De Michel Corrette [10 Abr 1707 – 21 Jan 1795], compositor e organista francês do barroco tardio, o segundo movimento do último dos seus populares Concertos Comiques:“Concerto comique” No.25 In G Minor “Les sauvages et La Furstemberg” – 2. Quand on scait aimer et plaire – Andante
No trecentésimo nonagésimo quinto aniversário do nascimento de Johann Caspar Kerll [1627–1693], organista na Catedral de Santo Estêvão em Viena [1675-1683] e um dos mais reputados docentes do barroco alemão, o Sanctus – Beneditus – Hosanna, extraído da Missa Pro Defunctis [1669].
Álbum: Johann Joseph Fux, Johann Caspar Kerll – Kerll & Fux: Requiems, 2016 Intérpretes: Ensembles L’Achéron e Vox Luminis, com direcção de Lionel Meunier.
Ainda que sem o reconhecimento atribuído a Tomás Luis de Victoria, o compatriota Alonso Lobo [1555 – 5 Abril 1617] foi tido em grande consideração na Península Ibérica durante a Renascença.
O compositor do Renascimento espanhol Antonio de Cabezón [1510-1566], natural de uma pequena povoação perto de Burgos, entrou em 1526 ao serviço da Família Real Espanhola como organista, pela mão da Rainha D. Isabel I de Portugal, filha de D. Manuel I e mulher de Carlos I de Espanha. Entre a obra de Cabezón dedicada ao teclado, destaque para o tiento, obra musical na forma de moteto instrumental, típica da música espanhola do século XVI.
Do álbum Cabezon: Music for Keyboard (Glossa, 2013), ficam as peças Tiento sobre Qui la dira e Tiento VIII del octavo tono, interpretadas pelo cravista napolitano Enrico Baiano.
Quando passam 125 sobre o nascimento de Jean Epstein [1897-1953], membro do movimento Première avant-garde ou impressionismo francês, o filme La Chute de la maison Usher (1928), uma adaptação do conto The Fall of House Usher (1839) de Edgar Allan Poe [1809-1849], tem como curiosidade o facto de Epstein ter tido como assistente de realização o jovem discípulo Luis Buñuel [1900-1983]. Em 2013, o filme foi restaurado digitalmente pela Cinémathèque française e pode ser visualizado aqui.
Do álbum de estreia como leader do baterista de jazz norte-americano Art Taylor [1929-1995] – Taylor’s Wailers (1957), a composição C.T.A. escrita pelo saxofonista Jimmy Heath [1926-2020] e gravada a 22 de Março de 1957, precisamente há 65 anos, foi o único tema que não constou da sessão de 25 de Fevereiro. Um monumento!
Art Taylor (bateria), John Coltrane (sax tenor), Red Garland (piano) e Paul Chambers (baixo)
No centésimo quinquagésimo aniversário do nascimento do artista holandês Piet Mondrian [7 Março 1872 – 1 Fevereiro 1944], vestidos de Yves Saint Laurent exibidos em 1966 com uma pintura do criador do Neoplasticismo, conhecido como Novo Design.
No centésimo vigésimo sétimo aniversário da morte de Berthe Morisot [1841-1895], respeitada e admirada no seio do Movimento Impressionista do qual foi co-fundadora, a obra ‘Fleurs blanches dans une coupe’ de 1885.
O álbum de estreia como leader do baterista de jazz norte-americano Art Taylor [1929-1995] – Taylor’s Wailers -, com Donald Byrd (trompete), Jackie McLean (sax alto), Charlie Rouse (sax tenor), Ray Bryant (piano) e Wendell Marshall (baixo) foi gravado para a Prestige a 25 de Fevereiro de 1957, precisamente há 65 anos. Fica o primeiro tema do lado A, Batland.
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.