Archive for the ‘ Aniversário ’ Category

Siglo de Oro – Lope de Vega

Romancero viejo
España experimentó una gran ola de italianismo que invadió la literatura y las artes plásticas durante el siglo XVI y que es uno de los rasgos de identidad del Renacimiento: Garcilaso de la Vega, Juan Boscán y
Diego Hurtado de Mendoza introdujeron el verso endecasílabo italiano y el estrofismo y los temas del Petrarquismo; Boscán escribió el manifiesto de la nueva escuela en la Epístola a la duquesa de Soma y tradujo El cortesano de Baltasar de Castiglione en perfecta prosa castellana; contra estos se levantaron nacionalistas como Cristóbal de Castillejo o Fray Ambrosio Montesino, partidarios del octosílabo y de las coplas castellanas, pero igualmente renacentistas.
Romancero nuevo
En la segunda mitad del siglo XVI ambas tendencias coexistieron y se desarrolló la ascética y la mística, alcanzándose cumbres como las que representan San Juan de la Cruz, Santa Teresa y Fray Luis de León; el petrarquismo siguió siendo cultivado por autores como Fernando de Herrera, y un grupo de jóvenes nuevos autores comenzó a desarrollar un Romancero nuevo, a veces de tema morisco: Lope de Vega, Luis de Góngora y Miguel de Cervantes. Via.

En sus últimos años de vida Lope de Vega se enamoró de Marta de Nevares, en lo que puede considerarse “sacrilegio” dada su condición de sacerdote; era una mujer muy bella y de ojos verdes, como declara Lope en los poemas que le compuso llamándola “Amarilis” o “Marcia Leonarda”, como en las Novelas que le destinó.

Canta Amarilis, y su voz levanta
mi alma desde el orbe de la luna
a las inteligencias, que ninguna
la suya imita con dulzura tanta.

De su número luego me trasplanta
a la unidad, que por sí misma es una,
y cual si fuera de su coro alguna,
alaba su grandeza cuando canta.

Apártame del mundo tal distancia,
que el pensamiento en su Hacedor termina,
mano, destreza, voz y consonancia.

Y es argumento que su voz divina
algo tiene de angélica sustancia,
pues a contemplación tan alta inclina.

 

Happy Birthday Annie Leibovitz

Annie Leibovitz


Happy Birthday, Lauren!

Enquanto não arranjo coragem para construir uma página de Divas Black & White Vintage, aproveito para homenagenar a musa do film noir, que hoje completa a bonita idade de 85 anos.
Lauren Bacall será finalmente agraciada com um Óscar Especial 😉

“Provérbios Holandeses” de Pieter Bruegel

Na passagem do 440º aniversário da morte de Pieter Bruegel [1525 – 9 Setembro 1569], a representação dos “Provérbios Holandeses”, de 1559.


‘The Dutch Proverbs’, by Pieter Bruegel the Elder
Gemäldegalerie, Staatliche Museen, Berlin

Um duriense superior

Proponho um brinde com um vinho nascido na zona de Almendra, onde o Francisco perdeu a vida num estúpido acidente há 30 anos. Tenho saudades do Francisco e estou certo que hoje celebraríamos com alegria a bonita idade de 80 anos do Francisco com este Quinta da Leda que, imagino, seria o seu eleito. Claro que discutiríamos os porquês de o Callabriga ser o meu preferido, entre outras minudências como a próxima abertura do Museu do Côa. Parabéns, Pai!

Quinta da Leda
Na região Este do Douro, situa-se a Quinta da Leda, a jóia mais recente da Ferreira. Com ela, nasce no inóspito Douro Superior uma nova dimensão para os vinhos do Douro. Com ela, a Casa Ferreirinha faz jus ao nome e recria-se em vinhos de grande complexidade e estrutura, portentosos mas plenos de frescura e vigor. Aqui, onde o Douro se renova, confirma-se a excelência dos vinhos que criam o mítico Barca Velha e juntam-se-lhe novos valores como os recentes Quinta da Leda e Callabriga.
A Quinta da Leda configura todo um novo desafio enológico para a região, possuindo os mais modernos sistemas de plantação e vinificação do Douro
Os seus 85 ha de vinha estão separados por castas sendo que as plantações mais recentes de Touriga Nacional estão mesmo plantadas por clones.

O primeiro homem a pisar a Lua faz hoje 79 anos

O ex-astronauta americano Neil Armstrong nasceu a 5 de Agosto de 1930. Tinha 38 quando se tornou mundialmente famoso: o módulo lunar Eagle levou os primeiros homens à superfície da Lua em 1969 e Armstrong transmitiu para a Terra a frase que marcou o mais famoso pequeno passo de sempre. Antes de trabalhar para a Nasa, Armstrong esteve na Marinha americana e participou na Guerra da Coreia. Terminado o serviço na Marinha, concluiu os estudos, licenciou-se em Engenharia Aeronáutica e encontrou trabalho como piloto de testes numa base aérea. Nessa altura, pilotou um avião experimental que abriu caminho à exploração espacial: o aparelho ultrapassava os 60 quilómetros de altitude (um avião comercial voa a cerca de 11) e serviu como rampa de lançamento para a construção de foguetões. Em 1962, Armstrong tornou-se astronauta e quatro anos depois participou pela primeira vez numa missão espacial. Em 1969, juntamente com Buzz Aldrin e Michael Collins (que não pisou solo lunar), o astronauta (…) protagonizou a ida à Lua. Logo no ano seguinte, saiu da Nasa, fez um mestrado e foi professor na Universidade de Cincinnati, nos EUA, durante oito anos. Tal como a maioria dos restantes astronautas que viveram a euforia da corrida espacial, Armstrong é um forte defensor da ida do Homem a Marte. Nos anos recentes, reduziu ao mínimo as suas aparições públicas. Via.

Johann Sebastian Bach

Johann Sebastian Bach (1685-1750)
[ Magnificat ] Es-dur, BWV 243a (First Version, 1723)

Solistas: Deborah YorkBogna BartoszJörg DürmüllerKlaus Mertens
Amsterdam Baroque Orchestra & Choir, conduzida por Ton Koopman

1. Magnificat anima mea Dominum
2. Et exsultavit spiritus meus in Deo
3. Vom Himmel hoch
4. Quia respexit humilitatem
5. Omnes generationes
6. Quia fecit mihi magna qui potens est
7. Freut euch und jubiliert
8. Et misericordia
9. Fecit potentiam in brachio suo
10. Gloria in excelsis Deo
11. Deposuit potentes de sede
12. Esurientes implevit bonis
13. Virga Jesse floruit
14. Suscepit Israel puerum suum
15. Sicut locutus est ad patres nostros
16. Gloria Patri, gloria Filio

Aniversário

Berthe Morisot (1841-1895), Marie Bracquemont (1840-1916) e Mary Cassat (1844-1926) são as três  grandes figuras femininas do Impressionismo. Também Madame Cassat faria anos hoje.

Mary Cassatt – Lydia Crocheting in the Garden at Marly, 1880

Mary Cassatt – Lydia Crocheting in the Garden at Marly, 1880
Metropolitan Museum of Art, New York

Cassatt and her family spent the summer of 1880 at Marly-le-Roi, about ten miles west of Paris. Ignoring the village’s historic landmarks in her art, Cassatt focused instead on the domestic environment. Here, she portrayed her elder sister, Lydia, fashionably dressed and insulated by a walled garden from any modern hurly-burly. Lydia is absorbed in the sort of old-fashioned handicraft that was increasingly prized by the well-to-do as factory manufacture by working-class women escalated. Although Cassatt was generally uninterested in plein-air painting, she captured the effects of dazzling sunlight beautifully in this work, especially in Lydia’s large white hat. Via.

André Previn

No 80º aniversário de André Previn, a EMI Classics homenageia o músico com o lançamento de uma caixa com 10 cds… e eu quase a fazer anos! 🙂
André Previn – The Great Recordings (The LSO Years 1971-1980), com a London Symphony Orchestra.

 

Encontrei no Youtube uma interessantíssima conversa entre André Previn e… Oscar Peterson!!! 
A conversão do vídeo tem um pequeno desfasamento com o áudio mas, de qualquer modo, são minutos bem aproveitados.


Felix Mendelssohn – 200 anos

Celebremos hoje o nascimento de Felix Mendelssohn , ouvindo a sua música.

Coloquei no imeem as Sinfonias nºs 3 -Escocesa e nº 4  – Italiana. Requer registo.

Começando com  Song without words in D, por Jacqueline du Pré

Ainda, teimosamente, um excerto do Violin Concerto in E minor, Op.64, também dirigido por Kurt Mazur, mas agora com Anne-Sophie Mutter

Finalmente, Lang Lang no Piano Trio in d-Moll, op. 49, segundo movimento – Andante con moto tranquillo