Posts Tagged ‘ Donald Byrd ’

Taylor’s Wailers

O álbum de estreia como leader do baterista de jazz norte-americano Art Taylor [1929-1995] – Taylor’s Wailers -, com Donald Byrd (trompete), Jackie McLean (sax alto), Charlie Rouse (sax tenor), Ray Bryant (piano) e Wendell Marshall (baixo) foi gravado para a Prestige a 25 de Fevereiro de 1957, precisamente há 65 anos. Fica o primeiro tema do lado A, Batland.


‘Free Form’, de Donald Byrd

Produzido pelo fundador da Blue Note Alfred Lion, o álbum Free Form do trompetista norte-americano Donal Byrd [1932-2013], gravado para a Blue Note nos Estúdios Van Gelder em 12 de Dezembro de 1961, há precisamente sessenta anos, contou a participação de: Wayne Shorter, saxofone tenor | Butch Warren, contrabaixo | Herbie Hancock, bateria | Billy Higgins, bateria.
Fica o primeiro tema do lado A do álbum, A Pentecostal Feelin’.

‘Au Privave’, por Hank Mobley

Se fosse vivo, Hank Mobley completaria a 7 de Julho 90 anos.
O álbum Mobley’s Message de 1956, editado pela Prestige, um dos primeiros trabalhos do notável saxofonista que no ano seguinte iniciaria uma longacolaboração de mais de uma década com a Blue Note.
A abrir o lado B do álbum, a composição Au Privave, um standard de Charlie Parker, com Hank Mobley no saxofone tenor, Donald Byrd no trompete, Jackie McLean no sax alto, Barry Harris no piano, Doug Watkins no contrabaixo e Art Taylor na bateria.


‘One Flight Up’, de Dexter Gordon

Gravado em 2 Junho 1964 para a Blue Note nos estúdios da CBS em Paris, One Flight Up contou com a participação de: Donald Byrd [1932-2013], trompete e autor do tema Tanya * Dexter Gordon [1923-1990], saxofone tenor * Kenny Drew [1928-1993], piano * Niels-Henning Orsted Pedersen [1946-2005], contrabaixo * Art Taylor [1929-1995], bateria.

Having a few earlier Dexter albums where he solos more or less continuously, it’s great to find him give lots of space to the other players, particularly in the Byrd-penned “Tanya” which  occupies all of side one, almost eighteen minutes. A minor modal vamp, shifting backwards and forwards, resolving in a boppish rhythmic romp, only to restart. Dexter is quietly restrained, Byrd plays to Hubbard, Drew plays to Pearson and Hancock, Taylor mixes Blakey with a touch of Williams, and NHOP walks dreamlike through the 18 minute space. Choose your own analogies and adjectives, hypnotic, intoxicating stuff. – The LondonJazzCollector.

%d bloggers like this: