Archive for the ‘ Aniversário ’ Category

‘Sonata para violino’, de Élisabeth Jacquet de La Guerre

Élisabeth Jacquet de La Guerre [17 Março 1665 – 27 Junho 1729] foi a mais famosa compositora do Ancien Régime, o que a tornou uma das personalidades mais surpreendentes da história da música.
Protégée de Luís XIV, o Rei-Sol, da sua contribuição para o mundo da música ficaram as colecções de sonatas para violino e para cravo.


Álbum: Jacquet de La Guerre: Violin Sonatas Nos. 1-6, 2017
Violin Sonata No. 4 in G Major: V. Aria
Patxi Montero, violão baixo | Lina Tur Bonet, violino | Kenneth Weis, cravo

‘Missa a 24’, de Annibale Padovano

Annibale Padovano [1527 – 15 Março 1575] foi um compositor e organista italiano da Escola Veneziana do Renascimento. Entre as suas obras, realce para a Missa para 24 vozes, que combina as escolas flamenga e veneziana.


Álbum: The Royal Wedding, Munich 1568 (2019)
Musica Fiata · La Capella Ducale · Roland Wilson



Georg Philipp Telemann – ‘Suite em sol menor TWV 55’

Nos 340 anos sobre o nascimento de Georg Philipp Telemann [1681-1767], a ‘Suite em sol menor TWV 55’ pela Orquestra de Câmara Akademie für Alte Musik Berlin.

‘Penitente Madalena’, de Georges de La Tour

La Madeleine é um dos temas favoritos de Georges de La Tour [14 Março 1593 – 30 Janeiro 1652]. Existem quatro pinturas originais com um esquema de composição idêntico: ‘Madalena Arrependida’(1635-40) – National Gallery em Washington, Madalena à luz da noite’ (1640-45) – Museu do Louvre, esta ‘Penitente Madalena’ (ca. 1640) – Museu Metropolitan em Nova York, e Madalena com chama fumegante (1635-37) – County Museum em Los Angeles.


‘Rule, Britannia!’, de Thomas Arne

De Thomas Arne [12 Março 1710 – 5 Março 1778], a ária “Rule, Britannia!”, canção patriótica britânica elaborada a partir do poema homónimo de James Thompson.

‘Milonga del ángel’, de Ástor Piazzolla

No centenário do nascimento de Ástor Piazzolla [1921-1992], ‘Milonga del ángel’, interpretado pelo Isabelle van Keulen Ensemble.
Álbum: “Complete Tango!”, 2021.


‘Adagio for Strings’, de Samuel Barber

Samuel Barber [9 Março 1910 – 23 Janeiro 1981]

No dia 5 de Novembro de 1938 teve lugar a estreia mundial do «Adagio para cordas», interpretado pela Orquestra Sinfónica da NBC, dirigida por Arturo Toscanini.
Vou frequentemente ao tapete com esta peça, embora haja dias em que prefiro elevar-me com a versão do DJ Tiesto.


‘Der Frühling’, de Carl Philipp Emanuel Bach

Na passagem do trecentésimo sétimo aniversário do nascimento de Carl Philipp Emanuel Bach [8 Março 1714 – 14 Dezembro 1788], a canção Der Frühling / A Primavera, extraída do álbum Carl Philipp Emanuel Bach: Der Frühling (2016), interpretada pelo agrupamento Café-Zimmermann, com direcção musical de Pablo Valetti, tendo como solista o tenor inglês Rupert Charlesworth.



Der Frühling is a song reworked into a chamber cantata in about 1770: its galant élan is appositely rendered in Rupert Charlesworth’s mellifluous delivery of Wieland’s poetry describing the joys of spring, working in tandem exquisitely with violinists Pablo Valetti and Mauro Lopes Ferreira. Three brief arias might have been written in the late 1730s during CPE’s student days in Frankfurt, whereas the mature sophistication of his music in late-1770s Hamburg is represented by the succinct cantata Selma. Via Gramophone.

‘A Children’s Bacchanal’, de Michelangelo

Michelangelo Buonarroti [Caprese, 6 March 1475 – Rome, 18 February 1564]
A Children’s Bacchanal, 1533
Royal Collection Trust


‘Júpiter e Io’, de Correggio

A partir da cultura do Quattrocento e dos grandes mestres da época, como Leonardo, Rafael, Michelangelo ou Mantegna, Antonio Allegri, dito o Correggio [c. 1489 – 5 Março 1534] inaugurou uma nova concepção da pintura e construiu o seu próprio trajecto artístico, que o coloca entre os grandes nomes do Cinquecento.

A união de Zeus e da ninfa Io, filha de Inachus – o primeiro rei de Argos, remonta na sua presente forma às Metamorfoses de Ovídio: Io foge de Zeus que «lança as trevas sobre todo o domínio, impede a fuga da donzela e conquista a sua virgindade». Enquanto na versão de Ovídio Zeus se torna invisível na escuridão, Correggio transforma-o numa nuvem, criando deste modo um profundo contraste entre a escuridão do céu e a figura luminosa de Io.


Corregio [1489-1534] – Júpiter e Io, 1531-32
Kunsthistorisches Museum, Viena