Tour Eiffel aux arbres, de Robert Delaunay
Sobre a obra Torre Eiffel com árvores, 1910 (Tour Eiffel aux arbres) de Robert Delaunay [12 Abr 1885 – 25 Out 1941], o Solomon R. Guggenheim Museum de Nova Iorque tem aqui um artigo.
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Sobre a obra Torre Eiffel com árvores, 1910 (Tour Eiffel aux arbres) de Robert Delaunay [12 Abr 1885 – 25 Out 1941], o Solomon R. Guggenheim Museum de Nova Iorque tem aqui um artigo.
No próximo dia 9 de Abril ao serão a RTP2 exibe um documentário sobre vida e obra de Raffaello Sanzio.
A vida e obra do pintor Raffaello Sanzio, um dos artistas maiores da Renascença
Um retrato cativante de um dos maiores artistas da Renascença e um dos que mais influenciou a arte moderna. Amplamente reconhecido e celebrado como um “enfant prodige”, tanto pelos seus pares como pelas gerações seguintes, Raffaello Sanzio integra, em conjunto com Michelangelo e Leonardo da Vinci, a tradicional tríade dos mestres da Renascença.
Uma história que começa na terra onde nasceu, Urbino, e passa por Florença, chegando a Roma e ao Vaticano, num total de 20 locais e 70 obras de arte, incluindo 40 das suas obras mais famosas e mais representativas.
Através de reconstruções históricas, testemunhos de importantes críticos e historiadores da arte, o documentário percorre a vida e obra do grande artista que marcou a passagem da Renascença para o Maneirismo e trouxe a arte figurativa a um nível sem precedentes.
Jean-Honoré Fragonard [5 Avril 1732 – 22 Août 1806]
La leçon de musique, 1769 — Musée du Louvre.

Demis Roussos [1946-2015] ascendeu ao Olimpo há três anos.
Em 2018 assinala-se o 50º aniversário do lançamento de ‘End of The World’, álbum de estreia de Aphrodite’s Child, banda de rock progressivo que integrava nomes como Demis Roussos e Vangelis, com uma presença singular no movimento Rock Progressivo em finais de 60 do século passado.
Mais do que recordar o cantor romântico, pretendo hoje destacar a colaboração entre os músicos em dois temas:
Do álbum ‘End of The World’ – 1968, o single ‘Rain in Tears’, numa recriação do Canon de Pachelbel.
Da banda sonora que Vangelis compôs para ‘Blade Runner’ – 1982, o tema ‘Tales Of The Future’
Nascido em Londres em 1775, J.M. William Turner tinha apenas 14 anos quando foi admitido na Royal Academy of Arts. Tendo começado a pintar a óleo em 1796, fez viagens prolongadas a várias regiões da Inglaterra, Escócia e Irlanda. Em 1802 estudou os mestres no Louvre, com particular atenção a Claude Lorrain, que teve acrescida influência nas suas obras de efeitos atmosféricos lumínicos.
As pinturas de Turner são visões do poder da natureza, como as representações de naufrágios e desastres naturais. Ao abandonar a forma ou ao revelá-la apenas através de contornos indefinidos, Turner conferiu à luz um poder próprio.
Morreu na sua cidade natal a 19 de Dezembro de 1851.
Na obra ‘Paz – Funeral no Mar’, exposta na Tate Gallery em 1842, Turner presta homenagem ao pintor escocês David Wilkie, que morreu em 1841 a bordo de um vapor. A cena é dominada por uma névoa pálida que esbate a água e o céu na mesma luz fria. A única zona quente e luminosa é o local do funeral, onde o corpo é baixado à água, à luz de tochas flamejantes que parecem rasgar o casco do navio.
“I look up at the night sky, and I know that, yes, we are part of this Universe, we are in this Universe, but perhaps more important than both of those facts is that the Universe is in us. When I reflect on that fact, I look up—many people feel small, because they’re small and the Universe is big, but I feel big, because my atoms came from those stars.” – Neil deGrasse Tyson
