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As fotos foram tiradas no mesmo local onde anteriormente estavam alguns destes bonecos.
Correndo o risco de ferir a sensibilidade de almas mais sensíveis, até que nem veria com maus olhos dar melhor uso a este muro… pois se há coisa de que não podemos queixar-nos é de falta de criatividade! 🙂
Exmo. Senhor Ministro da Cultura
Dr. José Pinto Ribeiro
C.c Director-Regional de LVT
C.c. Presidente do IGESPAR
C.c. Presidente da CML
C.c. Presidente da AML
C.c. Presidente da Junta de Freguesia da Sé
Vimos por este meio apresentar a V.Exa. o nosso protesto veemente por uma situação que consideramos grave e escandalosa, seriamente lesiva de um Monumento Nacional, e que pré-figura mais uma acção de vandalismo de Estado, uma vez que, ao que apurámos, é da exclusiva e inteira responsabilidade da Direcção-Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo e, portanto, desse Ministério.
Trata-se de uma intervenção de “restauro” que está a ser feita na pedra antiga junto ao portão Norte da Sé de Lisboa, sendo que anexamos fotos e breve descritivo em
http://cidadanialx.blogspot.com/2009/10/obras-de-restauro-na-se-de-lisboa.html#comments .
Antes deste protesto, consultámos o IGESPAR que nos garantiu desconhecer a situação, e a própria DRC-LVT que nos pediu que denunciássemos o caso para o seu próprio endereço de email, o que já fizemos, naturalmente.
A menos que se trate de uma intervenção justificável e reversível a breve trecho, consideramos que este episódio é sintomático sobre o estado de coisas relativamente ao património arquitectónico do país, e do entendimento que dele fazem os poderes públicos.
Já não bastava o efeito da poluição e o vandalismo anónimo que continuamente atentam contra o nosso património, para que sejam agora os próprios responsáveis pela conservação dos Monumentos Nacionais a adulterá-los.
Finalmente, e em jeito de rodapé, não podemos deixar de dar conta da nossa preocupação em relação a um projecto de intervenção profunda na mesma Sé, projecto esse a ser elaborado neste momento pelos serviços da mesma DRC-LVT, o qual, à semelhança do Terreiro do Paço, se prepara para ser anunciado à população como um facto consumado. É preciso que este projecto seja divulgado quanto antes!
Melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Júlio Amorim, Luís Marques da Silva, Nuno Caiado, António Branco Almeida, Pedro Gomes, António Sérgio Rosa de Carvalho e Jorge Santos Silva
Leitura aconselhada: Estado de conservação da Sé de Lisboa é de alerta público http://bit.ly/LBGzu
A Galáxia Whirlpool, conhecida como Messier 51a, encontra-se na Constelação de Canes Venatici, a uma distância de 30 milhões de anos-luz da Terra. Foi descoberta neste dia, no ano de 1773 por Charles Messier, astrónomo francês que viveu de 1730 a 1817 e se notabilizou poela descoberta de 20 cometas.

A Imagem de alta resolução da Nasa mostra a Galáxia Whirlpool que, tal como a Via Láctea, é uma galáxia de braços espirais, onde se nota a presença de manchas escuras de poeira em conjunto com zonas de elevada luminosidade
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A página sobre Guillaume Dufay, compositor francês que viveu, talvez, de 1397 a 1474 e, exercendo a sua arte num período de relativa estabilidade harmónica, se destacou mais como um artista completo do que, propriamente, por ser um inovador ousado, foi elaborada a partir do texto gentilmente cedido por João Chambers, que produziu o MUSICA AETERNA – Programa 410 – 10 de Outubro de 2009
Organizada pelo Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão (CAMJAP) e pelo Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian e comissariada por Raquel Henriques da Silva, Anos 70 – Atravessar Fronteiras propõe duas áreas temáticas: a necessidade de intervir e experimentar; série e variação.
A exposição reúne um conjunto de obras oriundas da colecção do CAMJAP, mas também da Fundação de Serralves, do Museu do Chiado, do Museu Colecção Berardo, da Culturgest e de diversas colecções privadas. Traça-se assim um panorama da arte em Portugal, pontuando-a com momentos da arte internacional. Em complemento, realiza-se uma mostra expositiva de artistas nascidos nos anos 70 e apresenta-se alguma documentação.
Em Portugal, a dinâmica dos primeiros anos da década de 70 manifesta com clareza que a revolução estava já em marcha e que a mesma muito deve à criatividade provocatória e cívica dos artistas e outros agentes culturais. Dos cerca de 100 artistas presentes, há figuras tutelares há muito consagradas e jovens artistas em início de carreira.
O critério de selecção foi histórico, numa perspectiva de “obra aberta”: operou-se por áreas temáticas ou afinidades inesperadas, propondo aos visitantes que construam o seu próprio percurso. Foi ainda possível encomendar a alguns artistas obras que haviam deixado de existir – o caso de uma instalação de Alberto Carneiro ou do Portugal de José Aurélio -, ou a reconstrução e reapresentação de outras, como as instalações de Ana Vieira, Alberto Pimenta e Rui Orfão. Via.

Artur Rosa Homenagem a Josef Albers, 1972 XL/XXXIV Serigrafia a três cores sobre papel Papel: 56,2 x 56,3 cm
A 6 de Outubro de 1959, a nave Luna-3 da URSS passou a cerca de 6.200 km do pólo sul da Lua, continuando a viagem em direcção ao lado mais distante. A sequência inicial para captação das primeiras imagens do “lado escuro da Lua” teve lugar a 7 de Outubro, tendo sido obtidas 29 fotografias. Durante o dia 8, foram feitas várias tentativas de as enviar para a Terra, sendo que só no dia 18 foram transmitidas 17 imagens, de fraca qualidade. O contacto com a nave perdeu-se no dia 22.
Ainda no rés-do-chão:
– na esquina do edifício há um espaço magnífico (mas vazio) que inclui uma mezzanine e que faz todo o sentido ser uitilizado pelos jovens, quer da freguesia, quer das escolas, pois existem recursos humanos para o dinamizar.
– entrámos no Centro de Dia em plena hora de almoço. Vê-se que os idosos se sentem bem e que convivem. Serve almoços e lanches e presta algum apoio domiciliário, mas tem debilidades: a cozinha, asseada, tem poucos recursos, as funcionárias têm deficientes condições de trabalho e das casas de banho só uma funciona. Faltam valências como espaços de lazer e convívio.
No primeiro andar, o único espaço ocupado está bem cuidado e é composto por 3 salas bem organizadas mas um delas é o salão nobre.
Não faz sentido, mas do meu ponto de vista não é a primeira prioridade desalojar a CPJR (Comissão de Protecção de Jovens em Risco)
O resto do interior do primeiro piso é inenarrável – salas abandonadas (pelo Grémio), cheias de entulho. Dói só de imaginar a quantidade de serviços de apoio ao freguês que podem ser potenciados neste edifício onde, pura e simplesmente, vemos salas e salas vazias.
Na parte traseira existe um páteo com potencial, um armazém onde já funcionou o ginásio e que tem potencial para actividades e um anexo onde um colaborador muito interessado promove algumas actividades para crianças até aos 12 anos. O anexo tem fracas condições e um acesso com algum risco para os miudos.
No segundo piso estão a sala de atendimento e a dos 3 funcionários, com boas condições. A sala do Executivo e do Presidente são contíguas. As restantes salas estão vazias e sujas. Não se compreende!
O terceiro piso tem duas salas de arquivo, uma sala com uma “biblioteca” começada, uma sala com sapatos velhos, roupas velhas empilhadas no corredor, uma sala de estudo para miudos que mais parece a sala de castigo e mais uma sala para música.
As restantes, “ao contrário” das do segundo piso, estão sujas e vazias.
Em resumo:
Do enorme edifício teremos, no máximo, uma taxa de ocupação de 25%.
Imaginar o potencial desperdiçado é criminoso!
É fundamental criar uma equipa pluridisciplinar para explorar todo o potencial do edifício e criar condições para fazer deste edifício um espaço verdadeiramente ao serviço da população.
Acesso – Rua Saraiva de Carvalho, n.º 4 – 10; Rua de São Joaquim
Intervenção Realizada – PROPRIETÁRIO: 1926, Novembro – reparações interiores e exteriores de um muro do quintal; 1938, Abril – reparação da cobertura; 1941, Fevereiro – recolocação de azulejos na fachada; 1943, Julho – obras gerais de beneficiação; 1947, Junho – projecto de alterações exteriores e interiores; 1957, Julho – alteração de vãos de porta e de janela; 1958, Junho – pintura exterior das portas de acesso; 1960, Maio – obras de beneficiação e limpeza geral; 1966, Dezembro – montagem de ascensor; 1967, Maio – obras simples de conservação; 1968, Julho – obras gerais de beneficiação e limpeza.
Observações
*1 – neste existe ainda um lago que se encontra entaipado, dadas as actuais funções do mesmo, destinado a zona para crianças. *2 – na sequência da demolição de algumas paredes e construção de outras, bem como da necessidade de adaptação à actual ocupação do imóvel, é difícil reconhecer com clareza, o tipo primitivo de organização do mesmo. *3 – ainda existentes na década de 70 e entretanto demolidas.

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