De August Macke [3 Janeiro 1887 – 26 Setembro 1914], a aguarela Marché à Tunis II, fruto da experiência na Tunísia – para onde viajou na Primavera de 1914, na companhia de Paul Klee [1879-1940] e Louis Moilliet [1880-1962], poucos meses antes de morrer.
De Piero di Cosimo [2 Janeiro 1462 – 12 Abril 1522], pintor do Quattrocento italiano de quem se assinala este ano o 500º aniversário da morte, o óleo Vulcano ed Eolo maestri dell’umanità (ca. 1500–1505), inspirado numa alegoria da Genealogia deorum gentilium de Boccaccio [1313-1375].
Johann Georg Pisendel [26 Dezembro 1687 – 25 Novembro 1755], insigne violinista e compositor alemão do século XVIII, foi primeiro violino e director da célebre orquestra da corte de Dresden. Fica o primeiro andamento do Concerto para violino em Lá Menor, com arranjo de Antonio Vivaldi [4 Março 1678 – 28 Julho 1741], de quem Pisendel foi discípulo.
De Joseph Bodin de Boismortier [23 Dezembro 1689 – 28 Outubro 1755], compositor do barroco francês, contemporâneo de Mondonville e Rameau [1683-1764], a abertura (II) do Prólogo de Daphnis et Chloé, pastoral em três actos sobre libreto de Pierre Laujon, cuja première teve lugar no Concert Spirituel em 1747.
Tal como o contemporâneo Johannes Vermeer, também Pieter de Hooch cultivou a designada pintura de género de estética realista, que elegia a vida quotidiana, nomeadamente através da manipulação da luz na representação de interiores.
Pieter de Hooch [1629-1684] – “Leisure Time in an Elegant Setting”,ca. 1663-65 – The Metropolitan Museum of Art
De J.M. William Turner [23 Abril 1775 – 19 Dezembro 1851] ‘Sheerness as seen from the Nore’ de 1808, pertence a uma série de pinturas de grandes dimensões executadas durante a primeira década de Oitocentos, dedicada à representação de catástrofes naturais e tempestades no mar, iniciada em 1801 com ‘Bridgewater, Seapiece’.
No ducentésimo aniversário do nascimento de Gustave Flaubert [1821-1880], ‘La Légende de Saint Julien L’Hospitalier’, um manuscrito ilustrado de 1912 por Amadeo de Souza-Cardoso [1887-1918], a partir de um conto do escritor francês datado de 1877.
Pertence ao acervo do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.
Produzido pelo fundador da Blue Note Alfred Lion, o álbum Free Form do trompetista norte-americano Donal Byrd [1932-2013], gravado para a Blue Note nos Estúdios Van Gelder em 12 de Dezembro de 1961, há precisamente sessenta anos, contou a participação de: Wayne Shorter, saxofone tenor | Butch Warren, contrabaixo | Herbie Hancock, bateria | Billy Higgins, bateria. Fica o primeiro tema do lado A do álbum, A Pentecostal Feelin’.
Na passagem do nono aniversário da morte do Padrinho da World Music, a evocação da sua memória através da música clássica hindustani do norte da Índia, expressa na Raga Mishra Piloo.
São quase 60 minutos de espiritualidade a que nos convidam estes dois virtuosos e venerados músicos, Ali Akbar Khan [1922-2009] no alaúde e Ravi Shankar [1920-2012] no sitar.
De Giulio Caccini [8 Outubro 1551 – 10 Dezembro 1618], compositor do final do Renascimento, a quem o Musica Aeterna dedicou uma emissão nos 400 anos da morte e que, a par de Jacopo Peri, foi um dos pioneiros do estilo recitativo, a composição Amarilli Mia Bella para voz solo e baixo contínuo, extraída da colecção “Le Nuove Musiche” (1602), composta por 12 madrigais e 10 árias.
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.