Charles Mingus – ‘Mingus at Antibes’ (1960)
Wednesday Night Prayer Meeting is the opening theme of Charles Mingus album ‘Mingus at Antibes’, recorded at Jazz Festival, Antibes, July 13, 1960.
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Wednesday Night Prayer Meeting is the opening theme of Charles Mingus album ‘Mingus at Antibes’, recorded at Jazz Festival, Antibes, July 13, 1960.
Journey in Satchidananda de Alice Cotrane [1937-2007] é um álbum espiritual que reflecte o interesse da compositora pelas culturas do Médio Oriente e Norte de África, aprofundado após a morte de John Coltrane.
O último tema do álbum “Isis e Osíris” foi gravado no dia 4 de Julho de 1970 no Clube de Jazz The Village Gate em Nova Iorque e teve Alice no piano e na harpa, Pharoah Sanders no saxofone soprano, Charlie Haden no contrabaixo e Rashied Ali na bateria.
Gravado ao vivo no dia 29 de Junho de 1971 no Clube de Jazz Domicile em Munique, o álbum Black Glory do pianista e compositor Mal Waldron [1925-2002] contou com a participação de Jimmy Woode [1926-2005] no contrabaixo e Pierre Favre na bateria.
Sieg Haile é o tema de abertura do álbum, editado pela Enja Records.
Fundado em 1952, o Modern Jazz Quartet teve em John Lewis [1920-2001] – piano e direcção musical – e Milt Jackson [1923-1999] no vibrafone os principais elementos da formação. Acompanhados pelo contrabaixo de Percy Heath [1923-2005] e pela bateria de Connie Kay [1927-1994], tiveram em 25 Junho 1953 a primeira de três sessões de gravação do álbum Django – as restantes ocorreram a 23 Dezembro 1954 e 9 Janeiro 1955. Do álbum, que seria lançado pela Prestige em 1956, fica o tema Delaunay’s Dilemma (John Lewis), gravado na primeira sessão, precisamente há 67 anos.
Gravado em 2 Junho 1964 para a Blue Note nos estúdios da CBS em Paris, One Flight Up contou com a participação de: Donald Byrd [1932-2013], trompete e autor do tema Tanya * Dexter Gordon [1923-1990], saxofone tenor * Kenny Drew [1928-1993], piano * Niels-Henning Orsted Pedersen [1946-2005], contrabaixo * Art Taylor [1929-1995], bateria.
Having a few earlier Dexter albums where he solos more or less continuously, it’s great to find him give lots of space to the other players, particularly in the Byrd-penned “Tanya” which occupies all of side one, almost eighteen minutes. A minor modal vamp, shifting backwards and forwards, resolving in a boppish rhythmic romp, only to restart. Dexter is quietly restrained, Byrd plays to Hubbard, Drew plays to Pearson and Hancock, Taylor mixes Blakey with a touch of Williams, and NHOP walks dreamlike through the 18 minute space. Choose your own analogies and adjectives, hypnotic, intoxicating stuff. – The LondonJazzCollector.

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