Quinze anos depois…
Da revelação, ao mundo, de uns rabiscosque não sabiam nadar.
De os mesmos rabiscos chegarem a ter sido datados por especialistas, como tendo no máximo 300 anos – Juro que não fui eu! Apesar de por ali ter passado em miudo, quando ia banhar-me na ribeira, estou convencido que os rabiscos já lá estavam…
Do desvariodos senhores da Unesco, que classificaram o sítiocomo Património da Humanidade.
De pouco ou nada se ter investido em infraestuturas na Região, de modo a potenciar o Parque.
De o Rio Sabor – que não tem culpa nenhuma, – ser quem vai pagar as favas.
Não tenho competência para discutir conceptualmente o projecto do arquitecto Bruno Soares para a requalificação doTerreiro do Paço, do qual só sei o que li no Público. Vou por isso aguardar a publicitação dos desenhos para fundamentar os meus bitaites. Todavia, não seria avisado conhecer nesta altura o que realmente será feito, por exemplo, em termos de circulação rodoviária nas zonas adjacentes, para que esta requalificação possa fazer sentido? Ou já está decidido? Porém, desde já um pormaior deve ser amplamente discutido.
Até ao final do séc. XIX, o Terreiro do Paço não estava pavimentado: era, como o nome indica, uma praça de terra. Foi essa memória que Bruno Soares quis manter no trabalho que desenvolveu para a Sociedade Frente Tejo.
Será este o princípio que se aplica para o desaparecimento da calçada portuguesa?
O argumento, muito em voga nos dias de hoje, de que a calçada portuguesa é inimiga da mobilidade, não pode servir para matar o passeio público!
A ideia dos losangos evocativos das rotas de navegação também se consegue concretizar com a nossa pedra, que melhor respeita a nossa herança. Para isso, abra-se um concurso de ideias, que os nossos mestres calceteiros terão a arte de lhes dar forma. Pode até nem ser a melhor solução, a calçada na placa central, mas já que – e bem – se prevê o alargamento dos passeios laterais, então que se dê ainda mais visibilidade à calçada portuguesa, como no Rossio!
O mestre-organista Dietrich Buxtehude foi um dos maiores expoentes do período barroco alemão. Na cidade alemã de Lübeck, onde viria a morrer em 9 de Maio de 1707, com 70 anos de idade, Buxtehude exerceu as funções de Werkmeister e organista da Marienkirche desde 1668.
Bach e Handel visitaram Buxtehude
Em 1703, Buxtehude foi visitado pelo jovem virtuoso Handel, já reconhecido como um excelente artista. Dois anos mais tarde, Bach viajou para Lübeck na esperança de ouvir a famosa Abendmusiken (música nocturna) tocada por Buxtehude, com quem passou os meses seguintes a aprender a técnica – Albert Schweitzer fez notar as semelhanças de tratamento de Bach e Buxtehude no Prelúdio CoralEin’ feste Burg ist unser Gott.
Com Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg. Concorre em Cannes à Palma de Ouro, com Pedro Almodóvar (Los Abrazos Rotos), Alain Resnais (Les Herbs Folles), Michael Haneke (Das Weisse Band), Quentin Tarantino (Inglorious Basterds), Ang Lee (Taking Woodstock) e Alain Resnais (Les Herbs Folles).
Na estreia do I, importa ler o artigo que promete boas notícias para os lisboetas?!
Com o enorme imbróglio que é o Projecto Alcântara XXI, muita água correrá debaixo da ponte, antes de Lisboa ter uma solução para a zona portuária. Tanta bondade súbita, cheira a campanha eleitoral.
A Agência Espacial Europeia – ESA estreia amanhã o showTouching the Edge of the Universe , no âmbito das comemorações do Ano Internacional da Astronomia.
A 14, se tudo correr bem, serão lançados os satélites Herschel e Planck, que viajarão até às profundezas do Universo. O Herschel terá como missão estudar a formação das estrelas e das galáxias, o Planck irá analisar a irradiação emitida no início do espaço, do tempo e da energia____________
há 13,7 mil milhões de anos! 🙂
Touching the Edge of the Universe mostra em 3D a história de uma viagem com 400 anos, desde Galileo Galilei e o seu primitivo telescópio, até às sofisticadas missões espaciais dos nossos dias.
Escrito em 1727 para a coroação do Rei George II e da Rainha Carolina, Zadok the Priest é um dos quatro hinos compostos por Handel para o efeito e o único que, até hoje, tem sido tocado em todas as cerimónias de coroação em Inglaterra.
Em Zadok the Priest, Handel parafraseia textos da Bíblia do Rei James, sobre a consagração de Salomão – A Rainha Bathsheba implora ao Rei David, às portas da morte, que entregue a coroa a seu filho, Salomão.
Escrito para coro e orquestra, o hino inicia-se com uma tensão crescente entre instrumentos até à entrada do coro, com grande intensidade dramática. Que tal, ouvir “Rejoicing”, “God save the King” e “Alleluia” como prelúdio da Meia-Final da Liga dos Campeões entre Arsenal e Manchester United? 🙂
Integrada nas comemorações do Ano Internacional da Astronomia, a Exposição Estrelas de Papel: Livros de Astronomia dos Séculos XIV a XVIII – BN, até 31 de Julho – reúne as mais emblemáticas obras da história da astronomia em Portugal, manuscritas e impressas, originárias de diversos arquivos.
Mais informação, aqui.
David Hockney 25 Fondation Louis Vuitton Du 09/04/25 au 31/08/25
Artemisia - Héroïne de l'art Musée Jacquemart-André À partir du 19 mars 2025
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Jos d’Almeida
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.