Dietrich Buxtehude, organista e compositor que se supõe ter nascido em 1637, representa, a par de Heinrich Schütz (1585-1672), o expoente máximo do barroco alemão no século XVII. O seu estilo influenciou inúmeros compositores, entre os quais Johann Sebastian Bach. Morreu neste dia 9 de Maio, em 1707.
A primeira parte desta Abendmusiken – Benedicam Dominum BuxWV 113 (música nocturna) está nesta publicação.
Alessandro Scarlatti lived between the years 1660-1725, and during that time wrote in all the major forms of the day. Although he was most famous for his operas and vocal compositions, he wrote some very fine keyboard music in the later years of his life. Domenico Scarlatti’s keyboard music is more widely known, but the La Folia variations feature thirty pieces on the La Folia theme. They are elaborate and beautiful, and well worth listening to. They may have been written for one of Scarlatti’s patrons, Cardinal Ottoboni, who possessed a harpsichord with a complete bottom octave and three sets of strings.
The La Folia theme is named after a fifteenth century dance of Portugal, that later moved to Spain. “Folia” means “insane” and the dance was so named because it was accompanied by wild singing, and the dancing was done as if the dancers were out of their minds. During the late seventeenth century, composers began writing variations on the La Folia theme, which had developed over a long period of time from various sources of the dance. It was a very popular type of composition for seventeenth century guitarists as well as keyboardists, and many great composers wrote pieces of this genre. J.S. Bach, Corelli, and Vivaldi all wrote La Folia variations. The theme for Scarlatti’s La Folia variations first appeared in an “air des hautbois” of Jean Baptiste Lully.
Descobri mais um magnífico documentário produzido pela BBC-Four, no qual o actor Simon Russell Beale continua a viagem pelo florescimento da música sacra ocidental através das interpretações do Ensemble The Sixteen, dirigido por Harry Christophers.
Martinho Lutero teve um impacto profundo no desenvolvimento da música sacra, pelo contributo na redefinição das práticas do canto congregacional e do órgão nos serviços religiosos; reformas que, de tal forma influenciaram a música durante os 150 anos seguintes , viriam a inspirar JS Bach, semana após semana, mês após mês, a escrever mais de mil peças musicais, das quais cerca de dois terços produzidas para a Igreja Luterana de Thomaskirche, na cidade alemã de Leipzig, legado que inclui uma das mais sublimes peças da música do ocidente, “Jesu, Joy of Man’s Desiring”.
Retábulo de Santa Auta | Oficina de Lisboa, intérprete desconhecido
Casa Perfeitíssima – os 500 anos da fundação do Mosteiro da Madre de Deus por D. Leonor, referida, na Crónica Seráfica de Frei Jerónimo de Belém e num texto do padre Mestre Jorge de São Paulo, como Rainha Perfeitíssima, cuja exposição se encontra patente até amanhã, dia 11, no Museu Nacional do Azulejo, ilustrados, para além de Canto Gregoriano de Monges Franciscanos e extraído do Canto da Sibila Castelhana, por obras de Pedro de Escobar, Jean Lhéritier, Francesco da Milano, Umberto Naich, Duarte Lobo, Francisco António de Almeida, Estêvão de Brito, Georg Philipp Telemann, Heinrich Isaac, Diogo Dias Melgás, Cristóbal de Morales, Giorgio Mainerio e de um autor anónimo. João Chambers
A abrir, “eu estive no Restelo em 1980” serve para demonstrar que a antiguidade é um posto. 🙂 Dito isto, ainda que o peso do nome Tangerine Dream não contrarie a tendência do que está a dar, aos poucos privilegiados, entre os quais o venerável Mago da Lua, foram oferecidas 3 (três) horas de música sinfónica, menos cósmica que no passado, como disse o eclético Zé Pedro enquanto me perguntava quem eram os gajos dos posters à venda. 😛
Voltando à essência da coisa, primeiro estranhei o sax da sexy Linda Spa, que por momentos adquiriu a espacialidade de Garbarek, os riffs do Bernhard Beibl, que aqui e ali soaram a Oldfield e a percussão da frenética Iris Camaa, pouco consonantes com a minha memória dos TD, mas lá me fui habituando.
Facto é que o sobrevivente Edgar Froese sabe muito bem para onde vai e a nós resta segui-lo, na esperança que não demore vinte anos a voltar.
O próximo Musica Aeterna transmite, em ante-estreia mundial, as “Vésperas” de Monteverdi, produzidas de acordo com a técnica quinhentista e seiscentista do “cantar lontano” (cantar à distância), interpretadas pelo grupo “Cantar Lontano” de Marco Mencoboni, que actuou na Sé Patriarcal de Lisboa a 18 de Dezembro de 2008.
A efeméride dos 400 anos da primeira apresentação pública das Vésperas da Beata Virgem de Claudio Monteverdi, efectuada, por ocasião da festa da Anunciação e em honra das filhas do duque Francesco Gonzaga, na Basílica de Santa Bárbara, em Mântua, no dia 25 de Março de 1610. A transmissão integral deste verdadeiro monumento e, bem assim, de peças especificamente concebidas para a Semana Santa, que amanhã tem o seu início, da autoria dos contemporâneos Marc’Antonio Ingegneri, Emilio de’Cavalieri e Johann Rosenmüller. João Chambers
João Chambers, Lisbon musicologist, proposed us to give a preview of our version of Monteverdi’s Blessed Virgin Vesper for the portuguese public. Portuguese state radio Antena 2 will broadcast a world premiere on March 27th, 2010 giving a taste of the upcoming cd inside the program Musica Aeterna, devoted to early music. The transmission can be heard in streaming on the web connecting to this link.
O Codonauta tem na sua página do Youtube uma selecção notável das “Vésperas“, gravada em 1989 na Basílica de São Marcos, Veneza – The Monteverdi Choir | The London Oratory Junior Choir | The English Baroque Soloists | John Eliot Gardiner
David Hockney 25 Fondation Louis Vuitton Du 09/04/25 au 31/08/25
Artemisia - Héroïne de l'art Musée Jacquemart-André À partir du 19 mars 2025
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Jos d’Almeida
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.