Posts Tagged ‘ Tangerine Dream ’

‘Silhouettes’, de Klaus Schulze

Foi no centro da explosão da electrónica Krautrock, onde pontificavam nomes como Kraftwerk, Neu! e Can, que surgiu a banda Tangerine Dream, em 1967.
Entre 1969 e 1970, Klaus Schulze, que neste dia 4 Agosto 2019 completa 72 anos, fez parte da formação liderada por Edgar Froese.
Em 1971, com o guitarrista Manuel Göttsching, formou a banda Ash Ra Tempel, colaborou ao longo da década de setenta com os grupo The Cosmic Jokers e Go.
Da carreira a solo de Schulze, que conta com mais de seis dezenas de trabalhos, o álbum “Silhouettes” (2018) tem um tema de que gosto particularmente, o segundo movimento Der lange Blick zurück.

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Tangerine Dream – Hyperborea

Tangerine Dream set the stage for the style of “artsy” soundtrack music that dominated the ’80s. Although Hyperborea is not a soundtrack, it was clearly influential on some of the work the group was hired to do for Risky Business, Flashpoint, Dreamscape, Firestarter, Legend, and close to 20 others. There have been at least a dozen members in this trio over the years, but the assembly of Chris Franke, Edgar Froese, and Johannes Schmoelling proved to be one of the most prolific and influential. Hyperborea was a turning point for the band — a distinctive departure from the free-form psychedelica-and-moog prog rock improvisations, it was an album of crispness, structure, and a little bravery too – a showcase for artists with enough chops to adjust to the new technology without getting lost in it. Getting its hands on the popular new keyboards of the mid-’80s, the band found wonderful textures, richly overlapping sequences, and on some level a chance to reinvent themselves, and with great results. Recorded in Berlin in 1983, it was the shape of things to come for the remainder of the decade. Via Shazam.

Tangerine Dream no Coliseu

A abrir, “eu estive no Restelo em 1980” serve para demonstrar que a antiguidade é um posto. 🙂 Dito isto, ainda que o peso do nome Tangerine Dream não contrarie a tendência do que está a dar, aos poucos privilegiados, entre os quais o venerável Mago da Lua, foram oferecidas 3 (três) horas de música sinfónica, menos cósmica que no passado, como disse o eclético Zé Pedro enquanto me perguntava quem eram os gajos dos posters à venda. 😛
Voltando à essência da coisa, primeiro estranhei o sax da sexy Linda Spa, que por momentos adquiriu a espacialidade de Garbarek, os riffs do Bernhard Beibl, que aqui e ali soaram a Oldfield e a percussão da frenética Iris Camaa, pouco consonantes com a minha memória dos TD, mas lá me fui habituando.
Facto é que o sobrevivente Edgar Froese sabe muito bem para onde vai e a nós resta segui-lo, na esperança que não demore vinte anos a voltar.






















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