Posts Tagged ‘ François Couperin ’

Concerts Royaux – 300 anos depois, 10 anos depois…

Concerto comemorativo do 10.º Aniversário do Ludovice Ensemble
:: Ludovice Ensemble ::
Joana Amorim, flauta traversa | Sofia Diniz, viola da gamba | Fernando Miguel Jalôto, cravo
Centro Cultural de Belém, Pequeno Auditório | 17 Fevereiro, 21h00
Dez anos passaram desde que Joana Amorim e Fernando Miguel Jalôto, recém-regressados da Holanda, decidiram formar um grupo de música de câmara para interpretar o seu repertório favorito: as obras instrumentais do Barroco francês; 10 anos em que o grupo foi crescendo e amadurecendo. Quando se comemoram os 300 anos da composição desta obra-prima da música de câmara, os quatro Concerts Royaux, passam também 300 anos sobre o desaparecimento de uma figura essencial da História e da Cultura europeias, Luís XIV, para quem, segundo as palavras do autor, F. Couperin, estas obras foram escritos:
«Fi-las para os pequenos concertos de câmara a que Luís XIV me fazia vir quase todos os domingos do ano. Conservei-lhes o título pelo qual eram conhecidas na corte em 1714 e 1715».
Programa:
François Couperin: Concerts Royaux; Versailles, 1714/15 [composição e estreia]; Paris, 1722 [1ª edição]
Premier Concert [Sol M/m] – Quatrième Concert [Mi M/m]
intervalo
Second Concert [Ré M/m] – Troisième Concert [Lá M/m]

Leitura associada: Artigo de Cristina Fernandes, no Público.

Anúncios

Leçons de Ténèbres

François Couperin [1668 – 1733] – Leçons de Ténèbres du Mercredy Saint
Michel-Richard de Lalande [15 Décembre 1657 – 18 Juin 1726] – Leçons de ténèbres du Mercredy et du Vendredy Saint
Emma Kirkby & Agnès Mellon (sopranos), Charles Medlam (viole de gambe), Terence Charlston (orgue)

Couperin – As Lições de Trevas para Quarta-Feira Santa

Quarta-feira, 20 de Março – 21h30 | Igreja Saint Louis des français
Leçons de ténèbres pour le Mercredi Saint de François Couperin
Voz: Alberto Pacheco et Rui Aleixo | Violoncelo barroco: Edoardo Sbaffi | Cravo: Mário Trilha
As Lições de Trevas de François Couperin [1668-1733], uma série de três peças vocais escritas para as liturgias da semana Santa de 1714 na Abadia de Longchamp,  a partir das Lamentações de Jeremias sobre a primeira destruição de Jerusalém pelos Babilónios, onde o profeta chora a destruição de Jerusalém pelos Babilónios. Na tradição católica, simbolizam a solidão de Cristo abandonado pelos seus apóstolos.
A Igreja de Igreja de São Luis dos Franceses foi fundada em 1552 sob a invocação de São Luís, rei de França, destinada a servir de local de culto à comunidade francesa residente em Lisboa. Em 1622 concluem-se as obras, e no primeiro quartel do século XVIII colocam-se os altares marmóreos de fabrico italiano, bem como a pintura de um deles segundo encomenda de Luís XV de França.
Em 1755, a Igreja, situada nas portas de Santo Antão, sofre grandes danos com o terramoto e com o incêndio subsequente. Em 1768 colocam-se os três altares marmóreos, executados pelo escultor genovês Pasquale Bocciardo (1705-1791) segundo encomenda de Luís XV de França. No século XIX o imóvel passa para a posse do Estado Francês e em 1882 é instalado o órgão realizado em Paris por Aristide Cavaillé-Coll.No andar superior, em três salas, funcionava o hospital de São Luís, da Confraria do Bem-aventurado São Luís, que socorria todos os franceses pobres e necessitados de auxílio médico. Actualmente o hospital situa-se no Bairro Alto.
Fontes: http://revelarlx.cm-lisboa.pt | http://www.ifp-lisboa.com
Anúncios
%d bloggers like this: