Partiu um dos mais importantes guitarristas da cena jazz, cujo estilo influenciou músicos como Bill Frisell e Pat Metheny, com quem gravou um álbum de originais em 1999, pleno de tons suaves.
Durante a sua longa e aclamada carreira, Jim Hall colaborou com alguns dos monstros do jazz como Sonny Rollins, Ornette Coleman, Paul Desmond, Bill Evans, Jimmy Giuffre ou Ron Carter. Acompanhou ainda Ella Fitzgerald no início da década de sessenta.
LOUIS-NICOLAS CLÉRAMBAULT (França, 1676-1749)
Suite du deuxième ton | – Plein jeu – Duo – Trio – Flûtes – Récit de nazard – Caprice sur les grands jeux
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750) – Fughetta sopra Nun komm, der Heiden Heiland, BWV 699
DOMINGOS DE SÃO JOSÉ (séc. XVII) – Obra de 5º tom
FRANCISCO CORREA DE ARAUXO (1584-1654) – Tiento de medio registro de tiple de 4º tono
ANÓNIMO (Itália, séc. XVII) – Aria con variationi
CLAUDE BALBASTRE (1727-1799) – Variações sobre a canção de Natal Joseph est bien marié
DIOGO DA CONCEIÇÃO (séc. XVII) – Batalha de 5º tom
Nascido em Leeds a 2 de Julho de 1950, o músico inglês Duncan Mackay foi considerado um promissor violinista com apenas 11 anos de idade, mas seria nos teclados que viria a distinguir-se, após concluir os estudos no final dos anos 60.
Em 1974 lançou o seu primeiro LP “Chimera” – voz, órgão Hammond B3 , piano eléctrico e sintetizador ARP; No ano seguinte colaborou com a banda Steve Harley & Cockney Rebel no hitCome Up And See Me (no vídeo, Mackay tem semelhanças com Elton John), e em 1977 lança o seu segundo trabalho prog-rock“Score”, com a colaboração de nomes como John Wetton Mel Collins, tendo com este último participado em projectos das bandas King Crimson, Alan Parsons Project e Camel.
Com “Visa”, o trabalho de Mackay atinge na década de 80 um grau de depuração que o torna merecedor de integrar o lote dos mais reconhecidos compositores de música electrónica.
Concerto na Sala Luís de Freitas Branco do CCB | 1 Dez 2013 às 11h00 Ensemble Bonne Corde Diana Vinagre direcção artística e violoncelo barroco Rebecca Rosen violoncelo barroco Pablo Zapico tiorba e guitarra barroca Miguel Jalôto cravo
Este programa pretende mostrar como o violoncelo foi abordado, primeiramente em Itália e depois, à luz das diferentes escolas de composição, nos vários países europeus. É emoldurado por duas das sonatas de Vivaldi, o único destes compositores a fazer a carreira em Itália. Os outros compositores italianos, Platti e Caldara, fazem a maior parte das suas carreiras na Alemanha e na Áustria, respectivamente. No início da segunda parte, temos uma Sonata de Barrière, primeiro violoncelista francês a render-se ao estilo italiano, em cujos quatro livros de sonatas há uma fusão muito arrojada entre as escolas francesa e italiana. As Sonatas para violoncelo, assim como a restante obra do holandês Willem De Fesch, estão claramente marcadas pela influência do estilo italiano.
Programa Antonio Vivaldi – Sonata em Si bemol maior, RV 46 Giovanni Benedetto Platti – Sonata IV em Dó menor Antonio Caldara – Sonata IV em Ré menor Jean Barrière – Sonata IV em Sol maior (Livro II) Willem De Fesch – Sonata n.º 3 em Ré menor, op.8 Antonio Vivaldi – Sonata em Lá menor, RV 44
No dia em que passam 370 anos da morte de Claudio Monteverdi [1567-1643], notável compositor do período de transição entre a Renascença e o Barroco, recordemos Montserrat Figueras [1942-2011] no papel de La Musica, durante o prólogo de L’Orfeo.
O cenário é o mítico Gran Teatro del Liceu, Barcelona.
“Ryuichi Sakamoto é não só um dos compositores contemporâneos mais solicitados, como provavelmente o mais versátil. As bandas sonoras que concebeu para filmes como “O Último Imperador”, “Babel” ou “O Monte dos Vendavais” e uma selecção de obras compostas posteriormente, foram reunidas no trabalho discográfico “1996”, para piano, violino e violoncelo, e apresentado em duas digressões mundiais de sucesso marcante no percurso deste músico.
Criado para a apresentação desta obra e formado pelo pianista João Vasco, o violinista Pedro Lopes e a violoncelista Sofia Gomes, o grupo “e n s 3 m b l e” propõe a apresentação deste concerto em formato multimédia, com a projecção de vídeos concebidos para cada uma das obras de “1996”.
Sintética e harmoniosamente, “1996” reflecte as influências e o amplo universo estético que Sakamoto alcança: de Debussy a Schumann, de Steve Reich à música tradicional japonesa, do depurado tratamento melódico à rarefacção do minimalismo surpreendente.”
O centro de investigação Harry Ransom da Universidade do Texas, em Austin, possui um dos raros exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, impressa em 1572, em Lisboa. Camonianos defendem que o exemplar pertenceu ao poeta português, sendo por isso conhecido como o “de Camões”. O artigo completo de Cláudia Silva no Público de 27-11-2013 pode ser lidoaqui.
Conta com a intervenção de vários artistas que, por via da afinidade artística e da admiração nutrida por Mário Cesariny, se quiseram associar a esta evocação no momento exacto em que passam 7 anos sobre a data da sua morte.
O momento ficará também assinalado pelo lançamento do 1º volume da obra “Poéticas Pós-Pessoa. Antologia do surrealismo e suas derivações em Portugal”. Uma edição artística bilingue, português e francês, da autoria de Isabel Mayrelles, realizada ao longo de 30 anos e que será editada em quatro volumes e enriquecida com um conjunto assinalável de múltiplos artísticos.
Inauguração com a presença de Carlos Calvet e de Cruzeiro Seixas, artistas que realizaram as obras que integram o 1º volume da antologia. Via.
David Hockney 25 Fondation Louis Vuitton Du 09/04/25 au 31/08/25
Artemisia - Héroïne de l'art Musée Jacquemart-André À partir du 19 mars 2025
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Jos d’Almeida
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.