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‘Canzoni’, de Giovanni Picchi

Giovanni Picchi [ca. 1571 – 17 Maio 1643], compositor italiano do início do período barroco e seguidor da escola veneziana, contribuiu para o desenvolvimento e diferenciação das formas instrumentais da época, como a sonata e a canzona – composição instrumental do Renascimento que deriva da chanson polifónica francesa.

Em 1625, Picchi escreveu uma colecção de 19 canzoni da sonar con ogni sorte d’istromenti para 2-4, 6 e 8 vozes com baixo contínuo, que o Ensemble Concerto Scirocco gravou em 2020 com direcção artística de Giulia Genini.


‘From profound centre of my heart’, de Giovanni Croce

De Giovanni Croce [1557 – 15 Maio 1609], compositor italiano da escola veneziana tardo-renascentista, discípulo de Gioseffo Zarlino, o madrigal From profound centre of my heart, extraído do álbum Tune thy Musicke to thy Hart: Tudor & Jacobean music for private devotion (2012). A excelsa interpretação do conjunto inglês Stile Antico proporciona uma visão singular da música sacra, escrita, não para apresentações na igreja mas para a corte e para ambiente doméstico.


‘Concerto Espiritual’, de Johann Philipp Förtsch

Do compositor do barroco alemão Johann Philipp Förtsch [14 Maio 1652 – 14 Dezembro 1732], Du Heiden Trost – sobre a Anunciação à Virgem Maria -, o primeiro concerto espiritual que integra o disco Fortsch, J.P.: Dialogs, Psalms and Sacred Concertos (2008), interpretado pelo Ensemble Vocal La Capella Ducale e pelo Ensemble Instrumental Musica Fiata, dirigidos por Roland Wilson.


‘Quarteto para flauta e cordas, Op. 22’, de Giovanni Battista Viotti

De Giovanni Battista Viotti [12 Maio 1755 – 3 Março 1824], o primeiro movimento do Quarteto para flauta e cordas No. 1 em si bemol maior, op. 22 No. 1, W. 2.16, Andante – Allegro vivace, extraído do álbum Viotti: Flute Quartets, Op. 22 (2017),  interpretado pelo Kodály Quartet.


‘Concertos para violino’, de Jean-Marie Leclair

Jean-Marie Leclair [Lyon, 10 Maio 1697- Paris, 22 Outubro 1764], compositor do barroco francês e o mais eminente violinista francês da sua época, ficou célebre pelas suas sonatas e pelos concertos para violino.
Do primeiro volume da série de gravações dos concertos para violino de Leclair que a violinista suíça Leila Schayegh publicou em 2019 na Glossa, fica o Concerto em Sol menor, Op 10 nº 6 interpretado pela La Cetra Barockorchester de Basileia.


‘Membra Jesu Nostri’, de Dieterich Buxtehude

Dietrich Buxtehude, organista e compositor que se supõe ter nascido em 1637 na Dinamarca, representa, a par de Heinrich Schütz (1585-1672), o expoente máximo do barroco alemão no século XVII. Morreu neste dia 9 de Maio, em 1707.
Por volta de 1680 Buxtehude escreveu Membra Jesu Nostri, com o título completo Membra Jesu nostri patientis sanctissima – em latim “Os membros santíssimos de nosso Jesus sofredor” -, um ciclo de sete Paixões, cada qual dedicada a uma parte do corpo do Cristo crucificado, em ordem ascendente: pés, joelhos, mãos, lado, tórax, coração, rosto. O texto combina versos da Bíblia com versos de um poema devocional medieval.


Álbum: Buxtehude: Membra Jesu Nostri, 2019
Da cantata nº 5, com a palavra bíblica «Sicut modo geniti», o Concerti a 3 voci «Ad pectus»
Carlos Mena, contratenor · Jeffrey Thompson, tenor · Matthias Vieweg, baixo
Ricercar Consort · Philippe Pierlot, viola baixo
Maggie Urquhart, contrabaixo · Daniel Zapico, tiorba · François Guerrier, orgão

‘Motets pour la chapelle du roi’, de Henry Du Mont

Henry Du Mont [1610 – 8 Maio 1684], organista e compositor do barroco francês, cuja carreira decorreu principalmente na Igreja de Saint-Paul-Saint-Louis em Paris, foi uma figura relevante durante o reinado de Luís XIV – o Rei-Sol, e fonte de inspiração para compositores como Michel-Richard Delalande [1657-1726] e Jean-Baptiste Lully [1632-1687]


Álbum: Henry du Mont: O mysterium, 2016
Ensemble Correspondances · Sébastien Daucé
Motets pour la Chapelle du Roy: O mysterium

‘Motetos’, de Giaches de Wert

Na passagem dos 425 anos sobre a morte do madrigalista Giaches de Wert [1535 – Mântua, 6 Maio 1596],  o moteto Virgo Maria hodie ad coelum, extraído da selecção de música sacra do compositor renascentista que o agrupamento inglês Stile Antico reuniu no disco Giaches de Wert: Divine Theatre, Sacred Motets (2017).


Bicentenário da morte de Napoleão

Nascido na Córsega em 1769, coroado imperador dos franceses em 1804 e exilado na ilha de Santa Helena, no Atlântico sul, a partir de 1815, depois da histórica derrota em Waterloo, Napoleão Bonaparte soltou o último suspiro a 5 de Maio de 1821 às 17:49, precisamente há 200 anos. Tinha então 51 anos.
Para evocar o bicentenário da morte do Imperador, o Grand Palais inaugura a exposição Napoléon no Grande Halle de la Villette [28 Maio – 19 Setembro 2021] sobre a fascinante personalidade que moldou a história de uma França pós-revolucionária.
Da ascensão ao declínio da aventura imperial, a exposição retrata em nove secções esse período crucial, desde os momentos-chave da história da França até à vida íntima e romântica do imperador.
Conhecer Napoleão significa, em certa medida, entender a Europa em que vivemos hoje.


Das inúmeras iniciativas que ocorrerão ao longo do ano, destaques para a contribuição excepcional do Palácio de Versalhes com mais de 150 peças originais, do Musée de l’Armée com a exposição “Napoléon n’est plus”, do Musée national du château de Fontainebleau com a mostra À la rencontre de Napoléon Ier , no Musée National du Chateau de Malmaison a exposição Napoléon aux 1001 visages ou, brevemente, “Joséphine & Napoléon, une histoire (extra)ordinaire” na Maison Chaumet.

‘Toccata prima del quinto tono’, de Claudio Merulo

De Claudio Merulo [Corregio, 8 Abril 1533 – Parma, 4 Maio 1604], organista e compositor transalpino da escola veneziana tardo-renascentista, a Toccata prima del quinto tono, com Marco Mencoboni no cravo.


 

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