Posts Tagged ‘ In memoriam ’

Gustav Leonhardt

Em dia de homenagem a Gustav Leonhardt (30 de Maio de 1928 – 16 de Janeiro de 2012), As Variações Goldenberg explicadas “direitinho” pelo Fernando Miguel Jalôto.

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Jim Hall [1930-2013]

Partiu um dos mais importantes guitarristas da cena jazz, cujo estilo influenciou músicos como  Bill Frisell e Pat Metheny, com quem gravou um álbum de originais em 1999, pleno de tons suaves.
Durante a sua longa e aclamada carreira, Jim Hall colaborou com alguns dos monstros do jazz como Sonny Rollins, Ornette Coleman, Paul Desmond, Bill Evans, Jimmy Giuffre ou Ron Carter. Acompanhou ainda Ella Fitzgerald no início da década de sessenta.

Joe Morello (1928-2011)

O Quarteto de Dave Brubeck, com Brubeck ao piano, Paul Desmond no saxophone alto, Eugene Wright no baixo e Joe Morello na bateria, adquiriu notoriedade ao longo da década de 50; Porém, estava escrito nas estrelas que 1959 seria um ano excepcional para o jazz: a par de Kind of Blue de Miles Davis, apresentava-se ao mundo “Time Out”. O álbum, que incluía “Take Five” com um solo memorável de Morello e “Blue Rondo a la Turk”, tornou-se num dos discos de jazz mais populares de sempre, em grande parte devido à secção rítmica de Wright e Morello.

Para renascer, é preciso morrer…

Em 1995, Max Roach esteve entre nós. Ontem, deixou-nos.
A sua good vibe é eterna. Até jazz…


Nova Iorque, 17 Ago (Lusa) – O baterista Max Roach, virtuoso da percussão e um dos pioneiros do jazz moderno, morreu quinta-feira em Nova York aos 83 anos, após doença prolongada, anunciou hoje a editora discográfica Blue Note.

Roach, nascido na Carolina do Norte em 1924 e criado no bairro nova-iorquino de Brooklyn, fica na história como um dos reinventores do jazz, a que dedicou toda a sua vida e com o qual quebrou numerosas barreiras musicais graças ao seu estilo peculiar de tocar bateria.

As suas improvisações e as inovações rítmicas que introduzia nas suas composições e que ajudaram a definir o som sofisticado do “bepop jazz” granjearam-lhe um lugar importante na história da música.

Génio autodidacta, destacou-se desde a adolescência, nos anos 40, como uno dos aventureiros que fizeram evoluir o jazz e desafiaram os ouvidos mais conservadores.

A sua atitude aventureira marcaria toda uma carreira, em que ultrapassou as fronteiras do jazz, ao colaborar com coros de gospel, grupos de hip-hop, artistas visuais e todo o tipo de iniciativas musicais.

Actuou pela primeira vez aos 16 anos, em 1940, quando conseguiu encher durante três noites um clube de jazz nova-iorquino como substituto de um baterista.

Essa actuação viria a abriu-lhe as portas do mítico Milton’s Playhouse, no bairro de Harlem, onde conheceria o saxofonista Charlie Parker e o trompetista Dizzy Gillespie.

Em 1944, Roach protagonizou uma das primeiras sessões de gravação de “bepop jazz” ao lado de Gillespie e do também lendário saxofonista Coleman Hawkins.

Com a sua rápida batida na bateria, Roach também colaborou com Miles Davis e a Capitol Orchestra em várias sessões de gravação.

Nos anos 60, 70 e 80, graças à sua imaginação, conseguiu manter-se no topo com inúmeras colaborações musicais e a formação de várias bandas que ele próprio dirigia.

Na década de 70, Roach fez história ao tornar-se o primeiro músico de jazz a dar lições de música como professor titular na Universidade de Massachusetts.

Deixou a actividade docente no final dos anos 90, mas continuou activo e fez digressões com o seu quarteto até 2000.

A sua última colaboração como compositor foi en 2002, quando escreveu e interpretou a música do documentário “How to fraw a bunny”, sobre o artista Ray Johnson.

CM

Lisboa de luto

Armando Luís Coelho da Silva (1942-2006)

Barbaramente agredido no passado dia 20 por um funcionário de origem senegalesa, o Presidente da Junta de Freguesia da Pena não resistiu a duas intervenções cirúrgicas e faleceu ontem.

Uma outra funcionária está ainda em coma profundo.

O Presidente da Câmara de Lisboa decretou dois dias de luto municipal.

A única medida aceitável será o Consulado do Senegal colocar o homem num avião e enviá-lo de volta para o país de origem, onde deve cumprir pena.
Está fora de questão que sejam os contribuintes portugueses a dar cama, mesa e roupa lavada a este sujeito nos próximos quinhentos anos.

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