A última colaboração de Reggie Workman com John Coltrane

O contrabaixista norte-americano Reggie Workman, que neste dia 26 de Junho celebra o 85º aniversário, juntou-se no início de 1961 ao Quarteto de John Coltrane [1926-1967], onde então brilhavam McCoy Tyner, Jimmy Garrison e Elvin Jones.
Workman participou nas sessões ao vivo no mítico clube nova iorquino Village Vanguard, após o que abandonaria a formação para se juntar ao Jazz Messengers de Art Blakey, com quem gravou Caravan.
Fica a última participação no álbum Coltrane “Live” at the Village Vanguard, gravado no início de Novembro de 1961 e lançado no ano seguinte pela Impulse Records.


‘Dies iræ’, de Michel-Richard Delalande

De Michel-Richard Delalande [15 Dezembro 1657 – 18 Junho 1726], compositor e organista do barroco e mestre do grande moteto francês, a peça Dies iræ, S. 31: Pie Jesu Domine.


Álbum: Michel-Richard de Lalande: Grands Motets, Dies irae, Miserere, Veni creator, 2022
Ensemble Correspondances · Sébastien Daucé

‘Empyrean Isles’, de Herbie Hancock (III)

No dia 17 de Junho de 1964 o pianista de jazz norte-americano Herbie Hancock contou com a colaboração de Ron Carter (baixo), Freddie Hubbard (corneta) e Anthony Williams (bateria)  para gravar o seu quarto álbum para a Blue Note, Empyrean Isles. Fica o primeiro tema do lado A, One Finger Snap.


Jaki Byard – 100 anos

Do multi-instrumentista norte-americano Jaki Byard [1922-1995], nascido neste dia 15 de Junho precisamente há 100 anos, ‘Searchlight’ – a terceira composição do álbum ‘Out Front!’, gravado em Maio de 1964 e editado pela Prestige Records no ano seguinte. Como side-man, Jaki Byard colaborou com Charles Mingus durante toda a década de sessenta.


Músicos: Jaki Byard – piano, saxofone alto; Richard Williams – trompete; Bob Cranshaw – baixo; Walter Perkins – bateria.

‘Nefertiti’, de Miles Davis

Pouco antes do início da transição para os registos eléctricos do jazz de fusão, ‘Nefertiti’ (1968) foi o quarto e penúltimo álbum do ‘segundo quinteto clássico’ de Miles Davis, com Wayne Shorter , Herbie Hancock , Ron Carter e Tony Williams.
Escrtita por Wayne Shorter, a composição que dá nome ao álbum foi gravada a 7 de Junho de 1967, na primeira de quatro sessões que tiveram lugar nos estúdios da Columbia entre Junho e Julho.


‘On the Corner’, de Miles Davis (II)

Produzido por Teo Macero, On the Corner (1972) foi gravado em três sessões: 1 e 6 de Junho e 7 de Julho, e lançado a 11 de Outubro pela Columbia Records. Pertencente ao período eléctrico de Miles Davis, iniciado em 1970 com Bitches Brew, este trabalho continua a explorar o jazz de fusão com a incorporação de instrumentos eléctricos como o baixo, a cargo de Michael Henderson, o piano e o sintetizador com Herbie Hancock e Chick Corea.
Gravada a 6 de Junho, a composição que fecha o lado B do álbum teve ainda a participação de nomes como Jack DeJohnette, Bennie Maupin, Paul Buckmaster, Don Alias, Carlos Garnett e John McLaughlin.


‘Dark Lights in a White Forest’, de Sun Ra

Na passagem do vigésimo nono aniversário sobre a morte do visionário compositor Sun Ra [1914-1993], a composição ‘Dark Lights in a White Forest’ do álbum Omniverse (El Saturn Records, 1979), interpretada pelo colectivo musical The Arkestra, com Sun Ra (piano), John Gilmore (sax tenor), Michael Ray (trompete), Charles Davis (sax barítono), Hayes Burnett (baixo) e Samarai Celestial (bateria).


‘Mancare Dio mi sento’, de Geminiano Giacomelli

Na passagem do trecentésimo trigésimo aniversário sobre o nascimento do compositor e teórico italiano Geminiano Giacomelli [1692-1740], a ária ‘Mancare Dio mi sento’, extraída da ópera em três actos Adriano in Siria (Veneza, 1733), tendo como solista a meio-soprano norte-americana Vivica Genaux.


Álbum: Arias for Farinelli (2002) · Akademie für Alte Musik Berlin · René Jacobs 

‘The Sheridan Theatre’, de Edward Hopper

De Edward Hopper [22 Julho 1882 – 15 Maio 1967], um dos principais representantes do realismo do século XX, ‘The Sheridan Theatre’ de 1937.


‘A Grande Onda’, de Hokusai

Hokusai [1760 – 10 Maio 1849], artista japonês activo durante o período de grande efervescência na literatura, filosofia e artes denominado Edo (1615–1868), ficou conhecido pela série “Trinta e seis vistas de Monte Fuji” (1831-34) , da qual fica a icónica xilogravura “A Grande Onda de Kanagawa” (ca. 1830–32).


Hokusai cleverly played with perspective to make Japan’s grandest mountain appear as a small triangular mound within the hollow of the cresting wave.
Via Met Museum

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