamada Ziggy Stardust, que definiu em grande medida o glam rock nos anos setenta.
Para abreviar, fica o tema com que descobri esta fascinante personagem e que me abriu o horizonte musical durante a adolescência.

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Hugo Pratt e o universo musical de Corto Maltese

Hugo Pratt [15 Junho 1927 – 20 Agosto 1995], autor de uma obra gráfica de grande envergadura, foi o criador de Corto Maltese, o maior aventureiro romântico da Banda Desenhada, de quem se destacam  A Balada do Mar Salgado e Fábula de Veneza.

Para aumentar a densidade das inúmeras aventuras, há um precioso livrinho – Notes De Voyage – Les Musiques De Corto Maltese (Casterman) recheado de ilustrações sonoras sobre as peregrinações de Corto à volta do mundo.
Do primeiro cd [1887-1917], dedicado à juventude, fica o vídeo La Petenera, uma forma de cante jondo flamenco que evoca uma bela prostituta cigana por quem Corto se perdeu de amores e a quem Lorca dedicou uma suite no Poema del Cante Jondo.

‘As Profecias das Sibilas’, de Orlando de Lassus

No dia em que passam 425 anos da morte de Orlando de Lassus [1532-1594] que, a par de Giovanni Pierluigi da Palestrina [1525-1594] e Tomás Luis de Victoria [1548-1611] integra o grupo dos mais importantes compositores da música renascentista durante a segunda metade do século XVI, a série de 12 motetos intitulada Prophetiae Sibyllarum, interpretados pelo agrupamento coral De Labyrintho.

‘Night And Day’ de Cole Porter

Night And Day está no top dos standards do segundo quartel do século XX. 
Escrita em 1932 por Cole Porter [9 Junho 1891 – 15 Outubro 1964], tem sido celebrada, desde Ella Fitzgerald a Bono e os U2, de Bing Crosby a Frank Sinatra, Diana Krall
Só para nomear alguns. Pois, mas cá por casa ouve-se mais Stan Getz & Bill Evans…

‘Sonate Da Chiesa’, de Tomaso Albinoni

De Tomaso Albinoni [8 Junho 1671 – 17 Janeiro 1751], compositor italiano contemporâneo de Arcangelo Corelli e Antonio Vivaldi, o movimento IV. Allegro da Sonata da Chiesa ou “de igreja” nº 4 em Sol Menor, interpretado pelo Ensemble Ad Corda.

Stan Getz’s Finest Hour

De Stan Getz [2 Fevereiro 1927 – 6 Junho 1991], sem dúvida um dos grandes sax-tenor da segunda metade do século XX, “I’m Late, I’m Late”, o tema de abertura do album Focus, gravado no Verão de 1961. A particularidade deste tema reside no vibrante diálogo entre o saxofone de Getz e a bateria de Roy Haynes, em resposta ao desafio de orquestração lançado pelo compositor Eddie Sauter.

Os quartetos de cordas de Haydn

Na passagem dos 210 anos da morte de Joseph Haydn [1732-1809], seleccionei, da série de seis concertos russos opus 33 [1781], o gracioso Quarteto nº 32 em Dó Maior “The Bird” – Hoboken No. III:39, interpretado pelo Apponyi Quartet.
Para explorar a evolução dos quartetos de cordas, está disponível um interessante artigo de José Carlos Fernandes no Observador.


Joseph Haydn foi o compositor mais importante de quartetos de cordas no Classicismo, bem como de sinfonias, tendo estabelecido os moldes formais deste género para as gerações futuras e definido um novo equilíbrio de forças entre os quatro instrumentos que constituem o quarteto de cordas: dois violinos, viola de arco e violoncelo. Anteriormente, no género similar a que se chamava divertimento, o violino tocava as melodias principais e os restantes instrumentos limitavam‐se, praticamente, a ter um papel de acompanhamento harmónico. Após Haydn, o novo equilíbrio entre os instrumentos estabeleceu um princípio dialogante que viria a caracterizar este género até aos nossos dias. Via.

 

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