‘Vasos, periódico y botella de vino’, de Juan Gris
De Juan Gris [23 Mar 1887 – 11 Mai 1927], «Verres, journal et bouteille de vin» (Vasos, periódico y botella de vino), 1913

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De Juan Gris [23 Mar 1887 – 11 Mai 1927], «Verres, journal et bouteille de vin» (Vasos, periódico y botella de vino), 1913

De Caspar David Friedrich [5 Setembro 1774 – Dresden, 7 Maio 1840], considerado um dos mais importantes artistas do início do romantismo alemão, a obra Sunset (Brothers) do período entre 1830 e 1835, que pertence ao Hermitage de São Petersburgo.

Nascido na Córsega em 1769, coroado imperador dos franceses em 1804 e exilado na ilha de Santa Helena, no Atlântico sul, a partir de 1815, depois da histórica derrota em Waterloo, Napoleão Bonaparte soltou o último suspiro a 5 de Maio de 1821 às 17:49, precisamente há 200 anos. Tinha então 51 anos.
Para evocar o bicentenário da morte do Imperador, o Grand Palais inaugura a exposição Napoléon no Grande Halle de la Villette [28 Maio – 19 Setembro 2021] sobre a fascinante personalidade que moldou a história de uma França pós-revolucionária.
Da ascensão ao declínio da aventura imperial, a exposição retrata em nove secções esse período crucial, desde os momentos-chave da história da França até à vida íntima e romântica do imperador.
Conhecer Napoleão significa, em certa medida, entender a Europa em que vivemos hoje.
Das inúmeras iniciativas que ocorrerão ao longo do ano, destaques para a contribuição excepcional do Palácio de Versalhes com mais de 150 peças originais, do Musée de l’Armée com a exposição “Napoléon n’est plus”, do Musée national du château de Fontainebleau com a mostra À la rencontre de Napoléon Ier , no Musée National du Chateau de Malmaison a exposição Napoléon aux 1001 visages ou, brevemente, “Joséphine & Napoléon, une histoire (extra)ordinaire” na Maison Chaumet.
Adquirida por Anastácio Gonçalves, em 1929 aos herdeiros de Higino de Mendonça, nesta “Praia das Maçãs”, apesar do título, não é a Natureza que assume um papel de destaque, mas sim a figura e a presença humanas. Com uma pincelada rápida e solta, num registo a partir da observação directa do motivo, José Malhoa [28 Abr 1855 – 26 Out 1933] remete-nos para uma prática que escapa às convenções mais academizantes. Via Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves.

A Guerra da Independência Grega (1821-1827) contra o Império Otomano está ilustrada em várias obras de Eugène Delacroix [26 Abril 1798 – 13 Agosto 1863], desde O Massacre de Chios (1824) ao épico ataque surpresa ao acampamento turco que o General Markos Botsaris [c. 1788 – 21 Agosto 1823] liderou com apenas 350 homens contra cerca de 4.000 soldados albaneses, do qual resultou a morte heróica de Botzaris, dramaticamente caído enquanto os seus homens correm para ele, retratado ao centro deste estudo preparatório (1860-1862) que Delacroix deixaria incompleto após a sua morte. A obra pertence ao The Toledo Museum of Art no Ohio, EUA.

Ludovico Carracci [21 Abril 1555 – 13 Novembro 1619], pintor, gravador e impressor do Barroco Italiano, foi fundador da Accademia degli Incamminati que ajudou a desenvolver a chamada Escola da Bolonha no final do século XVI.
Ludovico Carracci foi um dos primeiros pintores a explorar o lado emocional da revelação divina. Em A Visão de São Francisco (1585), uma das primeiras obras do artista, ilustrou o episódio em que um dos seguidores de São Francisco testemunhou uma aparição da Virgem entregando o Menino Jesus ao santo, enfatizando a natureza intensamente espiritual da experiência de Francisco. Via Rijksmuseum, Amsterdão.

Com Ticiano [ca.1490 – 1576] e Tintoretto [1518 – 1594], Paolo Veronese [Verona , 1528 – Veneza , 19 Abril 1588] integra “o grande trio que dominou a pintura veneziana do século XVI”.
O último quartel do século XVI foi de intensa actividade para a oficina de Veronese, com um conspícuo trabalho para a igreja e aristocracia veneziana, expresso em grandes retratos e também formatos menores dedicados a temas mitológicos ou alegóricos, retirados da literatura clássica, com claras alusões eróticas e sensuais. Exemplos dessas produções são a Criação de Eva ( Art Institute of Chicago ), O Rapto de Europa (Palácio Ducal em Veneza) e Moisés salvo das águas (Museu do Prado em Madrid).
Também desse período são as famosas Quatro Alegorias do Amor (ca. 1575) , inicialmente fazendo parte de um único conjunto decorativo de um tecto, ou vários, e que actualmente pertencem à National Gallery em Londres.
Em 2015 o Museu Nacional de Arte Antiga teve como obra convidada “A Sagrada Família com Santa Ana” (ca. 1600), do pintor cretense Doménikos Theotokópoulos, conhecido como “El Greco” [1 Outubro 1541 – 7 Abril 1614]. Esta obra pertence ao Museo Nacional del Prado.

Em dia de aniversário do nascimento de René Lalique [6 Abril 1860 – 1 Maio 1945], a Fundação Calouste Gulbenkian celebra o aniversário deste mestre da Arte Nova e Arte Deco com a reabertura da exposição dedicada ao artista, subordinada ao título René Lalique e a Idade do Vidro. Arte e Indústria – até 12 de Abril.
O núcleo Lalique da Colecção do Fundador reúne perto de 200 obras da sua autoria, incluindo joias, vidros, objectos de uso quotidiano e desenhos que, pela sua qualidade e homogeneidade, é considerado único no mundo.
As imagens são da Exposição que vi em 2016.

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