‘La piedad’, de Jose de Ribera
De Jose de Ribera (Lo Spagnoletto) [12 Jan 1591 – 2 Set 1652] – La Piedad, 1633
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De Jose de Ribera (Lo Spagnoletto) [12 Jan 1591 – 2 Set 1652] – La Piedad, 1633
“Man has tasted of the fruit of the tree of knowledge, and now his intellect reveals to his astonished gaze the abstract reality of creation”.
“Isaac Newton”, born on 4 January 1643, by William Blake [1757-1827]

Newton 1795-c. 1805 William Blake 1757-1827 Presented by W. Graham Robertson 1939 http://www.tate.org.uk/art/work/N05058
De August Macke [3 Janeiro 1887 – 26 Setembro 1914], Hussardos a galope de 1913.
De Piero di Cosimo [2 Janeiro 1462 – 12 Abril 1522], pintor do Quattrocento italiano, também conhecido como Piero di Lorenzo, Liberazione di Andromeda, c. 1510–1513 – Galleria degli Uffizi, Florença.
Max Beckmann [Leipzig, 12 Fevereiro 1884 – Nova Iorque, 27 Dezembro 1950], pintor associado ao expressionismo alemão, completou ‘Os Argonautas’ no dia da sua morte. Em 2018, Antonio Muñoz Molina escreveu para o El País um artigo sobre o grande cronista da Alemanha do século XX.
Merry Christmas with Jan Gossaert‘s ‘The Adoration of the Kings’
From Pieter de Hooch [20 Dec 1629 (baptized) – 24 Mar 1684], ‘The Visit’, ca. 1657
De Hooch situated this scene in a voorhuis, the street-facing room in a narrow Dutch row house that received the best light. The placement of the window and construction of the space reveal the close dialogue that De Hooch had with Vermeer at the time. But elements such as the plate of aphrodisiac oysters and canopied bed suggest that De Hooch most likely intended this particular scene to represent a brothel rather than a respectable home.
Via The Metropolitan Museum of Art, New York
Esta obra faz parte de uma série de pinturas de grandes dimensões executadas por Turner na primeira década de Oitocentos dedicada à representação de catástrofes naturais e tempestades no mar, iniciada em 1801, com Bridgewater, Seapiece (Colecção Particular em depósito na National Gallery, Londres). A cena foi associada no passado ao naufrágio do navio Minotauro, ocorrido em Dezembro de 1810, hipótese entretanto abandonada. Apresenta, entretanto, semelhanças evidentes com a pintura O Naufrágio (Tate Britain, Londres), de 1805.
A construção do espaço, deliberadamente assimétrico e caótico, desenvolve-se a partir de diagonais de mastros e remos quebrados que se justapõem a curvas de redemoinhos de águas em turbilhão. O elemento humano, insignificante e perdido, encontra-se irremediavelmente submetido à voragem violenta das ondas.
A composição inscreve-se num universo de extrema sensibilidade face à natureza, dentro da melhor tradição inglesa de pintura do género, à qual o tema dos naufrágios, num país marítimo por excelência, foi especialmente grato. Turner não só absorve o legado da lição holandesa – de Willem van de Velde, o Jovem, em particular – como associa à sua expressão pictórica o peso do imaginário coletivo da época, vivido pelos seus contemporâneos de forma verdadeiramente emotiva e obsessiva.
Via Museu Calouste Gulbenkian

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