Archive for the ‘ Museus ’ Category

‘A Queda dos Anjos Rebeldes’, de Jan Brueghel, o Velho

Expoente da pintura da Flandres Renascentista, Pieter Brueghel, o Velho [c. 1525 – 9 Setembro 1569] conduz-nos com a obra ‘La chute des anges rebelles’ (1562) numa visita ao universo de Hieronymus Bosch.


‘La tentation de saint Antoine’, de Henri Fantin-Latour (II)

Do pintor francês Henri Fantin-Latour [14 Janeiro 1836 – 25 Agosto 1904], formado na Escola Superior de Belas-Artes de Paris e influenciado pelo movimento do simbolismo, a obra ‘La tentation de saint Antoine’ (não datada) pertence ao The National Museum of Western Art, Tóquio.


https://collection.nmwa.go.jp/en/P.1959-0099.html

‘O Combate do Giaour e Hassan’, de Delacroix

Tendo como fonte de inspiração Giaour (1813), poema dos Contos Orientais de Lord Byron [1788-1824], Eugène Delacroix [26 Abril 1798 – 13 Agosto 1863]  retrata nesta obra de 1826 a luta entre um giaour cristão (termo turco para infiel, usado no Império Otomano) e um guerreiro muçulmano. 


Eugène Delacroix – The Combat of the Giaour and Hassan

Nos 505 anos da morte de Bosch…

Dia de evocar Hieronymus Bosch [c. 1450 – 9 Agosto 1516], em primeiro lugar através das criaturas do Tríptico das tentações de Santo Antão que ilustram a capa da oportuna reedição, pela Quetzal, do Livro dos Seres Imaginários de Jorge Luis Borges, uma reinvenção do mundo construída a partir de um bestiário moderno, como decorre da sinopse; Depois, com a obra Las tentaciones de San Antonio Abad (1510 – 1515) que pertence ao Museu do Prado.


On Giorgio Vasari’s 510th birthday

Leone X elegge il suo nuovo collegio di cardinali, 1555-1563

On the eastern side of the Palazzo Vecchio, next to the Hall of the Five Hundred, are the apartments that were once devoted to the offices of court and guests of the principality: the Quarters of Leo X on the lower floor and the Quarters of the Elements upstairs. These were constructed as part of the works ordered by Duke Cosimo I de’ Medici to extend the palace, and were therefore known as the new quarters. The works were begun by Battista del Tasso in the mid-1500s and were continued between 1555 and 1563 by Giorgio Vasari and a number of associates, including the painters Marco da Faenza, Cristofano Gherardi, and Giovanni Stradano. The distinctive feature of the two quarters is the perfectly matched shape and size of the rooms on the first and second floors. This symmetry is part of an iconographic scheme for decorating the rooms devised by the scholar Cosimo Bartoli. Each of the rooms in the Quarters of Leo X is dedicated to an illustrious figure from the Medici family and depicts their most significant feats. Each of these rooms is matched on the floor above by a room dedicated to one of the main pagan deities, the idea being to compare the “terrestrial gods” of the reigning dynasty with the lineage of the “heavenly deities.” The first room of the quarters is dedicated to Cosimo the Elder, to whom the Medici family was indebted for securing the family’s prestige in the 15th century.
Via Google Arts & Culture.

‘Jeune fille en vert’, de Tamara de Lempicka

De Tamara de Lempicka [16 Maio 1898 – 18 Março 1980], pioneira no desenvolvimento do Movimento Art Déco, “Jeune fille en vert”, 1927-30.


‘Violon et palette’ e ‘Piano et mandore’, de Georges Braque

Durante o período em que Georges Braque [13 Mai 1882 – 31 Ago 1963] e Pablo Picasso partilharam um estúdio em Ceret, na região francesa da Occitânia, desenvolveram um novo estilo designado por cubismo analítico.
A esse período pertencem as obras Violon et palette e Piano et mandore (1909-1910), actualmente no Museu Guggenheim.


 

‘Vasos, periódico y botella de vino’, de Juan Gris

De Juan Gris [23 Mar 1887 – 11 Mai 1927], «Verres, journal et bouteille de vin» (Vasos, periódico y botella de vino), 1913


 

https://www.museoreinasofia.es/en/collection/artwork/verres-journal-et-bouteille-vin-cups-newspaper-and-bottle-wine

‘Sunset (Brothers)’, de Caspar David Friedrich

De Caspar David Friedrich [5 Setembro 1774 – Dresden, 7 Maio 1840], considerado um dos mais importantes artistas do início do romantismo alemão, a obra Sunset (Brothers) do período entre 1830 e 1835, que pertence ao Hermitage de São Petersburgo.


Bicentenário da morte de Napoleão

Nascido na Córsega em 1769, coroado imperador dos franceses em 1804 e exilado na ilha de Santa Helena, no Atlântico sul, a partir de 1815, depois da histórica derrota em Waterloo, Napoleão Bonaparte soltou o último suspiro a 5 de Maio de 1821 às 17:49, precisamente há 200 anos. Tinha então 51 anos.
Para evocar o bicentenário da morte do Imperador, o Grand Palais inaugura a exposição Napoléon no Grande Halle de la Villette [28 Maio – 19 Setembro 2021] sobre a fascinante personalidade que moldou a história de uma França pós-revolucionária.
Da ascensão ao declínio da aventura imperial, a exposição retrata em nove secções esse período crucial, desde os momentos-chave da história da França até à vida íntima e romântica do imperador.
Conhecer Napoleão significa, em certa medida, entender a Europa em que vivemos hoje.


Das inúmeras iniciativas que ocorrerão ao longo do ano, destaques para a contribuição excepcional do Palácio de Versalhes com mais de 150 peças originais, do Musée de l’Armée com a exposição “Napoléon n’est plus”, do Musée national du château de Fontainebleau com a mostra À la rencontre de Napoléon Ier , no Musée National du Chateau de Malmaison a exposição Napoléon aux 1001 visages ou, brevemente, “Joséphine & Napoléon, une histoire (extra)ordinaire” na Maison Chaumet.