1. Magnificat anima mea Dominum
2. Et exsultavit spiritus meus in Deo
3. Vom Himmel hoch
4. Quia respexit humilitatem
5. Omnes generationes
6. Quia fecit mihi magna qui potens est
7. Freut euch und jubiliert
8. Et misericordia
9. Fecit potentiam in brachio suo
10. Gloria in excelsis Deo
11. Deposuit potentes de sede
12. Esurientes implevit bonis
13. Virga Jesse floruit
14. Suscepit Israel puerum suum
15. Sicut locutus est ad patres nostros
16. Gloria Patri, gloria Filio
Esta é uma imagem espectacular da cratera situada no cimo do Monte Olimpus em Marte, o vulcão mais alto do Sistema Solar. O Monte Olimpus tem uma altura de 27 km e uma extensão de quase 600 km.
A sua cratera possui uma profundidade de cerca de 3 km. Estaimagem, obtida pela sonda Mars Express da ESA, foi tirada a partir de uma altitude de 273 km no dia 21 de Janeiro de 2004 e cobre cerca de 102 km de extensão. Via.
ESA - Monte Olimpus visto pela Mars Express - 21 de janeiro de 2004
Jarrerecorded the album Rendez-Vous after NASA and the city of Houston asked him to do a concert to simultaneously celebrate NASA’s 25th anniversary and Houston’s 150th anniversary.
Astronaut Ronald McNair was to play the saxophone part of “Rendez-Vous” while in orbit on board the space shuttle Challenger. It was to have been the first piece of music recorded in space. It never took place because Challenger exploded during lift-off in 1986. The album was dedicated to the seven Challenger astronauts. Via.
“Estamos habituados a julgar os outros por nós próprios,
e se os absolvemos complacentemente dos nossos defeitos,
condenamo-los com severidade por não terem as nossas qualidades.” Honoré de Balzac
A mais recente versão da opera dramática preferida de Mozart – Idomeneo, chega-nos através da Harmonia Mundi, que tem um mini-site exclusivamente dedicado a esta obra, dirigida por René Jacobs. Solistas: Richard Croft (Idomeneo); Bernarda Fink (Idamante); Sunhae Im (Ilia); Alexandrina Pendatchanska (Elettra); Keneth Tarver (Arbace); Nicolas Rivenq (Gran Sacerdote); Luca Tittoto (La Voce).
A caixa contém 3 cds, um livro e um dvd filmado em Dezembro de 2008 em Paris (Salle pleyel) e Wuppertal, Alemanha (Immanuelskirche).
O making-off está disponível neste canal do YouTube: partes 1 – 2 – 3 – 4 – 5
Hoje há Jazz às Quintas, mas o programa não me puxa. Vou ficar em casa a ouvir em repeatExit Music, o extraordinário cover dos Radiohead – Exit Music (For a Film) por Brad Meldhau.
‘Songs,’ recorded in 1998, captured a wider audience for Mehldau’s trio. “A lot of people have told me that ‘Songs’ is their favorite record of mine,” Mehldau says. “I was thinking a lot at that time about what ‘song’ means to me. It implies a few things – simplicity of melody, an economy of material and a short form, but also a strong emotional effect on the listener that hopefully lingers and swells in your consciousness after you’ve heard it. A song is short and ends quickly, but it should also give you a feeling of endlessness, of something much bigger than its duration. You should sense that you’re scratching the surface of something eternal.”
Mehldau’s writing made an expressive leap on this record, with originals like ‘Song-Song,’ ‘Unrequited,’ and ‘Sehnsucht,’ and he notes, “I started to achieve something more simple and direct in my own tunes.” Two covers heard in their first versions here went on to become staples in the trio’s performances: Nick Drake’s ‘River Man’ and Radiohead’s ‘Exit Music (For a Film).’ On the ballad, ‘For All We Know,’ you can start to hear an elegiac tone. The sentiment of elegy that begins on this record sweeps over much of Mehldau’s subsequent recorded music, and he would explore that idea in depth on his next record, ‘Elegiac Cycle’.
Track Listing: Song-Song – Unrequited – Bewitched Bothered & Bewildered – Exit Music (For A Film) – At A Loss – Convalescent – For All We Know – River Man – Yonug At Heart – Sehnsucht Musicians: Brad Mehldau (piano), Larry Grenadier (bass), Jorge Rossy (drums) Producer: Matt Pierson
The Tempest é uma uma ópera em três actos, de Thomas Adès; Com librettode Meredith Oakes, numa adaptação da peça de Shakespeare, teve a sua estreia mundial no Royal Opera House-Covent Garden-Londres, em 2004, onde voltaria a ser representada, depois de ter marinado durante três anos. 🙂
Foi então registada para a EMI, que agora a disponibiliza.
“In the three years since its premiere, Thomas Adès and Meredith Oakes’s haunting re-imagining of Shakespeare’s The Tempest has marinated in the mind. It now has the bearing of a modern classic. With a second, or in my case, third visit, you really start to appreciate the ingenious way in which Oakes alludes to Shakespeare without necessarily quoting him. Then there is Adès’s instinctive feeling for the pulse of the drama, his unerring sense of the magic that may provide the key to ‘a brave new world’ where the sins of the parents might not be revisited on the children.” Edward Seckerson, The Independent
Nascida em Aix-en-Provence, Hélène Grimaud iniciou os seus estudos musicais no Conservatório da sua cidade natal, prosseguindo-os depois em Marselha, com Pierre Barbizet. Aos doze anos de idade foi admitida no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, onde estudou com Jacques Rouvier, Gyorgy Sandor e Leon Fleischer.
O ano de 1987 foi decisivo na carreira de Hélène Grimaud após a sua apresentação no MIDEM em Cannes. A sua actuação neste evento levou Daniel Barenboim a recomendá-la para tocar com a Orquestra de Paris, seguindo-se uma série de concertos, incluindo a sua estreia no Festival de Piano de La Roque d’Anthéron e um recital em Tóquio.
Desde então, Hélène Grimaud apresenta-se regularmente nos principais centros musicais internacionais com importantes orquestras, incluindo a Filarmónica de Berlim, a Philharmonia Orchestra, a Orquestra do Tonhalle de Zurique, a Filarmónica de São Petersburgo e a Sinfónica da NHK. Actua também regularmente com as principais orquestras dos Estados Unidos da América, incluindo as Filarmónicas de Los Angeles e Nova Iorque, a Orquestra de Filadélfia e as Sinfónicas de São Francisco e Boston. Desde o início da sua carreira, colabora com maestros de craveira internacional.
Em 2002, Hélène Grimaud assinou um contrato de exclusividade com a Deutsche Grammophon, tendo sido lançado recentemente o CD “Reflection” , que inclui obras de Brahms e de Robert e Clara Schumann. As suas anteriores gravações para a DG incluem o disco “Credo” (obras orquestrais e a solo de Beethoven e Pärt), um recital Chopin / Rachmaninov e o Concerto para Piano Nº. 3 de Bartók, com a Orquestra Sinfónica de Londres e o maestro Pierre Boulez. Realizou a sua primeira gravação aos quinze anos de idade, incluindo o seu catálogo anterior obras de Liszt, Ravel, R. Strauss, Rachmaninov, e Gershwin.
Hélène Grimaud recebeu numerosos prémios, tendo sido também reconhecida no seu país, onde foi distinguida com o grau de Oficial da Ordem das Artes e das Letras do Ministério da Cultura de França, em 2002. Mais recentemente, recebeu o prémio“Victoire d’honnuer” nos Victoires de La Musique de 2004.
Hélène Grimaud é autora de dois livros, Variations Sauvages e Leçons Particulières, ambos publicados pelas Editions Robert Laffont. Variations Sauvages foi já traduzido para várias línguas. Ambos os livros obtiveram sucesso em França, figurando nas listas dos mais vendidos.
Em 1999, Hélène Grimaud fundou o Wolf Conservation Center, uma causa que continua a defender. Mais recentemente deu o seu apoio a várias organizações de solidariedade e defesa dos direitos humanos, incluindo a Amnistia Internacional, a International Camp Villa Sans Souci e o Worldwide Fund. Via.
Instituída em 1559 pelo Concílio Ecuménico da Igreja Católica reunido em Trento, a lista de livros e autores proibidos visava todos os documentos heréticos que, pela sua natureza, questionassem a doutrina católica. Em plena Contra-Reforma, este foi um dos instrumentos utilizados para reafirmara autoridade espiritual da Igreja Católica, face à crescente influência das ideias de Lutero. EsteManual de Boas Práticas teve mais de quatro dezenas de actualizações ao longo de quatro séculos, até ter sido abolido em 14 de Junho de 1966, pelo Papa Paulo VI.
Mas nem só vultos como Galileu, Copérnico, Maquiavel, Espinosa, Locke, Descartes, Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Flaubert, entre tantos outros, viram obras suas banidas ou foram convidados a reflectir sobre os seus escritos; Já Michelangelo, por volta de 1515, houvera sido questionado pelo Papa Julius II, sobre se “A Última Ceia” não teria demasiados apóstolos!
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.