Posts Tagged ‘ Renascimento Espanhol ’

‘Ave regina coelorum’, de Alonso Lobo

Ainda que sem o reconhecimento atribuído a Tomás Luis de Victoria, o compatriota Alonso Lobo [1555 – 5 Abril 1617] foi tido em grande consideração na Península Ibérica durante a Renascença.


Álbum: From Spain To Eternity – The Sacred Polyphony Of El Greco’s Toledo
Ensemble Plus Ultra, 2014

‘Tientos’, de Antonio de Cabezón

O compositor do Renascimento espanhol Antonio de Cabezón [1510-1566], natural de uma pequena povoação perto de Burgos, entrou em 1526 ao serviço da Família Real Espanhola como organista, pela mão da Rainha D. Isabel I de Portugal, filha de D. Manuel I e mulher de Carlos I de Espanha.
Entre a obra de Cabezón dedicada ao teclado, destaque para o tiento, obra musical na forma de moteto instrumental, típica da música espanhola do século XVI.


Do álbum Cabezon: Music for Keyboard (Glossa, 2013), ficam as peças Tiento sobre Qui la dira e Tiento VIII del octavo tono, interpretadas pelo cravista napolitano Enrico Baiano.

‘O crux benedicta’, de Francisco Guerrero

Na passagem do quadringentésimo vigésimo segundo aniversário da morte de Francisco Guerrero [1528 – 1599], um dos grandes nomes da música sacra espanhola do Renascimento e um dos maiores compositores espanhóis de sempre, o moteto ‘O crux benedicta’ extraído do álbum Motecta (Cantus Records, 1997), interpretado pelo Ensemble Musica Ficta, tendo como solistas Ignasi Jordà, Tomás Maxè, Albert Folch, Alicia Ramonet, Núrial Rial


‘Requiem’, de Cristóbal de Morales

Na passagem do quadringentésimo sexagésimo oitavo aniversário da morte de Cristóbal de Morales [c. 1500 – 1553], compositor de música sacra do Renascimento espanhol, considerado o principal representante da polifonia da Andaluzia durante a primeira metade do século XVI e, a par de Tomás Luis de Victoria e Francisco Guerrero, um dos grandes Mestres do Século de Ouro Espanhol, a primeira parte do Offertorium – Domine Jesu Christe, Rex gloriae,  extraído do Requiem, interpretado pelo Ensemble Musica Ficta, conjunto espanhol dedicado à interpretação da polifonia do Renascimento e do Barroco, com especial atenção para a música espanhola do século XVI, fundado em 1992 pelo seu maestro Raúl Mallavibarrena.


Album: Cristóbal de Morales: Requiem (Enchiriadis, 2021)

Alonso Lobo: Versa est in luctum

Ainda que sem o reconhecimento atribuído a Tomás Luis de Victoria, o compatriota Alonso Lobo [1555 – 5 Abril 1617] foi tido em grande consideração na Península Ibérica durante a Renascença.


Álbum: From Spain To Eternity – The Sacred Polyphony Of El Greco’s Toledo
Ensemble Plus Ultra, 2014

‘Missa Nunca Fue Pena Mayor’, de Francisco de Peñalosa

Francisco de Peñalosa [Talavera de la Reina, c . 1470 – Sevilha, 1 Abril 1528], sacerdote e compositor espanhol do Renascimento, foi um dos mais dignos de admiração dentro da geração anterior a Cristóbal de Morales. Da obra de Peñalosa foram preservadas seis missas, duas dezenas de motetos, sete magnificats, três lamentações e uma dezena de composições seculares. Da Missa Nunca Fue Pena Mayor para quatro vozes, composta sobre obra homónima a partir do Cancionero de Palacio, fica o Sanctus.


Álbum: Francisco de Peñalosa: Missa Nunca Fue Pena Mayor, 2011

Ensemble Gilles Binchois · Les Sacqueboutiers · Dominique Vellard

%d bloggers like this: