Archive for the ‘ Pintura ’ Category

Nos 510 anos da morte de Bosch…

Dia de evocar Hieronymus Bosch [c. 1450 – 9 Agosto 1516] nos 510 anos da morte, através do Tríptico do Carro de Feno, que pertence ao Museu do Prado.
Esta lição do Mestre sobre a transitoriedade da vida remete para princípios como o de evitar causar sofrimento desnecessário, ou o dever ético de respeito pelos direitos do outro.





‘Ground Swell’, de Edward Hopper

De Edward Hopper [22 Julho 1882 – 15 Maio 1967], um dos principais representantes do realismo do século XX, ‘‘Ground Swell’, de 1939.


National Gallery of Art

‘Plage, effet d’après midi’, de Henri-Edmond Cross

No centésimo septuagésimo aniversário sobre o nascimento do Mestre Henri-Edmond Cross [1856 – 1910], co-fundador da Société des Artistes Indépendants em meados da década de 80, onde conheceu Georges Seurat, entre outros artistas do movimento neo-impressionista,  a obraPlage, effet d’après midi’, (1902), que pertence à Colecção Carmen Thyssen.


‘The Opening of the Wallhalla’, de William Turner

No aniversário da morte e nos 250 anos do nascimento de Joseph Mallord William Turner [1775 – 1851], a obra The Opening of the Wallhalla de 1842, integrada na monumental exposição Turner 250, para visitar na Tate até Abril de 2026.
 

‘Murnau: Top of the Johannisstrasse’, de Kandinsky 

A partir de 1908, Wassily Kandinsky [16 Dezembro 1866 – 13 Dezembro 1944] e Gabriele Münter [19 Fevereiro 1877 – 19 Maio 1962] passaram longos períodos em Murnau, pequena cidade na região da Baviera onde Münter comprou uma casa em 1909. Os seus arredores pitorescos e ruas tranquilas tornar-se-iam um dos temas mais frequentemente abordados por ambos.


Murnau: Top of the Johannisstrasse, 1908 | Museo Nacional Thyssen-Bornemisza, Madrid

‘Les Demoiselles d’Avignon’, de Picasso

De Pablo Ruiz Picasso [Málaga, 25 Outubro 1881 – Mougins, 8 Abril 1973], a obra “Les Demoiselles d’Avignon” – Paris, Junho-Julho de 1907, é singular pela forma ousada como as suas protagonistas confrontam o espectador.



As mulheres de Avignon alude à dimensão psicossexual das prostitutas de Barcelona, expressa através da diferença cultural em que assenta a figura feminina africana colonizada.

‘Cabeça de Mulher, Retrato de Dora Maar’

“Tête de femme, no 7. Portrait de Dora Maar”, de 1939, pertence a uma série de desenhos nos quais Pablo Picasso [1881-1973] representou a pintora, fotógrafa e poeta francesa Dora Maar [1907-1997], que morreu neste dia 16 de Julho em Paris.
Tendo-a conhecido em 1936, rapidamente se deixou seduzir pela sua beleza e personalidade alegre; Dora Maar foi amante e companheira artística de Picasso nos finais do anos 30 e princípios de 40, com quem partilhou as suas preocupações intelectuais e políticas.
Produzidos durante os anos da Guerra Civil espanhola (1936-39) e da Segunda Guerra Mundial (1939-45), os retratos de Dora Maar reflectem não só o estado emocional de Picasso durante esse período, mas também a instabilidade da época.


‘San Francisco en oración ante el Crucificado’, de El Greco

De El Greco [Creta, 1541 – Toledo, 07 Abril 1614), a obra San Francisco en oración ante el Crucificado (cerca de 1585) pertence ao Museo de Bellas Artes de Bilbao, onde foi inaugurada no passado dia 1 deste mês de Abril a exposição a De Greco a Zuloaga, que abrange quatro séculos de arte espanhola.

Com obras de El Greco, José de Ribera, Francisco de Zurbarán, Bartolomé Esteban Murillo, Luis Paret, Francisco de Goya e Ignacio Zuloaga, para visitar até 25 de Setembro.


‘Saint John Before God and the Elders, from The Apocalypse’, de Albrecht Dürer

Apocalipse com Imagens (do latim: Apocalipsis cum figuris) é uma série de quinze xilogravuras de Albrecht Dürer [21 Maio 1471 – 6 Abril 1528] que retrata várias cenas do Livro do Apocalipse, ou Livro da Revelação de João, o último Livro do Novo Testamento.
A obra, publicada em 1498, foi um grande sucesso em toda a Europa.


Marc Chagall, o poeta com asas de pintor

A definição de Henry Miller [1891-1980] adequa-se muito bem à expressão onírica do trabalho de Marc Chagall [1887-1985], que morreu no sul de França a 28 de Março, justamente há 40 anos.
Com cerca de 160 obras expostas, La Fundación Mapfre em Madrid dedicou-lhe em 2024 uma grande exposição intitulada ‘Chagall. Um grito de liberdade’, o que acrescentou um novo olhar à obra do artista de origem russa naturalizado francês, à luz de acontecimentos que testemunhou ao longo da primeira metade do século XX, desde duas guerras mundiais à discriminação devido às suas raízes judaicas.


“Solitude”, 1933 – Museu de Arte de Tel Aviv, doação do artista em 1953