“Amália por Júlio Resende”
“No final, isto é um disco de música e espero que vá ter ao lugar que lhe pertence, que é o do coração, não o do intelecto.” — Júlio Resende.
Este delicioso ‘negrume’ é desde já um dos acontecimentos musicais de 2013!
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“No final, isto é um disco de música e espero que vá ter ao lugar que lhe pertence, que é o do coração, não o do intelecto.” — Júlio Resende.
Este delicioso ‘negrume’ é desde já um dos acontecimentos musicais de 2013!
No âmbito da “Mostra Espanha 2013” o Mosteiro dos Jerónimos irá acolher o encontro “A Ordem de São Jerónimo – Uma história partilhada entre Espanha e Portugal” que terá lugar no Antigo Refeitório nos próximos dias 7, 8 e 9 de Outubro. Neste encontro serão apresentadas por especialistas portugueses e espanhóis diversas comunicações sobre a origem, expansão e o excepcional legado cultural e artístico da Ordem Jerónima na Península Ibérica. A inscrição e o acesso são gratuitos e os interessados em participar poderão também inscrever-se previamente clicando aqui.
O programa pode ser consultado aqui
Estão também convidados a assistir gratuitamente aos dois concertos integrados neste encontro:
CONCERTOS:
Dia 7 de Outubro – 21.30 h
Música profana ibérica do renascimento ao maneirismo (c.1502-c1650)
a cargo do grupo Segréis de Lisboa, no Refeitório do Mosteiro dos Jerónimos
Dia 9 de Outubro – 21.30 h
Cantadas y Tonos a lo Divino (1638-1747)
A música sacra Barroca nas festividades dos mosteiros espanhóis
a cargo do grupo Camerata Iberia, na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos
O programa completo poderá ser consultado em – http://www.mostraespanha2013.com/
O CORO DO TEJO vai participar na celebração dos 500 anos do Bairro Alto com um programa de música antiga. O concerto tem lugar na Igreja de Santa Catarina – ou dos Paulistas -, na Calçada do Combro, no próximo dia 19 de Setembro às 19h00.
:: ENTRADA LIVRE ::
Programa:
If ye love me – Thomas Tallis (1505-1585)
Il bianco e dolce cigno – Jacob Arcadelt (1505-1568)
La nuict froide et sombre – Orlandus Lassus (1532-1594)
Ce mois de mai – Clément Jannequin (1480-1560)
Au joli bois – Claude de Sermisy (1490-1562)
The silver swan – Orlando Gibbons (1583-1625)
Matona mia cara – Orlandus Lassus (1532-1594)
De “Un soir de neige” – Francis Poulenc (1899-1963)
De grandes cuillers de neige
La bonne neige
De “Six chansons” – Paul Hindemith (1895-1963)
La biche
Puisque tout passe
En hiver
Verger
Direção Musical: Clara Alcobia Coelho e Pedro Morgado
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
The Complete Sonatas for Violin and Obbligato Harpsichord
Rachel Podger (violin), Jonathan Manson (viola da gamba) and Trevor Pinnock (harpsichord)
François Couperin [1668 – 1733] – Trois Leçons De Ténèbres
Emma Kirkby & Judith Nelson (sopranos)
Jane Ryan (viole de gambe), Christopher Hogwood (orgue)
Couperin: Trois Leçons de Ténèbres – Première Leçon à une voix
Couperin: Trois Leçons de Ténèbres – Seconde Leçon à deux voix
Couperin: Trois Leçons de Ténèbres – Troisième Leçon à deux voix
Segundo a Academia Sueca, o autor foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura 2006 porque, ‘na busca pela alma melancólica da sua cidade, descobriu novos símbolos para o confronto e o cruzamento de culturas’.
Alvo dos nacionalistas turcos pela sua defesa da causa arménia e curda, Pamuk é autor de uma obra que descreve as tensões da sociedade turca, entre o Oriente e o Ocidente, e tem-se, repetidamente, pronunciado contra os fundamentalismos e pelo entendimento entre as culturas.
Uma mensagem cuja importância é mais do que evidente na actual conjuntura e que vale para todos os fundamentalismos: religiosos, políticos, étnicos.
Via Agenda Cultural de Lisboa
“Dentro de la escuela de pintura italiana destaca la pareja de lienzos de Giovanni Paolo Panini [17 de Junio de 1691 – 21 de Octubre de 1765], ‘La expulsión de los mercaderes del templo’ y ‘La piscina probática’, pintados en Roma hacia 1724 y cuyas escenas, con numerosos grupos de personajes, se organizan en el marco de monumentales arquitecturas.” – Via Museo Thyssen-Bornemisza.
Concerto L’Arpeggiata & Christina Pluhar
23 Fevereiro 2014, 19:00h – Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian.
“Uma viagem musical que parte de Portugal com destino à Turquia, passando pelas costas grega e italiana, em homenagem à miscigenação cultural estimulada pelo Mediterrâneo. Às cordas barrocas do L’Arpeggiata juntam-se instrumentos árabes (como o qanun e o oud), mas também a lira grega e a guitarra portuguesa. A proximidade e o interesse da cantora Mísia pela música destas geografias fazem dela uma guia perfeita para, através da sua voz, nos conduzir neste novo programa concebido por Christina Pluhar, fundadora do L’Arpeggiata”.

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