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Concerts Royaux – 300 anos depois, 10 anos depois…

Concerto comemorativo do 10.º Aniversário do Ludovice Ensemble
:: Ludovice Ensemble ::
Joana Amorim, flauta traversa | Sofia Diniz, viola da gamba | Fernando Miguel Jalôto, cravo
Centro Cultural de Belém, Pequeno Auditório | 17 Fevereiro, 21h00
Dez anos passaram desde que Joana Amorim e Fernando Miguel Jalôto, recém-regressados da Holanda, decidiram formar um grupo de música de câmara para interpretar o seu repertório favorito: as obras instrumentais do Barroco francês; 10 anos em que o grupo foi crescendo e amadurecendo. Quando se comemoram os 300 anos da composição desta obra-prima da música de câmara, os quatro Concerts Royaux, passam também 300 anos sobre o desaparecimento de uma figura essencial da História e da Cultura europeias, Luís XIV, para quem, segundo as palavras do autor, F. Couperin, estas obras foram escritos:
«Fi-las para os pequenos concertos de câmara a que Luís XIV me fazia vir quase todos os domingos do ano. Conservei-lhes o título pelo qual eram conhecidas na corte em 1714 e 1715».
Programa:
François Couperin: Concerts Royaux; Versailles, 1714/15 [composição e estreia]; Paris, 1722 [1ª edição]
Premier Concert [Sol M/m] – Quatrième Concert [Mi M/m]
intervalo
Second Concert [Ré M/m] – Troisième Concert [Lá M/m]

Leitura associada: Artigo de Cristina Fernandes, no Público.

Concerto de Reis – Mirabile Misterium

9 Janeiro 2015 às 21h00 | Centro Cultural de Belém, Pequeno Auditório
Interpretando trabalhos do período medieval até ao século XIX, o Huelgas Ensemble apresenta um programa muito variado, com vozes e instrumentos. Algumas composições Ars Nova inebriantemente ritmadas, a par de motetes de Natal renascentistas (Sweelinck, Manchicourt, Gallus, Mouton, de Wert), são belamente contrastados com vários cânticos de Natal ainda desconhecidos, embora tocantes, e com vilancicos populares espanhóis. Há também a ressaltar: um cântico de Natal que Paul Van Nevel “desenterrou” de um missal parisiense do século XVIII e uma canção romântica de Peter Cornelius (1824 – 1874) baseada num coral de Natal de J. S. Bach.
Esta história musical em quatro capítulos começa com o nascimento em Belém, canta-se através da chegada dos Magos do Oriente e da perseguição feita por Herodes e finda com um epílogo.
Huelgas Ensemble
Paul Van Nevel Direcção musical
The birth in Bethlehem
Balaam de quo vaticinans (à 3) Anonymus, ca. 1300
Myrabile Mysterium (à 5) Jacobus Gallus 1550-1591
Este niño que es sol del Aurora (à 2, 4 & 8) Jerónimo Luca ca. 1630
Carol for Christmas-Eve (à 4) (from : Christmas Carols, London 1871)
2. The crime of Herodes
Hostis Herodes Impie (à 4) Anonymus, ca. 1320
Interrogabat Magos Herodes (à 4) Jean Mouton ca.1459-1522
Vox in Rama (à 5) Giaches de Wert 1535-1596
A voice from Ramah was there sent (à 4) B. Luard Selby (Engeland, 19th Century)
3. The travel of the three Kings Melchior, Gaspar and Balthazar
Vincti Presepio (à 3) Anonymus, ca. 1300
Reges Terrae (à 6) Pierre de Manchicourt, ca.1510-1564
Ab Oriente (à 5) Jan Pieterszoon Sweelinck , 1562-1621
Drei Könige (à 5) Peter Cornelius, 1824-1874
4. Epilogue
Quae stella sole pulchrior (à 1 & 4) Breviary of Paris, 1736
Dexen que Llore mi Niño (à 1, 4 & 8) António Marques Lésbio, 1639-1709
Fonte da informação – CCB

Quando o Violoncelo conquista a Europa

Concerto na Sala Luís de Freitas Branco do CCB | 1 Dez 2013 às 11h00
Ensemble Bonne Corde
Diana Vinagre direcção artística e violoncelo barroco
Rebecca Rosen violoncelo barroco
Pablo Zapico tiorba e guitarra barroca
Miguel Jalôto cravo
Este programa pretende mostrar como o violoncelo foi abordado, primeiramente em Itália e depois, à luz das diferentes escolas de composição, nos vários países europeus. É emoldurado por duas das sonatas de Vivaldi, o único destes compositores a fazer a carreira em Itália. Os outros compositores italianos, Platti e Caldara, fazem a maior parte das suas carreiras na Alemanha e na Áustria, respectivamente. No início da segunda parte, temos uma Sonata de Barrière, primeiro violoncelista francês a render-se ao estilo italiano, em cujos quatro livros de sonatas há uma fusão muito arrojada entre as escolas francesa e italiana. As Sonatas para violoncelo, assim como a restante obra do holandês Willem De Fesch, estão claramente marcadas pela influência do estilo italiano.

Ensemble Bonne Corde

Programa
Antonio Vivaldi – Sonata em Si bemol maior, RV 46
Giovanni Benedetto Platti – Sonata IV em Dó menor
Antonio Caldara – Sonata IV em Ré menor
Jean Barrière – Sonata IV em Sol maior (Livro II)
Willem De Fesch – Sonata n.º 3 em Ré menor, op.8
Antonio Vivaldi – Sonata em Lá menor, RV 44

Emma Kirkby no CCB

Só ontem tomei conhecimento, via Facebook, que a soprano Emma Kirkby se apresentará em concerto a 17 e 18 de Fevereiro no Centro Cultural de Belém, acompanhada pelo Divino Sospiro; Sob a direcção musical de Enrico Onofri, Dame Kirkby interpretará Eva na Oratória Morte d’Abel de Pedro António Avondano,  um dos músicos mais reputados e influentes artistas na segunda metade do século XVIII em Lisboa. Szuszi Toth e David Hansen, promissoras vozes barrocas, serão também intérpretes desta grande obra da musica portuguesa! Oportunidade a não perder!

Divino Sospiro – Telemann, O Paradigma do Barroco

DIVINO SOSPIROTelemann, Paradigma do Barroco Europeu | CCB, 11 Dez 2010 – 19:00

DIVINO SOSPIROViolino principal e direcção musical ENRICO ONOFRI

Primeiros Violinos ENRICO ONOFRI, Iskrena Yordanova, Elisa Bestetti, Reyes Gallardo, Josef Hohn | Segundos Violinos Alfia Bakieva, PAOLO PERRONE, LEONOR DE LERA, MIRIAM MACAIA | Violas Massimo Mazzeo, NUNO MENDES | Violoncelos DIANA VINAGRE, ANA RAQUEL PINHEIRO | Contrabaixo Marta Vicente | Oboés PEDRO CASTRO, ANDREIA CRAVALHO | Alaude PIETRO PROSSER | Fagotes JOSÉ GOMES | Cravo Miguel Jalôto
Programa – Georg Philipp Telemann
Ouverture Volker Ouverture TWV 55: B5 | Concerto para 3 violinos e cordas | Sinfonia Spirituosa TWV 44:1 | Concerto para oboé | Ouverture Les Nations ancienne et moderne TWV 55: G4
Biografia de DIVINO SOSPIRO (Via)
Divino Sospiro, orquesta barroca portuguesa fundada por el músico italiano Massimo Mazzeo, nació de la colaboración de músicos que compartían principios estéticos y su residencia en Portugal. Desde su creación Divino Sospiro se ha ganado un reconocido lugar entre las formaciones especializadas en música antigua de mayor rigor y calidad.
Con un repertorio que representa la esencia de su tiempo, Divino Sospiro interpreta sus conciertos siguiendo rigurosamente las directrices estéticas y estilistas de los periodos clásicos y barrocos. Entre sus conciertos podemos destacar diferentes colaboraciones en Folles Journée 2003, 2005, y 2006, seguido de una gira por Italia con un gran recibimiento tanto por el público como por la crítica. Ha sido también invitado por prestigiosos festivales e instituciones tales como: “Los Encuentros de Música Antigua de Loulé”, el Festival de Leiria, el Festival de “Ille de France” en Paris (concierto que fue grabado por Radio France, La Folle Journée Nantes, Lisboa, Tokio (con un éxito que superó cualquier expectativa), el Teatro Nacional de Sao Carlos en Lisboa, el Festival “Varna Summer” (Bulgaria), Febrero Lírico en San Lorenzo de El Escorial así como la clausura del Festival de Ambronay.
En mayo de 2006 Divino Sospiro realizó una gira en Japón. Debido al gran éxito obtenido recibió el encargo por parte de NICHION de grabar un CD con repertorio de Mozart; dicha grabación tuvo lugar en Portugal en el Centro Belém el 11 de noviembre de 2006 y desde su aparición en el mercado japonés han sido numerosos los galardones cosechados, incluso el sello de “Bestseller” así como la permanencia durante varias semanas en los primeros puestos de ventas en tiendas especializadas como “Tower Records”. Por otro lado existe el inminente proyecto de crear el sello “Sospiro” que se especializará en la grabación del espléndido repertorio portugués de los siglos XVII y XVIII.
A lo largo de su trayectoria has sido muchas y notables las colaboraciones de Divino Sospiro tanto de solistas como de directores: Christophe Coin, Katia y Marielle Labeque, Rinaldo Alessandrini, Chiara Banchini, Alfredo Bernardini, Enrico Onofri, Alexandrina Pendatchanska, Gemma Bertagnolli, Maria Cristina Kiehr, Vittorio Ghielmi entre otros.
Divino Sospiro está activamente involucrado en la docencia musical barroca proporcionando clases magistrales dadas por los violinistas barrocos Chiara Banchini y Enrico Onofri en colaboración con la Escuela de Música del
Conservatorio Nacional en el Centro Cultural de Belém en Lisboa. En dichas actividades han participado también Rinaldo Alessandrini, Alfredo Bernardini, Alberto Grazzi, Vittorio Ghielmi, Maria Cristina Kiehr, Gustav Leonhardt. Es digna de mención la inauguración del curso magistral de música antigua de la Universidad de Evora. Divino Sospiro ocupa en estos momentos el puesto de orquesta residente del Centro Cultural de Belén en Lisboa y su director habitual es Enrico Onofri con quien la agrupación mantiene una continua y preciada relación artística.

Um luminoso Monteverdi

As ligações referem-se à série de vídeos dedicados aos Concertos Promenade da BBC, Setembro de 2010.
Claudio Giovanni Antonio Monteverdi,1567 – 1643 – Vespro della Beata Vergine, 1610 / SV 206 | Monteverdi Choir | London Oratory Junior Choir | Schola Cantorum of The Cardinal Vaughan Memorial School | English Baroque Soloists | His Majestys Sagbutts and Cornetts | Conducted by John Eliot Gardiner

Com a devida vénia a Cristina Fernandes, que escreveu a crítica para o Público de 02-12-2010.
Em 2010, comemoram-se quatro séculos da publicação das Vésperas da Beata Virgem, de Monteverdi, em Veneza, pelo que esta obra paradigmática dos inícios do Barroco tem um lugar de destaque nas programações de várias instituições. Em Portugal, contamos com duas interpretações por músicos de alto nível num curto espaço de tempo. A primeira teve lugar na segunda-feira, na Gulbenkian, com o coro La Capella Ducale e o ensemble Musica Fiata, sob a direcção de Roland Wilson, e no dia 8 será possível ouvir a versão do agrupamento La Venexiana, dirigido por Claudio Cavina, no Centro Cultural de Belém.

As Vésperas de Monteverdi são uma obra de transição entre o antigo e o novo, que leva ao ponto mais alto, quer a herança da polifonia renascentista, quer as experiências florentinas e venezianas dos inícios do século XVII (como a monodia acompanhada e a policoralidade). À estrutura litúrgica tradicional do Ofício de Vésperas (com os seus Salmos, Antífonas, Hino e Magnificat), Monteverdi acrescentou quatro “concertos” para vozes solistas e baixo contínuo (por vezes também designados por motetes), onde explora características do novo estilo barroco, e a belíssima Sonata sopra Sancta Maria, onde a melodia de cantochão emerge sobre uma luxuriante textura instrumental.

Cada trecho tem uma constituição vocal e instrumental diversa, mas de uma maneira geral Robert Wilson dividiu os seus 10 cantores em dois coros, de modo a potenciar o jogo da policoralidade. O efeito a esse nível foi discreto e o resultado ganharia com uma acústica com mais ressonância, mas tal só seria possível num espaço mais adequado à música desta época do que o Grande Auditório Gulbenkian. Embora menos exuberante do que as interpretações por agrupamentos italianos, La Capella Ducale e o grupo Musica Fiata ofereceram uma versão luminosa das Vésperas que se foi tornando mais envolvente à medida que a obra avançava. O início tímido, com um Dixit Dominus algo linear e pouco pujante, contrastou com a transparência dos planos sonoros, a energia rítmica e as sedutoras nuances de colorido que caracterizaram o Magnificat no final.

Jan van Bijlert – The Concert, 1635-40

Entre outros belos momentos, destaca-se o Nisi Dominus ou o concerto Audi Coelum, com a solução bem conseguida de colocar o cantor responsável pelo eco fora do palco. Tal como sucedia na época de Monteverdi, os cantores responsáveis pelos solos são os mesmos que fazem as partes corais, demonstrando em geral uma sólida qualidade nas duas vertentes. No entanto, deveriam ter ido mais longe no plano da retórica musical e da relação texto-música. Por exemplo, o dueto de sopranos Pulchra es foi algo superficial e houve passagens (como na Sonata sopra Sancta Maria) com algumas imprecisões ou pequenas dessincronizações rítmicas.

Em compensação, o ensemble Musica Fiata demonstrou virtudes como o brilho da sonoridade dos sopros (trombones e cornetos) e um óptimo trabalho ao nível do baixo contínuo (órgão, chitarroni, harpa dupla, violone e lirone), que não se limitou a uma realização básica de preenchimento da harmonia, mas operou um verdadeiro diálogo com o conjunto e deu destaque à identidade de cada instrumento. Quer pela prestação dos músicos de Robert Wilson, quer pelo poder avassalador da extraordinária música de Monteverdi, a assistência foi tomada pelo entusiasmo no final, aplaudindo longamente em pé.

Cristina Fernandes

La Venexiana | Vésperas de Monteverdi

LA VENEXIANAVespro della Beata Vergine, 1610 | Centro Cultural de Belém, 8 Dez 2010 – 17:00

Para celebrar os 400 anos das Vésperas de Monteverdi, obra-prima do barroco italiano, representativa das melhores técnicas vocais da época, Claudio Cavina traz a Lisboa o consort La Venexiana.
Dono de uma extensa discografia, nomeadamente de uma edição de Monteverdi para a etiqueta Glossa, este ensemble vocal e instrumental é detentor de inúmeros prémios internacionais e é aclamado por todo o mundo como um dos melhores da actualidade.

CLAUDIO CAVINA direcção musical | ROBERTA MAMELI soprano | VALENTINA COLADONATO soprano | ANDREA ARRIVABENE contralto | DANIELE MANISCALCHI tenor | BALTAZAR ZUNIGA tenor | RAFFAELE GIORDANI tenor | MARIO CECCHETTI tenor | MARCO BUSSI baixo | SALVO VITALE baixo
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