Gustav Leonhardt toca Buxtehude
Partilhado com amigos especiais…
Archive for the ‘ Música ’ Category
Partilhado com amigos especiais…
Patrick Joseph Cowley (19-10-1950 / 12-11-1982), compositor de música disco e Hi-NRG (High Energy) cujo estilo é frequentemente comparado ao de Giorgio Moroder e a quem é atribuído o pioneirismo na música de dança electrónica, conheceu Sylvester nos finais da década de 70, com quem se juntou em estúdio para gravar You Wanna Funk. Muito popular na cena gay no início da década de 80 foi o seu hit Menergy. A minha faixa preferida será sempre Megatron, cujo vinil ainda hoje me arrependo de ter oferecido! 😦
Patrick Cowley – Menergy, 1981
Sylvester & Patrick Cowley – Do You Wanna Funk
Patrick Cowley – Megatron Man, 1981
Patrick Cowley – I Wanna Take You Home, 1981
I Feel Love (Donna Summer) – Remix de Patrick Cowley, 1982
Constituindo a etapa mais fecunda e gloriosa das Artes e das Letras em Espanha, o período compreendido entre o Renascimento e o Barroco, isto é, o Siglo de Oro, estendeu-se ao longo de quinhentos e seiscentos. Nessa época a ficção do país vizinho alcançaria o apogeu de universalidade e expressão com o “Dom Quixote”, a obra-prima de Miguel de Cervantes, e outros géneros literários onde sobressaem as obras picarescas Lazarillo de Tormes, de autor anónimo, cuja edição mais antiga data de 1554, concebida em forma de autobiografia e num estilo epistolar como se de uma longa missiva se tratasse, e Guzmán de Alfarache, publicada, em duas partes, na viragem do século, da autoria de Mateo Alemán, escritor que estabeleceu e consolidou as suas tipologias características. Além disso, foi também a época dourada da poesia, visto Juan Boscán e Garcilaso de la Vega terem adaptado o género lírico transalpino ao castelhano e proporcionado que a sua expressão máxima fosse conseguida na prosa de Santa Teresa de Ávila e na poesia mística de Frei Luis de León e São João da Cruz.
João Chambers. Para ouvir no Musica Aeterna de hoje.
Em 1521, vive-se o início perturbado dum grande império que abre à Espanha as portas da Europa renascentista e impregnada pelas ideias da Reforma, em guerra com a França, por rivalidade na disputa do trono da Alemanha.
Com o poeta Juan Boscán, a quem ficará ligado na sua vida e na sua obra, desde o seu desenvolvimento até à sua publicação póstuma, Garcilaso participou na defesa da ilha de Rodas, atacada pelos turcos, em 1522.
O período mais fecundo da sua obra corresponde aos anos de 1533-36, quando Garcilaso, em Nápoles e relacionado com poetas e humanistas italianos, tinha assimilado por completo o espírito e o sentido artístico do Renascimento.
No verão de 1535, Garcilaso tomou parte na expedição do Imperador carlos V a Tunes: foi ferido em combate, o que não o impediu de participar no ataque a fortaleza da Goleta.
In “Garcilaso de la Vega – Antologia Poética”, de José Bento
SONETO XXXIII – A BOSCÁN DESDE LA GOLETA
Boscán, las armas y el furor de Marte,
que con su propria fuerza el africano
suelo regando, hacen que el romano
imperio reverdezca en esta parte,
han reducido a la memoria el arte
y el antiguo valor italïano,
por cuya fuerza y valerosa mano
África se aterró de parte a parte.
Aquí donde el romano encendimiento,
donde el fuego y la llama licenciosa
solo el nombre dejaron a Cartago,
vuelve y revuelve amor mi pensamiento,
hiere y enciende el alma temerosa,
y en llanto y en ceniza me deshago.
Duarte Mendonça começou a produzir o Cascais Jazz em 1974, já na sua quarta edição. Agora é o responsável pelo renascimento do festival que partiu do visionário Luís Villas-Boas.
1971: No Início era o Cascais Jazz…
Excelentes notícias!! Vamos lá matar saudades do que não vi… 🙂

Na primeira imagem, Peleu, pai de Aquiles, ordena a construção de Argo, destinada à demanda da lã de ouro do carneiro alado, ao sul das montanhas do Cáucaso. Na segunda imagem, vemos a construção da embarcação, com a ajuda da deusa Atena. Nas imagens seguintes, vemos o início da expedição de Argo.
Hoje, a música dos argonautas leva-nos para o Hemisfério Norte Celestial, a Andrómeda – não a filha de Cassiopeia -, mas à região das nebulosas, que é longe que se farta. 🙂
A viagem tem uma duração aproximada duas horas terrenas e o mano tem honras de abertura, com o tema Space Orgone.
Na Antena 2, a partir das 22h00 – Jorge Carnaxide.
Alinhamento dos Planetas: Planetário III
Jos D´Almeida – “Space Orgone” – Software – “Julia´s Dream” – Tiamat – “Planets” – Kevin Keller – “Orbit” – Lightwave – “Tycho On the Moon” – Tomita – “The Orb of Beauty” – Cliff Martinez – “Wormhole” – Software – “Dea Alba” – Megt Bowles – “Slow Weave” – Patrick O´Hearn – “Beneath the Celestial Sphere” – Brian Eno – “Always Returning II” – Tó Neto – “Zuzu”
A personalidade e a harmonia de Sylvius Leopold Weiss (1687-1750), o mais eminente e prolífico alaudista da História da Música Ocidental, assinaladas também através de repertório dos contemporâneos Domenico Scarlatti, Arcangelo Corelli, Pierre-Gabriel Buffardin e Johann Sebastian Bach que com ele privaram. Para ouvir no Musica Aeterna de hoje.
Encontrei no Youtube a Partita in D minor, com Hopkinson Smith no alaúde.
Primeiros três movimentos – Fantasia, Allemande and Courante
Quarto e quinto movimentos – Gavotte and Sarabande
Sexto e sétimo movimentos – Menuet and Giga
A 17 de Novembro chega “The Catalogue”, caixa de oito discos que reúne todos os álbuns editados entre 1974 e 2003. Em 2010 o novo álbum
Como todos sabemos, os Kraftwerk, pioneiros da pop electrónica, nome destacado do “kraut-rock“, são banda de gente cerebral e arrumadinha. Todas as suas acções são arquitectadas com a precisão geométrica de uma auto-estrada germânica e com a sagacidade do Lance Armstrong dos bons velhos tempos – e eis-nos assim a referir de forma enviesada “Autobahn” e “Tour de France“, dois dos temas mais emblemáticos da banda alemã. Tudo isto para falar dos seus próximos passos. Primeiro, a 17 de Novembro, chega “The Catalogue”, caixa de oito discos que reúne todos os álbuns editados entre 1974 e 2003, celebrando o 35º aniversário da supracitada “Autobahn”. Depois da reavaliação histórica, o futuro. Ralf Hutter, um dos fundadores, anunciou à Billboard que os Kraftwerk começaram a trabalhar num novo álbum de originais, a editar em 2010. Será o primeiro após a saída de Florian Schneider, outro dos fundadores, e, para já, Hutter não tem muito a adiantar: “Ainda está numa fase embrionária.” Com os Kraftwerk não há espaço para especulações. Tudo muito certinho e arrumadinho. Como é que era mesmo? Isso: “Man machine.”. Via.
Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir…
Álvaro de Campos
Para ver e ouvir em Lisboa a 10 de Dezembro, no Campo Pequeno!

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