Melchior Franck [Zittau, ca. 1579 – Coburg, 1 Junho 1639], compositor protestante alemão activo durante a transição do Renascimento para o Barroco, exerceu desde 1603 até ao fim da vida o cargo de Kapellmeister da corte de Coburg. No início da sua formação foi aluno de Hans Leo Hassler.
O trabalho de Franck inclui música sacra em alemão e latim, motetos, salmos e música sacra, como os conhecidos Gemmulae Evangeliorum em quatro partes (também publicados como Provérbios do Evangelho em 1623).
Georg Muffat [1 Junho 1653 – 23 Fevereiro 1704], compositor e organista do período barroco, nasceu em França, na região de Sabóia. Passou a adolescência em Paris, onde foi aluno da figura dominante na música francesa, Jean-Baptiste Lully. Após uma passagem por Praga em 1677, trabalhou como organista e músico de câmara do Arcebispado de Salsburgo até 1680, onde foi contemporâneo de Heinrich Ignaz Franz Biber.
Nos dois anos seguintes esteve em Itália, onde conheceu Arcangelo Corelli e foi precisamente em 1682 que publicou o seu conjunto de sonatas Armonico Tributo. Desde 1690 até à data da morte, Georg Muffat foi Kapellmeister na Diocese de Passau, Alemanha.
Álbum – Muffat: Armonico Tributo (2019) – Sonata No.3 em Lá maior Ensemble Barroco 415 | Chiara Banchini
Giovanni Picchi [ca. 1571 – 17 Maio 1643], compositor italiano do início do período barroco e seguidor da escola veneziana, contribuiu para o desenvolvimento e diferenciação das formas instrumentais da época, como a sonata e a canzona – composição instrumental do Renascimento que deriva da chanson polifónica francesa.
Jean-Marie Leclair [Lyon, 10 Maio 1697- Paris, 22 Outubro 1764], compositor do barroco francês e o mais eminente violinista francês da sua época, ficou célebre pelas suas sonatas e pelos concertos para violino. Do primeiro volume da série de gravações dos concertos para violino de Leclair que a violinista suíça Leila Schayegh publicou em 2019 na Glossa, fica o Concerto em Sol menor, Op 10 nº 6 interpretado pela La Cetra Barockorchester de Basileia.
Dietrich Buxtehude, organista e compositor que se supõe ter nascido em 1637 na Dinamarca, representa, a par de Heinrich Schütz (1585-1672), o expoente máximo do barroco alemão no século XVII. Morreu neste dia 9 de Maio, em 1707. Por volta de 1680 Buxtehude escreveu Membra Jesu Nostri, com o título completo Membra Jesu nostri patientis sanctissima – em latim “Os membros santíssimos de nosso Jesus sofredor” -, um ciclo de sete Paixões, cada qual dedicada a uma parte do corpo do Cristo crucificado, em ordem ascendente: pés, joelhos, mãos, lado, tórax, coração, rosto. O texto combina versos da Bíblia com versos de um poema devocional medieval.
Álbum: Buxtehude: Membra Jesu Nostri, 2019 Da cantata nº 5, com a palavra bíblica «Sicut modo geniti», o Concerti a 3 voci «Ad pectus» Carlos Mena, contratenor · Jeffrey Thompson, tenor · Matthias Vieweg, baixo Ricercar Consort · Philippe Pierlot, viola baixo Maggie Urquhart, contrabaixo · Daniel Zapico, tiorba · François Guerrier, orgão
Henry Du Mont [1610 – 8 Maio 1684], organista e compositor do barroco francês, cuja carreira decorreu principalmente na Igreja de Saint-Paul-Saint-Louis em Paris, foi uma figura relevante durante o reinado de Luís XIV – o Rei-Sol, e fonte de inspiração para compositores como Michel-Richard Delalande [1657-1726] e Jean-Baptiste Lully [1632-1687]
Álbum: Henry du Mont: O mysterium, 2016 Ensemble Correspondances · Sébastien Daucé Motets pour la Chapelle du Roy: O mysterium
François d’Agincourt [1684 – 30 Abril 1758], cravista e compositor do barroco francês, trabalhou como organista da Cathédrale Notre-Dame na cidade natal de Rouen. O seu único livro de música para cravo que sobreviveu – 1er livre de clavecin (Paris, 1733) contém quarenta e três peças, inspiradas por François Couperin:
« Je n’ay rien changé aux agrémens ny a la manière de toucher de celle que Monsieur Couperin a si bien désignée et caractérisée et dont presque touttes les personnes de l’art font usage.»
Do álbum François D’Agincour – Pièces De Clavecin – peças de cravo dedicadas à Rainha Maria Antonieta (Glossa, 2001), a Allemande: La Couperin – Quatrième Ordre (En Mi Mineur), com Hervé Niquet no cravo.
O maestro japonês Masaaki Suzuki [ Kobe, 29 Abril 1954 – ], Director Musical do Bach Collegium Japan desde a sua fundação em 1990, tornou-se uma das principais autoridades na obra Bach. Susuki, que combina a carreira de regente com o trabalho como organista e cravista, dirigiu já as principais obras corais de Bach e as obras completas para cravo. O ano de 2014 ficou marcado pelo concerto na Casa da Música e pelo enriquecimento da impressionante discografia com os 55 volumes da gravação completa das Cantatas, iniciada em 1995. Fica o coro e coral introdutórios Kommt, ihr Töchter, helft mir klagen, do disco Paixão Segundo São Mateus BWV 244 (2020).
Jean-Henry d’Anglebert [1629 – 23 Abril 1691] foi autor de algumas das melhores realizações da escola francesa de cravo no tempo de Luís XIV, o Rei Sol. Contemporâneo e amigo de Jean-Baptiste Lully [1632-1687], publicou em 1689 em Paris uma colecção de quatro suítes para cravo sob o título Pièces de Clavecin, que foram apresentadas conjuntamente com arranjos seus das obras orquestrais de Lully .
Álbum: Jean-Henri Anglebert: Pièces de clavecin & airs d’après M. de Lully, 2005
Suite em Sol Menor: parte V. Sarabande e parte VIII. Gaillarde · Céline Frisch, cravo
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Jos d’Almeida
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.