Arquivo por Autor
Uma vez mais ao abrigo do protocolo de colaboração celebrado em 1997 com a Fundação Bancaja, a Fundação D. Luís I apresenta até 8 de janeiro, no Centro Cultural de Cascais, uma importante coleção de 39 trabalhos da obra gráfica de Pablo Picasso. Trata-se da produção realizada pelo artista espanhol durante o período em que viveu com a sua mulher Jacqueline Roque, na vila La Californie, em Cannes, entre 1955 e 1960. A exposição tem como ponto de partida os esboços realizados pelo pintor, posteriormente reproduzidos na suite Le Carnet de La Californie, que foi adquirida pela Fundação Bancaja em 2007, e será complementada com gravuras, livros ilustrados e escritos da autoria do pintor, também pertencentes à colecção. As obras produzidas por Picasso nesta fase refletem a inspiração na atmosfera luminosa da casa e nos objectos que o rodeava, transmitindo a felicidade do pintor durante este período.
No Outono de 1925, Hergé começa a trabalhar no jornal Le Vingtième Siècle, interrompendo a colaboração para cumprir o serviço militar nos dois anos seguintes.
No dia 1 de Novembro de 1928 sai o primeiro número do suplemento juvenil do jornal – Le Petit Vingtième -,coordenado por Hergé. Com argumento de um dos redactores do jornal, Hergé desenha Les Aventures de Flup, Nénesse, Poussette et Cochonet .
No dia 10 de Janeiro de 1929, inicia-se no Le Petit Vingtième (nº 11) Tintin au pays des Soviets, a primeira de inúmeras aventuras do jovem repórter.
“Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem. Cada um é como é. “
Alberto Caeiro
O dia de hoje foi pintado em tons de cinzento carregado, entrecortado por sorrisos da mãe que já não reconhece o filho e uns vislumbres de sol a lembrar que ainda há uns dias era verão.
Regressado à Lisboa de morada, uma aula pela Professora Maria Calado no GEO e o inesperado reencontro com um antigo vizinho, jornalista de profissão, a quem pedi ajuda para uma Causa também de Lisboa. Da palestra ‘Cultura artística e produção arquitectónica na Lisboa de Ressano Garcia’, grande urbanista que trouxe um pouco do glamour de Paris para Lisboa, sobrou-me uma dúvida: o porquê de o termo ‘gaveto‘ (de que Lisboa tem magníficos exemplares), ter adquirido ao longo do tempo alguma conotação depreciativa. A professora disse-me para consultar pelo menos três dicionários!

A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves continua a oferecer-nos excelentes programas musicais. No passado domingo 22 tivemos a estreia em Portugal da deliciosa cravista francesa Élisabeth Joyé, num recital intimista e sem mácula, com um programa impressionista de pouco mais de uma hora. Tocou peças da escola francesa do século XVIII (posterior aos anos do Rei Sol), nomeadamente François Couperin, François Dagincourt e Jacques Duphly. De registar ainda que Elisabeth Joyé estudou em Amesterdão com Bob van Asperen, Gustav Leonhardt e Jos van Immersel.
Enquanto aguardamos com expectativa as 6 Sonatas em trio BWV 525 a 530o de Johann Sebastian Bach (1685-1750) pelo Ludovice Ensemble a 18 de Novembro, temos já no próximo dia 2 de Novembro às 19:00 o Programa “Iberia” com o Machina Lirica Duo (Monika Streitová, Flauta – Pedro Rodrigues, Guitarra), cujo programa pode ser consultado no site da Antena Dois, que transmitirá ambos os concertos.
A segunda edição do Córtex – Festival de Curtas-Metragens de Sintra, acontecimento produzido pela Associação Cultural e Teatral Reflexo, realiza-se entre 27 e 30 de Outubro no Centro Cultural Olga Cadaval. O Festival tem como principal objectivo estimular os Jovens Realizadores e Produtoras de Cinema!

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