Archive for the ‘ Spotify ’ Category

‘Il grosso mogul’, de Antonio Vivaldi

Desde que, em finais de 2015, ouvi pela primeira vez o violino de Lina Tur Bonet no recital de apresentação do Festival Terras Sem Sombra no CCB, fiquei encantado com o virtuosismo e a graciosidade de la spagnola.
Para sempre me arrependo de à saída não ter comprado as Sonatas do Rosário de Biber, que vou ouvindo no Spotify.
Hoje, a propósito de mais um aniversário do nascimento de Antonio Vivaldi [4 Março 1678 – 28 Julho 1741], fica o Concerto para Violino em Ré maior, RV 208a “Grosso Mogul”.
O disco Vivaldi: Il grosso mogul – Violin Concertos & Sonatas (2018) apresenta parte da produção menos conhecida do compositor veneziano.


Ensemble Musica Alchemica | Lina Tur Bonet, violino



‘Au Privave’, por Hank Mobley

Se fosse vivo, Hank Mobley completaria a 7 de Julho 90 anos.
O álbum Mobley’s Message de 1956, editado pela Prestige, é um dos primeiros trabalhos do notável saxofonista, que no ano seguinte iniciaria uma longa colaboração de mais de uma década com a Blue Note.
A abrir o lado B do álbum, a composição Au Privave, um standard de Charlie Parker, com Hank Mobley no saxofone tenor, Donald Byrd no trompete, Jackie McLean no sax alto, Barry Harris no piano, Doug Watkins no contrabaixo e Art Taylor na bateria.


‘Armonico Tributo’, de Georg Muffat

Georg Muffat [1 Junho 1653 – 23 Fevereiro 1704], compositor e organista do período barroco, nasceu em França, na região de Sabóia. Passou a adolescência em Paris, onde foi aluno da figura dominante na música francesa, Jean-Baptiste Lully. Após uma passagem por Praga em 1677, trabalhou como organista  e músico de câmara do Arcebispado de Salsburgo até 1680, onde foi contemporâneo de Heinrich Ignaz Franz Biber.

Nos dois anos seguintes esteve em Itália, onde conheceu Arcangelo Corelli e foi precisamente em 1682 que publicou o seu conjunto de sonatas Armonico Tributo. Desde 1690 até à data da morte, Georg Muffat foi Kapellmeister na Diocese de Passau, Alemanha.


Álbum – Muffat: Armonico Tributo, ℗ Ramée | Sonata V em Sol maior: V. Passagaglia, grave

‘Passacaglia’, de Dietrich Buxtehude

Dietrich Buxtehude (1637-1707) e o expoente do barroco alemão no século XVII, ilustrados musicalmente por Ton Koopman na famosa peça Passacaglia em Ré menor , BuxWV 161.

De referir que a monumental “Dieterich Buxtehude – Opera Omnia”  que Ton Koopman gravou entre 2005 e 2014, está no Spotify.

‘The Sea’, de Ketil Bjørnstad

Ketil Bjørnstad, pianista e compositor norueguês nascido em Oslo a 25 de Abril de 1952, teve a primeira gravação para a ECM em 1993 com Water Stories.
Em 1995, com David Darling no violoncelo, Terje Rypdal  na guitarra e Jon Christensen na bateria, editou The Sea, o terceiro de quatro poemas aquáticos que gravou ao longo da década de 90.


‘Belonging’, de Keith Jarrett

Produzido por Manfred Eicher para a ECM e gravado em Oslo entre os dias 24 e 25 de Abril de 1974, o álbum Belonging de Keith Jarrett conta com Palle Danielsson no baixo, Jon Christensen na bateria, Jan Garbarek no saxofone e Keith Jarrett no piano.

Being Dufay

No dia em que passam 545 anos da morte do franco-flamengo Guillaume Dufay [1397-1474], notável compositor renascentista, a homenagem através de um projecto inovador que combina a música vocal com a música electrónica e a imagem.
Being Dufay agrupa fragmentos vocais da música de Dufay pela voz do tenor John Potter (Hilliard Ensemble) com a textura musical do compositor Ambrose Field, acompanhados de projecções do realizador Michael Lynch.



Dream Theater – A Change of Seasons

A Change of Seasons dos Dream Theater, lançado em Setembro de 1995, é composto pela faixa que dá o título ao álbum e por um conjunto de covers apresentados ao vivo no Ronnie Scott’s Jazz Club em Londres.

 

As Suites de Johann Bernhard Bach

Johann Bernhard Bach [1676-1749], membro relativamente desconhecido da família Bach, era primo mais velho de Johann Sebastian.
Para um melhor conhecimento do seu legado musical, instrumental na sua totalidade, temos a interpretação, pelo Ensemble L’Achéron dirigido por François Joubert-Caillet, das quatro Ouvertures (Orchestral Suites), numa edição da outhere music. Em audição no Spotify.

‘Blue Maqams’, de Anouar Brahem

Depois do projecto Souvenance [ECM, 2014] apresentado pelo Quarteto do músico tunisino em concerto com a Orquestra Gulbenkian a 28 de Abril de 2015,  Anouar Brahem regressa a Lisboa para a apresentação ao vivo do álbum Blue Maqams [ECM, 2017] a 16 de Abril no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian,
Vem isto a propósito, claro está, do artigo de Gonçalo Frota publicado no Ípsilon:

No ano em que celebra o 60.º aniversário, o tunisino reuniu à sua volta uma formação de luxo — Dave Holland, Jack DeJohnette e Django Bates — para a gravação de Blue Maqams, lugar de encontro entre as liberdades da música árabe e do jazz.

O álbum pode ser escutado no Spotify