Archive for the ‘ Aniversário ’ Category

‘Drifting Clouds’, de Caspar David Friedrich

Caspar David Friedrich [5 Setembro 1774 – 7 Maio 1840] – Drifting Clouds, 1820
Kunsthalle, Hamburg

‘A Evasão de Rochefort’, de Édouard Manet

A obra A Evasão de Rochefort – 1881, de Édouard Manet [23 Jan 1832 – 30 Abr 1883] integrou a exposição “As Idades do Mar”,  entre Outubro de 2013 e Janeiro de 2013, na Gulbenkian.

Por ocasião da monumental exposição  «Manet, inventeur du Moderne», que o Museu d’Orsay lhe dedicou em 2011, Le Figaro Hors-Série publicou uma edição especial intitulada «Manet, un certain regard», numa profunda abordagem à diversidade da paleta e da inspiração do genial pintor impressionista.

.

“Praia das Maçãs” de José Malhoa

Sobre o pintor naturalista português José Malhoa [28 Abr 1855 – 26 Out 1933], recomendo este artigo e uma Visita Guiada à Casa-Museu Anastácio Gonçalves, que o pintor mandou construir.

Esta obra insere-se num núcleo de vida burguesa onde a figura feminina joga um papel fundamental na apresentação de uma mundanidade relativamente elitista. Através de modelos anónimos, em manchas tocadas pelo sol ou sombra, estabelecem-se jogos de iconografias repetidas (chapéus de sol, canteiros de flores, vasos de barro, muros, bancos de jardim).

Numa ambiência pretensamente elegante, nesta esplanada da Varanda do Grego, Malhoa cria específicas situações cromáticas e luminosas. A sensação transmitida expressa uma certa leveza, delicadeza e finura. Registe-se a marcação impressiva da pincelada que, curiosamente, se alia a um sublinhar de contorno das figuras, pouco frequente na sua pintura, diluída em jogos de luz. Rodelas de sol mancham o chão, provocando uma sensação de jovialidade e frescura acentuada pelo contraste que com o forte azul marinho se estabelece.

A cena, captada em aparente instantâneo, contém uma narrativa implícita e sensual. A cumplicidade afectiva que assim se estabelece, entre o que é dado a ver e o que se convida a compreender, constitui um dos encantos maiores deste trabalho, de raro cunho urbano no conjunto da produção de Malhoa.
Maria de Aires Silveira

 

Quando se entende o Céu, não se entende a Terra

Jan van Goyen (13 January 1596 – 27 April 1656)
‘View of the Haarlemmermeer’, 1646 | The Metropolitan Museum of Art, New York
Jan Van Goyen - View of the Haarlemmermeer

São Jorge

Peter Paul Rubens [1577-1640] – ‘São Jorge e o Dragão’, 1607
Hagiografia na Folio e Art UK.

José Vianna da Motta [1868-1948]

Nascido neste dia 22 de Abril, o pianista e compositor José Vianna da Motta foi – em 2018, ano em que se comemoraram os 150 anos do seu nascimento -, objecto de uma série  de 12 programas na rubrica Caleidoscópio da Antena 2, intitulada O Legado de Vianna da Motta, da autoria de Bruno Caseirão.

No RTP Arquivos está disponível um documentário produzido para assinalar o primeiro centenário do nascimento de Vianna da Motta, com introdução do musicólogo e seu discípulo João de Freitas Branco.

José Vianna da Motta – Peça de Fantasia em Mi Maior, OP.2 | António Rosado, piano

«Los toros de Burdeos» de Francisco Goya

Em Novembro de 1825, um ano após chegar a Bordéus, Francisco Goya [30 Mar 1746 – 16 Abr 1828] produziu uma série de quatro litografias intitulada «Los toros de Burdeos», que pertencem ao Museu do Prado.
Os textos associados às imagens foram extraídos de: Plácido Arango Arias. Donación de 25 obras maestras de su colección de arte antiguo al Museo del Prado.

El famoso americano Mariano Ceballos

El famoso americano Mariano Ceballos

La estampa El famoso americano Mariano Ceballos muestra al torero argentino, célebre por lo arriesgado de lances como este, que le condujo a la muerte en la plaza de toros de Tudela en 1784. Como ilustración del pasado de la fiesta, Goya ya le había representado en dos estampas (núms. 23 y 24) de la Tauromaquia (1815) (Texto extractado de: Plácido Arango Arias. Donación de 25 obras maestras de su colección de arte antiguo al Museo del Prado, Museo Nacional del Prado, 2015).

Bravo toro

Bravo toro
En la estampa titulada Bravo toro la muerte es la protagonista indiscutible: el caballo, el torero, el picador y, previsiblemente, el toro sufren las consecuencias del enfrentamiento. Los intensos contrastes de luz y sombra, obtenidos mediante los trazos de lápiz, ayudan a incrementar el dramatismo de la composición, dominada por las figuras en primer plano (Texto extractado de: Plácido Arango Arias. Donación de 25 obras maestras de su colección de arte antiguo al Museo del Prado, Museo Nacional del Prado, 2015).

Dibersión de España

Dibersión de España
La estampa titulada Dibersión de España, parece reconocer que, a pesar de experimentar momentos de prohibición, las corridas de toros fueron un entretenimiento muy popular en tiempos de Goya. En primer término nos muestra a personas que, pese al drama al que asisten, con varios hombres corneados por los toros, revelan en sus rostros una inconsciente satisfacción.

Plaza partida

Plaza partida
Goya representó en la estampa Plaza partida, con una renovada libertad estilística, la esencia de las corridas de toros, en las que el valor y la muerte protagonizaban por igual las composiciones. Pese a su avanzada edad, Goya demostró la seguridad de su pulso y su dominio técnico a la hora de dibujar sobre la piedra con lápiz y raspador.

Tour Eiffel aux arbres, de Robert Delaunay

Sobre a obra Torre Eiffel com árvores, 1910 (Tour Eiffel aux arbres) de Robert Delaunay [12 Abr 1885 – 25 Out 1941], o Solomon R. Guggenheim Museum de Nova Iorque tem aqui um artigo.

‘Concerto comique’ de Michel Corrette

De Michel Corrette [10 Abr 1707 – 21 Jan 1795], o último dos seus populares Concertos Comiques:

Concerto comique No.25 in G minor “Les sauvages et La Furstemberg”, c.1773
1. Les Sauvages – Allegro
2. Quand on scait aimer et plaire – Andante
3. La Furstemberg – Allegro
Musica Antiqua Köln | Reinhard Goebel | Henk Bouman (harpsichord)

Rafael, O Príncipe das Artes

No próximo dia 9 de Abril ao serão a RTP2 exibe um documentário sobre vida e obra de Raffaello Sanzio.

escola-de-atenas

A vida e obra do pintor Raffaello Sanzio, um dos artistas maiores da Renascença

Um retrato cativante de um dos maiores artistas da Renascença e um dos que mais influenciou a arte moderna. Amplamente reconhecido e celebrado como um “enfant prodige”, tanto pelos seus pares como pelas gerações seguintes, Raffaello Sanzio integra, em conjunto com Michelangelo e Leonardo da Vinci, a tradicional tríade dos mestres da Renascença.

Uma história que começa na terra onde nasceu, Urbino, e passa por Florença, chegando a Roma e ao Vaticano, num total de 20 locais e 70 obras de arte, incluindo 40 das suas obras mais famosas e mais representativas.
Através de reconstruções históricas, testemunhos de importantes críticos e historiadores da arte, o documentário percorre a vida e obra do grande artista que marcou a passagem da Renascença para o Maneirismo e trouxe a arte figurativa a um nível sem precedentes.