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‘Auto da Barca da Glória’, de Gil Vicente

Musica Aeterna de 2 Jun 2019
Os 500 anos sobre a estreia do ‘Auto da Barca da Glória’ de Gil Vicente e a música de Damião de Góis, Pedro de Escobar, Nicolas Gombert, Fernão Gomes Correia, Cristóbal de Morales, Hildegard von Bingen, de autores anónimos e das Matinas do Ofício de São Geraldo de Braga, festividade anualmente celebrada a 5 de Dezembro de harmonia com o Breviário local de 1494.

Graindelavoix – Time of the Dragon – Missa Caput / Johannes Ockeghem

Ensaios abertos | Museu da Água, 25 Fevereiro a 2 Março
Concerto-ensaio | Igreja Menino Deus, 1 e 2 Março às 21h00
Graindelavoix – Björn Schmelzer
Com Carla Nahadi Babelegoto, Albert Riera, Marius Peterson, Tomàs Maxé,
David Hernandez, Adrian Sirbu, Joachim Höchbauer, Jean-Christophe Brizard

Graindelavoix - Missa Caput

Graindelavoix em Lisboa

Graindelavoix-museu-aguaGraindelavoix – Time of the Dragon – Missa Caput / Johannes Ockeghem

Ensaios abertos | Museu da Água, 25 Fevereiro a 2 Março
Concerto-ensaio | Igreja Menino Deus, 1 e 2 Março às 21h00
Graindelavoix – Björn Schmelzer
Com Carla Nahadi Babelegoto, Albert Riera, Marius Peterson, Tomàs Maxé, David Hernandez, Adrian Sirbu, Joachim Höchbauer, Jean-Christophe Brizard

A música polifónica como um processo mental e físico: a performance “alla mente” como música teatral.

A ideia do projecto é trabalhar com oito cantores de graindelavoix e memorizar uma das obras-primas polifónicas mais importantes do século XV, a Missa Caput de Johannes Ockeghem. Um repertório que foi sempre interpretado por cantores clássicos treinados e a partir de uma partitura, seguindo completamente as regras de um concerto clássico (do século XIX).
Tanto a história como a performance mostram que este tipo de música nunca foi pautada, mas sim aprendida e interpretada de memória. É esta forma de actuar que oferece a chave para o público contemporâneo mergulhar na música e emocionar-se de uma forma imediata.
Graindelavoix querem provar que apresentar este tipo de música, de memória, é como aprender e executar uma peça de teatro. Por exemplo, rodeado pelo público, num espaço com acústica adequada, este formato oferece uma experiência artística completamente diferente e directa. Torna-se teatro no sentido de uma experiência descrita por Artaud, sem a necessidade de adição de elementos teatrais externos, apanágio do ”teatro musical”.
Memorizar este tipo de trabalho é em si um ‘tour de force’ e graindelavoix quer convidar o público a participar neste processo.
Para o pôr em prática, o Museu da Água de Lisboa é o local perfeito. Não só o salão principal do museu é acusticamente perfeito para este repertório como o interior do edifício em si, com as suas janelas enormes e sua maquinaria oferece uma alternativa mais aberta que uma capela ou uma igreja: o ouvinte pode entrar em diálogo com a função e a história do museu em diálogo com o processo musical. Os diferentes níveis no salão principal tornam possível experienciar a música a partir de diferentes ângulos e perspectivas acústicas.
Fontes: http://www.graindelavoix.be | http://alkantara.pt | http://www.facebook.com
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