Archive for the ‘ Jazz ’ Category
A 22 de Abril de 1959, Miles Davis, John Coltrane, Julian “Cannonball” Adderley, Bill Evans, Paul Chambers e Jimy Cobb entravam no estúdio da Columbia, na 30th Street em Nova Iorque, para gravar Flamenco Sketches e All Blues.
Assim se concluía a gravação em Estúdio de Kind of Blue.
Excerto do artigo de Cristina Fernandes para o ípsilon de 6 Julho 2012, sobre o lançamento do último trabalho de António Pinho Vargas “Improvisações” – Concerto no IST, 2011. Editora Althum.
Volto ao standard Stella by Starlight, integrado na série de oito discos gravados ao vivo no Clube Plugged Nickel de Chigado, pouco antes do Natal de 1965. A composição do segundo quinteto, com Wayne Shorter a substituir George Coleman no saxofone tenor, recupera os solos da explosão criativa de finais da década de 50. Back to basics…! 🙂
Vítima das so-called restrições orçamentais na Antena 2, foi no passado domingo para o éter a última edição do programa “O Espírito do Jazz”. Esperemos que o acesso ao arquivo não seja alvo da mesma generosidade! 😉
Obrigado e até jazz, Joao Moreira Santos!

A fascinating document of Keith Jarrett’s solo concert in Rio de Janeiro on April 9, 2011. The pianist pulls a broad range of material from the ether: thoughtful/reflective pieces, abstract sound-structures, pieces that fairly vibrate with energy. The double album climaxes with a marvellous sequence of encores. 40 years ago Keith Jarrett recorded his first ECM disc, the solo piano “Facing You”. He has refined his approach to solo music many times since then, always finding new things to play. So it is here, in this engaging solo recording from Brazil.
O Quarteto de Dave Brubeck, com Brubeck ao piano, Paul Desmond no saxophone alto, Eugene Wright no baixo e Joe Morello na bateria, adquiriu notoriedade ao longo da década de 50; Porém, estava escrito nas estrelas que 1959 seria um ano excepcional para o jazz: a par de Kind of Blue de Miles Davis, apresentava-se ao mundo “Time Out”. O álbum, que incluía “Take Five” com um solo memorável de Morello e “Blue Rondo a la Turk”, tornou-se num dos discos de jazz mais populares de sempre, em grande parte devido à secção rítmica de Wright e Morello.
Para comemorar o 70.º aniversário da estreia da artista em Portugal, em Março de 1941, João Moreira dos Santos e o Teatro daTrindade propõem para os dias 11 e 12 de Março a peça Uma Noite com Josephine Baker ( o evento consiste num espectáculo multimedia que inclui música, teatro e vídeo, e ainda a apresentação do livro de João Moreira dos Santos sobre a ligação de Baker a Portugal entre 1933 e 1960.
Complementarmente, realiza-se a 12 de Março o passeio guiado Na Peugada de Josephine Baker pela Lisboa dos Anos 30/50.

Josephine Baker, que nos anos 20 foi o ícone do jazz e da libertação sexual, escandalizando a velha Europa com as suas ousadas e desnudadas danças, passou sete vezes por Portugal, entre 1939 e 1960. Desde simples escalas a concertos, acções de espionagem para os serviços secretos franceses, uma tentativa frustrada de adopção e até declarações políticas pró-fraternidade universal, não passou despercebida nem sem levantar protestos pela sua arte e cor. – João Moreira dos Santos
