O mestre-organista Dietrich Buxtehude foi um dos maiores expoentes do período barroco alemão. Na cidade alemã de Lübeck, onde viria a morrer em 9 de Maio de 1707, com 70 anos de idade, Buxtehude exerceu as funções de Werkmeister e organista da Marienkirche desde 1668.
Bach e Handel visitaram Buxtehude
Em 1703, Buxtehude foi visitado pelo jovem virtuoso Handel, já reconhecido como um excelente artista. Dois anos mais tarde, Bach viajou para Lübeck na esperança de ouvir a famosa Abendmusiken (música nocturna) tocada por Buxtehude, com quem passou os meses seguintes a aprender a técnica – Albert Schweitzer fez notar as semelhanças de tratamento de Bach e Buxtehude no Prelúdio CoralEin’ feste Burg ist unser Gott.
Com Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg. Concorre em Cannes à Palma de Ouro, com Pedro Almodóvar (Los Abrazos Rotos), Alain Resnais (Les Herbs Folles), Michael Haneke (Das Weisse Band), Quentin Tarantino (Inglorious Basterds), Ang Lee (Taking Woodstock) e Alain Resnais (Les Herbs Folles).
Escrito em 1727 para a coroação do Rei George II e da Rainha Carolina, Zadok the Priest é um dos quatro hinos compostos por Handel para o efeito e o único que, até hoje, tem sido tocado em todas as cerimónias de coroação em Inglaterra.
Em Zadok the Priest, Handel parafraseia textos da Bíblia do Rei James, sobre a consagração de Salomão – A Rainha Bathsheba implora ao Rei David, às portas da morte, que entregue a coroa a seu filho, Salomão.
Escrito para coro e orquestra, o hino inicia-se com uma tensão crescente entre instrumentos até à entrada do coro, com grande intensidade dramática. Que tal, ouvir “Rejoicing”, “God save the King” e “Alleluia” como prelúdio da Meia-Final da Liga dos Campeões entre Arsenal e Manchester United? 🙂
Nem tudo vai mal na Lusitânia. Melhor dizendo, temos até bons motivos de satisfação sobre o jazz que se toca por cá; Desde o jovem Júlio Resende, que me fez uma simpática dedicatória no disco Alma, até este fresco de Rui Caetano, temos gente muito talentosa e com carreiras promissoras.
As imagens do vídeo são de autoria do fotógrafo inglês Stu Egan e a faixa Luisa pertence ao Álbum Reflexos, de 2008.
Rui Caetano, piano – Bernardo Moreira, baixo – Marco Franco, bateria.
Os vídeos que se seguem, deve ser visualizados num respeitoso silêncio, em memória de uns tipos que deram uma luta dos diabos antes de morrer. E não é bonito de ver! Só quem tenha andado à porrada a sério dá valor a estas coisas. Se quiser votar na morte mais valorosa, pode fazê-lo aqui. Nada de lamechiches, que eles têm sniferspara detectar lágrimas de crocodilo.
Uma selecção destas terá sempre de ser redutora, além de subjectiva. No entanto, custa a crer como é que o bravo Elias em Platoon (1986) fica de fora. Eu? Gostaria de morrer como o Bill, que teve uma vida preenchida. 🙂
Encontrei no Youtube uma interessantíssima conversa entre André Previn e… Oscar Peterson!!!
A conversão do vídeo tem um pequeno desfasamento com o áudio mas, de qualquer modo, são minutos bem aproveitados.
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.