‘Hockney-Van Gogh: A Alegria da Natureza’

Estão separados no espaço e no tempo mas comungam do mesmo fascínio pela natureza. Cerca de 50 obras criteriosamente escolhidas de David Hockney [n. 1937] e Vincent van Gogh [1853–1890] a partir de hoje e até ao último dia da Primavera na Exposição Hockney-Van Gogh: The Joy of Nature no The Museum of Fine Arts, Houston.


“Woldgate Vista, 27 July 2005” – © David Hockney – Photo Credit: Richard Schmidt


Vincent van Gogh – “Field with Irises near Arles”, 1888
Van Gogh Museum, Amsterdam


“Under the Trees, Bigger” 2010-2011 – © David Hockney – Photo Credit: Richard Schmidt


Vincent van Gogh – “Tree Trunks in the Grass” – late April 1890
Kroller-Muller Museum, Otterlo, the Netherlands

‘Semper Dowland semper Dolens’, de John Dowland

De John Dowland, compositor e alaudista inglês, que viveu entre 1563 e 1626, a pavane ‘Semper Dowland semper Dolens’, extraída da colecção de música instrumental Lachrimae ou Seaven Teares, publicada em 1604.


Álbum: Dowland: Vivere in Novissima Vultus, 2020
Orchestre Baroque d’Avignon – Lois de Crilhon

‘Quinteto para guitarra e quarteto de cordas’, de Luigi Boccherini

De Luigi Boccherini [Lucca, 19 Fevereiro 1743 – Madrid, 28 Maio 1805], prolífico compositor do classicismo e autor de mais de cinco centenas de peças para cordas, o terceiro e quarto andamentos do Quinteto em Ré maior para guitarra e quarteto de
cordas nº 6 – III. Grave assai – IV. Fandango


Álbum: Boccherini: La musica notturna delle strade di Madrid, 2011
Carles Trepat, guitarra clássica · Cuarteto Casals

‘Archers Shooting at a Herm’, de Michelangelo

Michelangelo Buonarroti [Caprese, 6 March 1475 – Rome, 18 February 1564]
Archers Shooting at a Herm, c.1530
Royal Collection Trust


Heresia Astronómica

A 17 de Fevereiro de 1600, o monge Giordano Bruno, filósofo, matemático e astrónomo italiano nascido em 1548, foi queimado vivo, atado a um poste, por afirmar que o Universo podia ser infinito e que haveria muitos planetas habitados, além da própria Terra. O inquisidor foi precisamente… Roberto Belarmino, mais tarde beatificado (1923) e canonizado (1930), passando a ser Santo e conhecido como São Roberto Belarmino.


‘First Circle’, de Pat Metheny Group

Do álbum Pat Metheny Group – First Circle (1984), gravado entre 15 e 19 de Fevereiro de 1984, fica a faixa-título na versão ao vivo em Tóquio no ano seguinte.


Pedro Aznar, guitarra acústica, voz e percussão · Pat Metheny, guitarra acústica
Steve Rodby, baixo · Paul Wertico, bateria · Lyle Mays, piano e sintetizadores

Terpsichore‘, de Michael Praetorius

Michael Praetorius [15 Fevereiro 1571 – 15 Fevereiro 1621] foi um compositor e teórico alemão do período de transição entre a Renascença e o Barroco, autor de Syntagma Musicum – em três volumes [1615-1619], obra fundamental sobre a execução musical no século XVII.
Da extensa produção musical de Praetorius, destaque para as compilações seculares Musae Sioniae [1605–10] e Terpsichore [1612], da qual ficam Ballet à 4 (I) e (II), tendo como intérpretes o Ricercar Consort e o Ensemble La Fenice, com direcção artística de Philippe Pierlot.


Álbum: Praetorius: Terpsichore Musarum (Ricercar in Eco), 1994



‘Ombra mai fu’, de Francesco Cavalli

Francesco Cavalli [14 Fevereiro 1602 – 14 Janeiro 1676], compositor do início do Barroco, maestro di cappella na Basílica de São Marcos em Veneza, onde começou como cantor em 1616 sob a tutela de Claudio Monteverdi [1567-1643], é recordado fundamentalmente pelas suas óperas.
A ária ‘Ombra mai fu’ da Xerse, ópera em três actos apresentada pela primeira vez em 1654, foi adaptada em 1738 por George Frideric Handel [1685-1759] para a sua ópera Serse, também sobre o libreto de Nicolò Minato.


Álbum: Ombra mai fu – Francesco Cavalli Opera Arias, 2019
Ensemble Artaserse – Philippe Jaroussky, contratenor

‘Missa Pro Defunctis’, de Johann Caspar Kerll

De Johann Caspar Kerll [9 Abril 1627 – 13 Fevereiro 1693], organista na Catedral de Santo Estêvão em Viena [1675-1683] e um dos mais reputados docentes do barroco alemão, o Offertorium, extraído da Missa Pro Defunctis [1669].


Álbum: Johann Joseph Fux, Johann Caspar Kerll – Kerll & Fux: Requiems, 2016
Intérpretes: Ensembles L’Achéron e Vox Luminis, com direcção de Lionel Meunier.

‘Niobe Regina di Thebes’, de Agostino Steffani

Agostino Steffani [25 Julho 1655 – 12 Fevereiro 1728], organista e eclesiástico italiano natural da região do Veneto, cedo se notabilizou como compositor, primeiro com as missas que escreveu para a capela do Eleitor da Baviera em Munique, da qual se tornou organista em 1675, depois com as óperas que escreveu a partir do ínício da década de 1680.
Estreada originalmente em 1688 em Munique, “Niobe, Rainha de Tebas”, ópera dramática em 3 actos inspirada nas “Metamorfoses” de Ovídio, com libreto de Luigi Orlandi, foi apresentada em 2010 no Teatro Nacional de São Carlos.


Álbum: Steffani: Niobe, regina di Tebe, 2015
Solistas: Philippe Jaroussky, Karina Gauvin, Aaron Sheehan, Terry Wey, Jesse Blumberg, José Lemos
Paul O’Dette, alaúde
Boston Early Music Festival Orchestra, dirigida por Stephen Stubbs