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Johann Sebastian Bach [1685-1750], George Frideric Handel [1685-1759] e Domenico Scarlatti [1685-1757] foram três personalidades fundamentais do Barroco Tardio que, por coincidência, nasceram no mesmo ano. Em comum, possuem também o facto de terem sido exímios intérpretes e improvisadores, e compositores de génio no domínio da música de tecla, ainda que a produção que destinaram a instrumentos como o órgão, o cravo ou o clavicórdio ocupe lugares bem diversos no seu percurso individual. Se hoje recordamos Scarlatti como um compositor indissociável do repertório para cravo (posteriormente adoptado pelos pianistas), a música de tecla ocupa um lugar relativamente circunscrito na produção de Handel e assume-se como um dos pilares centrais no desenvolvimento de Bach enquanto compositor. […]
Excerto de Bach, Handel e Scarlatti:Três Mestres da Música de Tecla do Barroco,
Cristina Fernandes, em catálogo da 7.ª edição do Festival Terras sem Sombra.
O segundo evento terá lugar a 16 de Abril, pelas 21h30, na igreja de Santo Ildefonso, matriz de Almodôvar, que recebe um concerto do cravista francês Pierre Hantaï, intitulado “Peregrinações – No 3º Centenário de D. Maria Bárbara, Princesa de Portugal”. O espectáculo gira em torno da música para tecla do século XVIII e incide em obras de Bach, Handel e Scarlatti.
Ligações recomendadas sobre o Festival:
O primeiro semestre de 1961 abalou, de facto, a Humanidade. Começou logo com os EUA a cortar relações com Cuba, embora sem prejudicar o negócio dos charutos. Do mal o menos. Em 4 de Fevereiro, avançámos rapidamente e em força para… Angola, o que nos valeu uma reprimenda do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Feitios! A 11 de Abril, tinha início em Jerusalém o julgamento de Adolf Eichmann, acusado de prejudicar seriamente as relações de boa vizinha que os alemães pretendiam manter com o resto da Europa. No dia seguinte, a 12 de Abril, um russo de nome engraçado tornava-se no primeiro ser humano a viajar no espaço – Yuri Gagarin demorou menos de duas horas a completar uma órbita terrestre. Lucky Bastard !
Em Maio, assim de repente, o único acontecimento relevante de que me recordo, ocorreu na Maternidade Alfredo da Costa. 🙂
Les dormeurs, de Abril de 1965, é uma das últimas grandes obras de Pablo Picasso. Especula-se que o casal que dorme representa o artista e a sua mulher de então, Jacqueline Roque. Picasso morreu a 8 de Abril de 1973 em Mougins, onde realizou Les dormeurs. As suas últimas palavras:
Fruto das limitações de espaço no Tubo, tive de compôr a Sinfonia em dois andamentos. 🙂
Na continuação do post anterior – Os Seis órgãos da Real Basílica de Mafra, onde foi apresentada a obra de João José Baldi – Gloria (da Missa para coro e seis órgãos) que encerrou o XIII Festival Internacional de Órgão de Lisboa, o programa segue com a Sinfonia para a Real Basílica de Mafra, de António Leal Moreira (1758-1819).
A concluir a série de três posts dedicados ao Concerto, será apresentado Cantochão – Ave maris stella (arranjo para coro e seis órgãos de João Vaz).
O conjunto dos seis órgãos da Basílica, único no Mundo, foi construído a pedido do Rei D.João VI pelos organeiros António Xavier Machado Cerveira e Joaquim António Peres Fontanes. Os trabalhos prolongaram-se ao longo das primeiras duas décadas do século XVIII; Concebidos como um todo, os seis instrumentos foram concluídos (e inaugurados?) entre 1806 e 1807. Nesse período, a primeira invasão francesa e o exílio da Família Real interromperam drasticamente a actividade musical na Basílica e a utilização regular do conjunto. A inexistência de repertório específico inspirou António Leal Moreira (1758-1819) para compôr a “Sinfonia para a Real Basílica de Mafra” (o vídeo será publicado amanhã).
Após duzentos anos de silêncio e mais de uma década de restauro, os seis órgãos da Basílica voltaram a tocar em Maio de 2010, naquele que foi por muitos considerado “o concerto do século”. O XIII Festival Internacional de Órgão de Lisboa terminou ontem com a repetição do concerto de inauguração.

Por ocasião da monumental exposição que o Museu d’Orsay dedica a «Manet, inventeur du Moderne», de 5 de Abril a 2 de Julho de 2011, Le Figaro Hors-Série publica uma edição especial intitulada «Manet, un certain regard», numa profunda abordagem à diversidade da paleta e da inspiração do genial pintor impressionista.
A luta grega pela libertação do domínio turco excitou a imaginação dos liberais intelectuais neo-helenísticos europeus.
Eugène Delacroix (1798-1863) escolheu o terrível massacre de Chios, segundo se crê ocorrido a 31 de Março de 1822, quando 20.000 habitantes das ilhas gregas foram assassinados, como forma de chamar a atenção.
Delacroix estruturou o plano de pintura em três pirâmides humanas de mortos e moribundos gregos, banhados em luz e côr harmoniosas, tendo-lhe posteriormente acrescentado um brilho difuso.
Fase temprana del cubismo practicada tanto por Braque como por Picasso entre 1908 y 1911 aproximadamente, caracterizada por el análisis estructural de las formas.
Analizadas en estructuras preferentemente geométricas, las formas no son para ellos una característica definida y fija de un objeto, sino una serie de planos que indican los límites exteriores e interiores de éste; límites que en ningún caso son absolutos debido a que siempre se ven afectados por sus relaciones con otras formas. Contrariamente a lo que se puede pensar, lo geométrico no aporta solidez ya que la apertura de las masas produce cierto efecto de dispersión de estos volúmenes a través del espacio representado, cuya escasa profundidad se articula mediante planos en facetas formando ángulos contiguos y superpuestos. Durante este periodo ambos artistas utilizan un color extremadamente apagado y es constante la visualización de un mismo objeto desde diferentes puntos de vista. Via.
Em cada Estação de Cy Twombly [1928-2011] (in Cy Twombly: Cycles and Seasons, 2008), as cores mostram a mudança de luz e temperatura. Começamos pela Primavera, a estação da energia e da esperança renovadas.

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