Em 2015, Max Richter lançou o seu projecto mais ambicioso até hoje – Sleep -, uma experiência sensorial de oito horas e meia.
O álbum conta com a participação do American Contemporary Music Ensemble e da soprano Grace Davidson.
Fica um excerto da performance na BBC Radio 3.
Com apresentação programada para 4 Abril 2020 no National Space Centre em Leicester (entretanto cancelada por razões óbvias), o álbum Rick Wakeman & The English Rock Ensemble – The Red Planet é anunciado como uma experiência instrumental keyboard-heavy. Acompanhado por Lee Pomeroy (baixo), Dave Colquhoun (guitarra) e Ash Soan (bateria), esta viagem a Marte representa para Wakeman o regresso às origens, inspirada em The Six Wives of Henry VIII de 1973.
O álbum The Dude de 1981, que inclui a participação de James Ingram e Patti Austin, é do melhor R&B que ouvi até hoje. Quincy Jones, que completa hoje a bonita idade de 87 anos, continua a ser uma referência para músicos em todo o mundo.
A primeira vez que ouvi o tema The Dude foi numa cassete com misturas que tinham sido gravadas no lendário “Studio 54” em New York. Isto é tão bom!
Juntamente com Al Jarreau [12 Mar 1940 – 12 Feb 2017], com o álbum ‘Breakin’ Away‘ e George Benson, que completa no próximo dia 23 deste mês de Março 77 anos, estes foram os músicos que me abriram as portas deste género musical.
Astor Piazzolla [11 Março 1921 – 4 Julho 1992], singular compositor de tango durante a segunda metade do século XX, escreveu em 1985 o Duplo Concerto para bandoneon e guitarrra, do qual fica o terceiro movimento, Tango.
Orquestra Sinfónica de Montréal, dirigida por Charles Dutoit
Daniel Binelli, bandoneón | Eduardo Isaac, guitarra
De Berthe Morisot [Jan 14, 1841 – Mar 2, 1895], ‘Bergère nue couchée’ de 1891.
A obra Ponte Carlos (Karlův Most em checo) pertence ao conjunto de vistas de Praga que o pintor expressionista de origem austríaca Oskar Kokoschka [1 Março 1886 – 22 Fevereiro 1980] executou entre 1934 e 1938, período em que se fixou na capital da então Checoslováquia.
O pintor valenciano Joaquín Sorolla y Bastida [27 Fevereiro 1863 – 10 Agosto 1923], considerado um mestre da luz intensa, teve dedicada à sua obra uma grande exposição antológica no Museu do Prado em 2009. Entre Outubro 2012 e Janeiro 2013 esteve representado na Exposição “As Idades do Mar” na Gulbenkian com a obra Figura de Branco. Mais recentemente, entre Outubro 2018 e Março 2019, o Museu Nacional de Arte Antiga organizou, em parceria com o Museu Sorolla, a Exposição Terra Adentro.
“Paseo a la orillas del mar”, 1909 – Museo Sorolla | Zoom na Google Arts & Culture.
