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“A Garland of Red”

O álbum de estreia do Trio do pianista de jazz Red Garland [1923-1984], com Paul Chambers no baixo e Art Taylor na bateria, foi gravado para a Prestige a 17 Agosto 1956, precisamente há 65 anos, num período de grande afirmação artística de Garland, já que  integrava o Quinteto de Miles Davis desde 1954, colaboração que se manteria até 1958.
Fica o standard What Is This Thing Called Love? escrito em 1929 por Cole Porter.


‘Not Guilty’, de Clifford Jordan

Do saxofone tenor norte-americano Clifford Jordan [1931-1993], o tema de abertura do álbum Cliff Jordan. A gravação para a Blue Note teve lugar nos Estúdios Van Gelder em Nova Jérsia a 2 de Junho de 1957 e contou com a seguinte formação: Curtis Fuller, trombone · John Jenkins, saxofone alto · Ray Bryant, piano · Paul Chambers, baixo · Art Taylor, bateria.


‘Au Privave’, por Hank Mobley

Se fosse vivo, Hank Mobley completaria a 7 de Julho 90 anos.
O álbum Mobley’s Message de 1956, editado pela Prestige, um dos primeiros trabalhos do notável saxofonista que no ano seguinte iniciaria uma longacolaboração de mais de uma década com a Blue Note.
A abrir o lado B do álbum, a composição Au Privave, um standard de Charlie Parker, com Hank Mobley no saxofone tenor, Donald Byrd no trompete, Jackie McLean no sax alto, Barry Harris no piano, Doug Watkins no contrabaixo e Art Taylor na bateria.


‘One Flight Up’, de Dexter Gordon

Gravado em 2 Junho 1964 para a Blue Note nos estúdios da CBS em Paris, One Flight Up contou com a participação de: Donald Byrd [1932-2013], trompete e autor do tema Tanya * Dexter Gordon [1923-1990], saxofone tenor * Kenny Drew [1928-1993], piano * Niels-Henning Orsted Pedersen [1946-2005], contrabaixo * Art Taylor [1929-1995], bateria.

Having a few earlier Dexter albums where he solos more or less continuously, it’s great to find him give lots of space to the other players, particularly in the Byrd-penned “Tanya” which  occupies all of side one, almost eighteen minutes. A minor modal vamp, shifting backwards and forwards, resolving in a boppish rhythmic romp, only to restart. Dexter is quietly restrained, Byrd plays to Hubbard, Drew plays to Pearson and Hancock, Taylor mixes Blakey with a touch of Williams, and NHOP walks dreamlike through the 18 minute space. Choose your own analogies and adjectives, hypnotic, intoxicating stuff. – The LondonJazzCollector.

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