Patrick Joseph Cowley (19-10-1950 / 12-11-1982), compositor de música discoe Hi-NRG(High Energy)cujo estilo é frequentemente comparado ao de Giorgio Moroder e a quem é atribuído o pioneirismo na música de dança electrónica, conheceu Sylvesternos finais da década de 70, com quem se juntou em estúdio para gravar You Wanna Funk. Muito popular na cena gay no início da década de 80 foi o seu hit Menergy. A minha faixa preferida será sempre Megatron, cujo vinil ainda hoje me arrependo de ter oferecido! 😦
Patrick Cowley – Menergy, 1981
Sylvester & Patrick Cowley – Do You Wanna Funk
Patrick Cowley – Megatron Man, 1981
Patrick Cowley – I Wanna Take You Home, 1981
I Feel Love (Donna Summer) – Remix de Patrick Cowley, 1982
Quinta, 12 Novembro | 22h00 | Música | Grande Auditório | Kind of Blue @ 50
Jimmy Cobb´s so what Band Featuring Wallace Roney, Vincent Herring, Javon Jackson, Larry Willis & Buster Williams
Editado em 1959 pelo lendário trompetista Miles Davis (1926-1991) e tido por muitos como uma verdadeira obra-prima da história do jazz, o álbum “Kind of Blue” cumpre este ano meio século de existência.
Em homenagem a este acontecimento, o famoso baterista Jimmy Cobb, único elemento ainda vivo da formação original da gravação, decidiu recordar a edição do disco, realizando uma série de concertos com uma formação que conta com a colaboração de um importante conjunto de músicos – Wallace Roney, Javon Jackson, Vincent Herring, Larry Willis e Buster Williams.
Ao mesmo tempo, surge no mercado uma edição comemorativa que inclui 2 CDs com a totalidade dos takes gravados no momento do seu registo discográfico, incluindo ainda um livro com textos e fotos, um documentário em DVD sobre “Kind of Blue” e um LP com a edição original do trabalho. “Kind of Blue” foi um dos discos mais vendidos de sempre, uma obra fundamental, olhado por muitos como o trabalho mais importante em toda a história do jazz. Em 2003 foi eleito pela revista “Rolling Stone” o 12º melhor álbum de todos os tempos (entre 500 títulos seleccionados), não sendo por isso de admirar que tenha tantas vezes sido considerado um álbum imprescindível em qualquer discografia. Nesse ano fantástico de 1959, durante o qual aconteceram grandes momentos musicais, importantes contributos para a consolidação de uma corrente estética e musical que haveria de ser essencial na afirmação definitiva do jazz, “Kind of Blue” juntava na 30th Street, Nova Iorque, nos estúdios da Columbia Records, alguns dos maiores improvisadores do século XX: Miles Davis (trompete), John Coltrane (saxofone tenor), Bill Evans (piano, excepto em “Freddie Freeloader” – Wynton Kelly), Paul Chambers (contrabaixo), Cannonball Adderley (saxofone alto) e Jimmy Cobb (bateria). A primeira sessão deu origem ao lado A do disco e decorreu a 2 de Março, gravando-se “So What”, “Freddie Freeloader” e “Blue in Green”. Um mês depois, a 22 de Abril, estes músicos voltaram a reunir-se para registarem “Flamenco Sketches” e “All Blues”.
Produzido por Teo Macero, “Kind of Blue” é a soma de muitas genialidades: as de Miles Davis associadas às espantosas qualidades artísticas de cada um dos músicos presentes que revelaram uma da capacidade de improvisação fora de comum para a época. Segundo Jimmy Cobb, “Kind of Blue” foi “feito no céu”. Segundo a opinião insuspeita do pianista Herbie Hancock, o disco é um acontecimento raro, uma junção de energias que se transformaram n’ “Um marco não só da história do jazz, mas também da história da música”.
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Sexta, 13 Novembro | 22h00 | Música | Grande Auditório | Hank Jones Trio
Aos 91 anos, Hank Jones é uma lenda viva do jazz. A sua carreira é feita de sete décadas como pianista e compositor com centenas de discos gravados, quer acompanhando os mais variados tipos de artistas, quer como líder, registando mais de sessenta trabalhos.
Primogénito de sete irmãos, nasceu em 1918, no estado do Mississippi, no contexto de uma família destinada a ter uma profunda relação com o jazz. É irmão do famoso baterista Elvin Jones e do trompetista e compositor Thad Jones, infelizmente já desaparecidos. Hank Jones foi um dos grandes impulsionadores do bebop e tocou com quase todos os grandes nomes da história do jazz como Coleman Hawkins, Ella Fitzgerald, Charlie Parker, Max Roach, Artie Shaw, Benny Goodman, Lester Young, Cannonbal Adderley, John Coltrane, Wes Montgomery, John Lewis, Tommy Flanagan, Ron Carter, Gato Barbieri, Eddie Gomez, Al Foster, Sonny Stitt, Oscar Peterson, Charlie Haden e Joe Lovano. Durante a sua carreira acompanhou Ella Fitzgerald, assim como Frank Sinatra e Diana Krall. Muito poucos deverão saber que Hank Jones foi o pianista que acompanhou Marilyn Monroe quando esta cantou o célebre “Happy Birthday Mr. President” a John F. Kennedy.
Apesar de ter pensado em reformar-se em 1987, Hank Jones continua activo e prolífico, tocando pelo mundo inteiro, gravando e dirigindo masterclasses em inúmeras universidades, como Harvard ou Nova Iorque. O mundo confirma-o como um dos últimos sobreviventes daquele núcleo de músicos excepcionais que ajudaram a consolidar o jazz em todas as partes do planeta. Para além de muitos outros prémios e homenagens, recebeu o título de Master of Jazz, atribuído pelo National Endowment for The Arts – um prémio que consagra a sua dedicação e paixão por esta música. Neste concerto, Hank Jones sobe ao palco acompanhado por dois intérpretes de excepção: George Mraz e Willie Jones III.
Branford Marsalis é um prestigiado saxofonista, um homem que se movimenta por dentro de inúmeros interesses musicais do jazz, blues e funk, a projectos de música clássica como o conhecido Marsalis Brasilianos, a partir da exploração do imaginário musical de Heitor Villa-Lobos.
Três vezes galardoado com um Grammy, tem desenvolvido a sua carreira como instrumentista de excepção, compositor dotado e director da Marsalis Music, uma editora por si fundada em 2002, através da qual tem produzido os seus próprios projectos, assim como os de artistas jovens, considerados novos talentos em ascensão do mundo do jazz. Oriundo de Nova Orleães, Branford Marsalis nasceu em 1960, no seio de uma família, considerada uma das maiores referências musicais da cidade: o patriarca/pianista/professor Ellis Marsalis e os seus filhos Wynton, Delfeayo e Jason. Começou a adquirir notoriedade quando integrou os Art Blakey’s Jazz Messengers e participou em inúmeros concertos com o quinteto do irmão Wynton Marsalis, no início dos anos 80, antes mesmo de ter formado o seu próprio grupo. Acompanhou e gravou com grandes lendas da história do jazz, como Miles Davis, Dizzy Gillespie, Herbie Hancock e Sonny Rollins. Conhecido pelo seu espírito inovador e pela sua visão musical muito abrangente no que diz respeito aos géneros, estilos e tipos de música, a sua actividade tem vindo a ampliar-se nos últimos anos, tendo-se tornado um solista de referência nas famosas orquestras sinfónicas de Chicago, Detroit, Dusseldorf e Carolina do Norte. Os seus interesses diversificados reflectem a sua cultura e as muitas actividades que tem realizado nos mais diversos contextos. Passou dois anos em digressão, tendo gravado com Sting e foi director musical do “The Tonight Show with Jay Leno”. Durante dois anos, colaborou com os Grateful Dead e Bruce Hornsby, participou nos filmes “Throw Mama from the Train” e “School Daze”, fez a banda sonora para “Mo’ Better Blues”, entre outros filmes, e foi o anfitrião do programa Jazz Set da National Public Rádio. O seu último CD, “Metamorphosen”, lançado em Março deste ano, assinala o 10º aniversário do quarteto de Branford Marsalis, um dos grupos mais poderosos e inventivos do jazz actual. Este grupo trabalha a improvisação como um bloco de sonoridades, retirando ideias de todos os géneros de música. Este conjunto de instrumentistas está junto há muitos anos e é capaz de criar, em simultâneo, formas antagónicas de estruturação musical que nalguns momentos surgem extremamente enérgicas, noutros intensamente melódicos.
Os meus destaques foram obtidos na página oficial do Guimarães Jazz 2009, onde se pode consultar a totalidade da programação.
A Canada do Inferno, cujo estudo foi já iniciado, fica num troço em que o rio percorre um vale profundo, com um encaixe de cerca de 130 metros . Era nesta zona do vale, 400 metros a jusante, que estava em construção a barragem de Foz Côa. Foram já inventariadas trinta e seis rochas gravadas, a maior parte das quais está submersa a pouca profundidade desde 1983 em consequência da construção da barragem do Pocinho, cuja albufeira penetra pelo vale do Côa acima até cerca de 6 km a montante da confluência com o Douro.
Em criança (muito antes da Barragem do Pocinho) esta zona do Côa era uma ribeira que no verão se podia atravessar a pé...
Antes da submersão, existia aqui uma pequena praia fluvial dominada por imponentes escarpas de xisto cujas superfícies verticais viradas a nascente serviram de suporte às gravuras das diversas épocas. Entre as que datam do Paleolítico os motivos predominantes são as representações de auroques, cabras e cavalos. Como particularidade, assinala-se a existência de vários peixes gravados em duas das rochas deste núcleo, numa (submersa) por picotagem, noutra (emersa) por incisão filiforme. Via.
Constituindo a etapa mais fecunda e gloriosa das Artes e das Letras em Espanha, o período compreendido entre o Renascimento e o Barroco, isto é, o Siglo de Oro, estendeu-se ao longo de quinhentos e seiscentos. Nessa época a ficção do país vizinho alcançaria o apogeu de universalidade e expressão com o “Dom Quixote”, a obra-prima de Miguel de Cervantes, e outros géneros literários onde sobressaem as obras picarescas Lazarillo de Tormes, de autor anónimo, cuja edição mais antiga data de 1554, concebida em forma de autobiografia e num estilo epistolar como se de uma longa missiva se tratasse, e Guzmán de Alfarache, publicada, em duas partes, na viragem do século, da autoria de Mateo Alemán, escritor que estabeleceu e consolidou as suas tipologias características. Além disso, foi também a época dourada da poesia, visto Juan Boscán e Garcilaso de la Vega terem adaptado o género lírico transalpino ao castelhano e proporcionado que a sua expressão máxima fosse conseguida na prosa de Santa Teresa de Ávila e na poesia mística de Frei Luis de León e São João da Cruz. João Chambers. Para ouvir no Musica Aeterna de hoje.
Em 1521, vive-se o início perturbado dum grande império que abre à Espanha as portas da Europa renascentista e impregnada pelas ideias da Reforma, em guerra com a França, por rivalidade na disputa do trono da Alemanha.
Com o poeta Juan Boscán, a quem ficará ligado na sua vida e na sua obra, desde o seu desenvolvimento até à sua publicação póstuma, Garcilaso participou na defesa da ilha de Rodas, atacada pelos turcos, em 1522.
O período mais fecundo da sua obra corresponde aos anos de 1533-36, quando Garcilaso, em Nápoles e relacionado com poetas e humanistas italianos, tinha assimilado por completo o espírito e o sentido artístico do Renascimento.
No verão de 1535, Garcilaso tomou parte na expedição do Imperador carlos V a Tunes: foi ferido em combate, o que não o impediu de participar no ataque a fortaleza da Goleta. In “Garcilaso de la Vega – Antologia Poética”, de José Bento
SONETO XXXIII – A BOSCÁN DESDE LA GOLETA
Boscán, las armas y el furor de Marte,
que con su propria fuerza el africano
suelo regando, hacen que el romano
imperio reverdezca en esta parte,
han reducido a la memoria el arte
y el antiguo valor italïano,
por cuya fuerza y valerosa mano
África se aterró de parte a parte.
Aquí donde el romano encendimiento,
donde el fuego y la llama licenciosa
solo el nombre dejaron a Cartago,
vuelve y revuelve amor mi pensamiento,
hiere y enciende el alma temerosa,
y en llanto y en ceniza me deshago.
A dimensão do homem e do cientista do Renascimento é o objecto central deste livro. Acompanhou-se o seu brilhante percurso, procurando seguir-se, atentamente, a carreira deste matemático, criador do nónio, não só a nível nacional, mas também nos amplos ecos em países europeus, onde as obras de Pedro Nunes foram muito conhecidas e citadas pelos seus pares. Estudou-se também a comunidade judaica e cristã-nova de Alcácer, na qual mergulham as raízes familiares do grande cosmógrafo. Trata-se de um itinerário de vida fascinante que se espera venha a ter tanto interesse para o leitor como para quem o desvendou nas páginas deste livro.Via.
Apresentação do Livro "Pedro Nunes em Busca das suas Origens", da Prof Maria Teresa Lopes Pereira. Pelo Prof Henrique Leitão | Museu do Oriente, 06-11-2009
Tratado Da Sphera (1537). Tirados Nouamente De Latim Em Lingoagem Pello Doutor Pero Nunez, Cosmographo Del Rey Do[M] Ioão Ho Terceyro Deste Nome Nosso Senhor. E Acrece[N]Tados De Muitas Annotações E Figuras Per Que Mays Facilmente Se Podem Entender …
Administração Central assumirá a gestão do equipamento, com abertura prevista para Março
O Museu do Côa vai abrir mesmo que o modelo de gestão adoptado não inclua a participação de autarquias e privados.
A Administração Central pode assumir sozinha o equipamento, com abertura prevista para a Primavera de 2010. “A questão do modelo de gestão é um falso problema”, disse, ao JN, Fernando Real, do Grupo de Trabalho do Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa, que se extinguirá após a abertura do espaço museológico. “Esta dificuldade só se levantou porque estávamos num período pré-eleitoral, em que houve algum ruído”, realça o responsável, garantindo que a forma de gerir aquela estrutura “sempre esteve pensada” e que “há mesmo estudos de viabilidade económica e financeira”.
Fernando Real explica que “a Administração Central tem responsabilidades na gestão financeira de um empreendimento desta natureza”, até porque o museu pertence ao Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) e o Governo tem “um compromisso perante a região, o país e a UNESCO de de-senvolver este equipamento”.
Por isso, o também assessor da direcção do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) e que presidiu ao extinto Instituto Português de Arqueologia, diz que não faz sentido continuar-se a falar na falta de um modelo de gestão paraprotelar a abertura do Museu do Côa. “Não percebo muito bem onde se quer chegar. Deve haver algum interesse que se me escapa”, enfatiza.
E foi por causa daquele alegado “megaproblema” que também tem vindo a ser adiada a aprovação, em Conselho de Ministros, do Plano de Ordenamento do território que corresponde ao PAVC. E isto 13 anos após a sua criação. Fernando Real assegura que o documento “está concluído e pronto a ser aprovado”, e, segundo diz, “vai facilitar a vida às autarquias em termos de licenciamentos naquela área”.
A inauguração do Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa é que só deverá ocorrer em Fevereiro ou Março de 2010, coincidindo com o período em que no Douro Superior se fazem as festas das amendoeiras em flor. “Pessoalmente, acho que seria uma altura estratégica para o inaugurar”, opina Fernando Real, pois “não fará sentido abri-lo numa época baixa, em que faz frio e em que as estradas terão gelo”. E como “atrás de tempo, tempo vem”, a Primavera afigura-se-lhe como a estação do ano mais propícia para abrir ao público uma estrutura que custou 17,5 milhões de euros e que não teve derrapagens orçamentais.
Mas, antes de se cortar a fita, vai ser necessário colmatar algumas lacunas. O IGESPAR ainda tem de receber a obra do empreiteiro, uma vez que faltam pequenos acabamentos, que representam cerca de 2% do total da obra. “O edifício não poderá ser recebido enquanto não estiver totalmente pronto”.
Dentro de duas semanas, deverá ficar resolvido um problema ligado à refrigeração da central de informática. Os trabalhos já foram adjudicados e só se aguarda pela sua execução. Falta ainda colocar um varandim no miradouro do museu para evitar quedas, a colocação de acessórios nos sanitários e resolver problemas de iluminação, entre outros. Ou seja, um somatório de pormenores que até ao final deste ano deverão estar concluídos. Por Eduardo Pinto do JN.
Neste The Musiciansdo pintor Caravaggio (1571-1610) – de quem no próximo ano se assinalam os quatrocentos anos da morte -, as duas figuras vistas de frente são indubitavelmente retratos, o que limita uma análise convencional da cena no âmbito nobre e clássico da composição, centrada entre a figura do tocador de alaúde e a figura recuada. O rosto entre ambos é de Caravaggio e figura da esquerda é de uma composição anterior (Jovem descascando uma pêra) da qual só existem cópias.
Caravaggio – The Musicians, 1595-96 (Metropolitan Museum of Art, New York)
Para acompanhar, um Madrigal de Thomas Morley (1557 – 1602), músico e organista inglês do período renascentista.
Foi em Outubro de 1959, com o primeiro número da revista Pilote, que Astérix e o seu inseparável (e "um pouco forte") amigo Obélix se deram a conhecer. Há cinquenta anos que os privilegiados leitores de todo o mundo testemunham as aventuras de Astérix, o gaulês. O tal que Uderzo imaginou belo, alto e musculado, mas de quem Goscinny pretendeu fazer um anti-herói, fisicamente pouco interessante, baixo e de aparência frágil.
Com a divulgação do excepcional Documentário de 2005 Keith Jarrett – The Art Of Improvisation percorro alguns dos meus favoritos discos de Jarrett, que incluem um conjunto notável de amigos que há muitos anos o acompanham nesta viagem: Jack DeJohnette, Gary Burton, Gary Peacock, Charles Lloyd e Manfred Eicher.
Por via de uma profunda pesquisa da vida e trabalho de Keith Jarrett, o Documentário resulta numa excepcional oportunidade para entender os contrastes entre o jazz e a música clássica; Contém uma enorme quantidade de material de arquivo, enriquecido com detalhes das entrevistas filmadas com Keith, e testemunhos de quem com ele colaborou durante anos: familiares, managers e outros colaboradores próximos, como Steve Cloud, Scott Jarrett, George Avakian, Miles Davis, Toshinari Koinuma, Charlie Haden, Dewey Redman, Rosa Anne Jarrett, Jan Garbarek e John Christensen. Este Documentário expõe o talento único do artista que explora as fronteiras do jazz e que lhe proporciona reconhecimento a nível mundial.
Hank Jones Trio – Hank Jones, piano| George Mraz, contrabaixo| Willie Jones III, bateria
Como sideman, destaco de Hank Jones – ainda em actividade aos 91 anos -, o álbum de 1959 Somethin’ Else de Cannonball Adderley, entre colaborações com Ella Fitzgerald, Dexter Gordon, Ron Carter e Max Roach, só para citar alguns.
Como lieder do Hank Jones Trio, esta lenda viva do bebop gravou em 2005 For My Father com George Mraz no baixo e Dennis Mackrel na bateria.
Os músicos que o acompanham no concerto desta noite são intérpretes de excepção, com uma carreira sólida. Mraz, checo de origem, já tocou com Oscar Peterson, Stan Getz, Tommy Flanagan, Chet Baker, entre outros. Allen, apresentou-se, por exemplo, com Freddie Hubbard, George Coleman, Michael Brecker e é director artístico do Departamento de Jazz da Julliard School.
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Jos d’Almeida
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.