Batalha de La Albuera

O exército francês do marechal Soult, que incluia um regimento polaco, foi cercado e derrotado por uma força militar composta pelos exércitos luso-britânico e espanhol, comandados pelo marechal Beresford. A Batalha de 16 de Maio de 1811 em Albuera – 22 km a sul de Badajoz, – embora sangrenta, foi uma vitória mais  táctica do que decisiva.
Os horrores da Guerra da Independência Epanhola estão profusamente representados na pintura de Francisco de Goya, como neste exemplo. 
         

 

Decidido Napoleón a terminar con el ejercito británico de Portugal, ordena una operación combinada entre Massena y Soult que deberían formar sobre Lisboa una pinza que arrojara al mar a Wellington. Para ello es necesario tomar Badajoz. A tal fin, parte de Sevilla el 2 de enero de 1811 el mariscal Soult, al frente de un poderoso ejército, llevando como segundo al mariscal Mortier y dirigiéndose en primer lugar a la plaza de Olivenza, que se rinde el 26 de enero, y sentando sus reales frente a Badajoz el 26 del mismo mes. Después de feroz resistencia la plaza capitula el día 10 de marzo. Tras la toma de Badajoz, Soult regresa a Sevilla, dejando en la capital extremeña a Mortier que toma Campomayor y Alburquerque. Wellington confía a Beresford las operaciones en Extremadura, mientras él sigue de cerca los movimientos de Massena. Beresford reconquista Olivenza el 15 de abril, como paso previo al asedio de Badajoz y el 4 de mayo de 1811 se presenta ante ella. Pero Soult, enterado de las acciones, acude desde Sevilla con el propósito de levantar el cerco. En previsión de esta contingencia Wellington y Castaños habían previsto un plan para interceptar el progreso de Soult que debía ser detenido en la Albuera.

Después de la Albuera, el mariscal Soult regresa a Sevilla, sin haber logrado auxiliar a Badajoz. Las fuerzas aliadas vuelven al campo sitiador para proseguir el asedio sin resultado. A la vista que, de nuevo, viene Soult sobre Badajoz los aliados deciden levantar el sitio que se limita a un bloqueo a distancia de la plaza.

Tras el levantamiento de sitio, el ejército aliado tiene como objetivo primordial la conquista de Ciudad Rodrigo. El 28 de octubre de 1811, las fuerzas combinadas del segundo de Castaños, Girón, y las aliadas del general Hill inflingen cuantiosas perdidas a los franceses en la acción de Arroyolinos de Montánchez. En enero de 1812 se toma Ciudad Rodrigo y el 17 de marzo se formaliza el nuevo sitio de Badajoz.

El 19 de Mayo se toma el puente de Almaraz; el 17 de junio Salamanca, enfrentándose el día 22 de julio a los franceses en los Arapiles. El día 11 de agosto Wellington entra en Madrid. Via.

 

 

Ligações:
Cronologia das Invasões Francesas
Guerra Peninsular
Guerra de la Independencia Española
Batalla de La Albuera

 

 

 

 

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    • Carlos Eduardo da Cruz Luna
    • 21 de Maio, 2009

    VINTE DE MAIO, UMA DATA MARCANTE NA HISTÓRIA DE PORTUGAL (RECORDANDO TIMOR… E
    NÃO SÓ!)
    Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Um governador militar, perante um ataque
    iminente, decide capitular. Afinal, o invasor mais não é que um peão
    manobrado por uma potência exterior. Lutar para quê ?
    Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Espera-se que, tal como sucedeu em
    situações anteriores, tudo volte a ser como antes quando uma verdadeira paz
    for assinada. O invasor sairá então.
    Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Olivença capitula, sem disparar um tiro.
    A população inquieta-se, mas confia. Com o tempo, tudo regressará ao normal.
    Muitos anos antes, em mil seiscentos e cinquenta e sete, ocorrera algo
    idêntico. Quase todos tinham fugido, para regressar onze anos depois. Tudo se
    recompusera.
    Vinte de Maio de mil oitocentos e um.
    Não houve sangue. Uns poucos (os pessimistas!) atravessaram o Guadiana. Em
    Elvas, o invasor encontraria resistência, bem como em Campo Maior. Na
    primeira, conseguiu uns ramos de laranjeira. Na segunda, acabou por vencer, mas
    a que preço!!!
    E veio uma paz falsa e logo violada. E outras guerras. E uma paz verdadeira, em
    que se apagou o vinte de Maio de mil oitocentos e um. Para todos. Mas não para
    o invasor. .
    Vinte de Maio de dois mil e dois. Nasce uma nova nação. Gerada no sofrimento.
    Combatendo a indiferença. Com sangue, muito sangue.
    Vinte de Maio de dois mil e dois. Esta data ficará na História. Vinte sete
    anos depois do seu acto ilegítimo de ocupação, a Indonésia vê surgir nas
    suas fronteiras um novo país ao qual quis negar a liberdade, apoiada por um
    grande deste mundo, em nome da estabilidade do seu próprio regime. Como se se
    pudessem invadir vizinhos só porque o sistema político não agrada. Não há
    lei que tal contemple. As instâncias internacionais nunca aceitarão a
    legalidade da acção.
    Em vinte de Maio de dois mil e nove, recordemos esta lição. Portugal não pode
    esquecer o heroísmo de todo um povo, e pode orgulhar-se de o ter ajudado de
    forma decisiva. Portugal combateu uma situação de violação do Direito
    Internacional. Sem desfalecimento. Contra (quase)tudo e (quase) todos.
    Independentemente do peso dos adversários. Apenas porque acreditou que era
    justo fazê-lo. E independentemente das dificuldades que se lhe deparam, hoje,
    em dois mil e nove.
    Vinte de Maio de dois mil e nove em Olivença. Madrid mantem a posse da cidade.
    Ali, ao contrário de Timor, não houve duzentos mil mortos.Nem mil. Nem cem.
    Nesse aspecto, não pode haver comparações. Mas matou-se uma cultura. Ou, pelo
    menos, ela ficou vazia, moribunda. Em duzentos e oito anos, muito se consegue.
    Recorrendo à repressão, quando necessário. Às claras, ou discretamente.
    Olivença viu ser sangrada a sua cultura e a sua história. Viu gente sua
    dispersa, numa sangria dos seus filhos. Não morreu na carne. Morreu no
    espírito. O passado tornou-se um conjunto de sombras vagas, contraditórias,
    falsidades contra as quais quase não consegue reagir. Perdeu as referências.
    Vinte de Maio. Uma data no calendário. Consoante o ano, o início de uma
    ocupação persistente, contínua, preocupada em apagar um passado de seiscentos
    anos, numa população que resistiu com fracos recursos e apoios. Ou o início
    da vida independente de um povo. Que sofreu, mas venceu. Que a diplomacia nunca
    abandonou. Corajosamente. Crente em princípios.
    Mil oitocentos e um. Dois mil e dois.Dois mil e nove, recordando.
    Dois vinte de Maio…

    Estremoz, 15 de Maio de 2009 Carlos Eduardo da Cruz Luna

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