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O princípio, atribuído a Joseph-Antoine Plateau (1801-1883), traduz-se no fenómeno da velocidade de transmissão das imagens ao cérebro, que as interpreta como movimento se a sua sequência for animada. Foi essa ilusão que os Irmãos Lumière criaram através do seu Cinematógrafo com a projecção, em 28 de Dezembro de 1895, da Saída dos Trabalhadores da Fábrica Lumière. Nascia assim o cinema!

«Odeio Valentino! Nós, os homens, todos os homens, odiamos Valentino! E estamos no direito de o odiar! Odeio o seu nariz clássico, a sua cara romana, odeio a ambiguidade do seu sorriso e o brilho dos seus dentes brancos; odeio o corte oriental dos seus olhos e esse olhar fixo e penetrante como o de Svengali; (…) odeio-o por ter feito amor no ecrã com belezas como as de Dorothy Dalton, Nita Naldi, Gloria Swanson, e porque muitas, muitas mais, dariam qualquer coisa para ter estado no lugar daquelas.»
A fascinating document of Keith Jarrett’s solo concert in Rio de Janeiro on April 9, 2011. The pianist pulls a broad range of material from the ether: thoughtful/reflective pieces, abstract sound-structures, pieces that fairly vibrate with energy. The double album climaxes with a marvellous sequence of encores. 40 years ago Keith Jarrett recorded his first ECM disc, the solo piano “Facing You”. He has refined his approach to solo music many times since then, always finding new things to play. So it is here, in this engaging solo recording from Brazil.
No dia em que se celebram os 150 anos do nascimento do realizador de “Le voyage dans la lune” de 1902, considerado o primeiro filme de ficção científica, recordo outra criação de Georges Méliès (1861-1938): “Voyage à travers l’impossible” de 1904.
O texto foi retirado da página de Pedro Foyos, que decidiu evocar o extraordinário percurso de vida do “mágico do cinema”.
O realizador de ‘A Árvore da Vida‘, obra prima absoluta do cinema e um dos grandes filmes deste século, completa hoje 68 anos.
Integrado num Ciclo paralelo à Retrospectiva Nicholas Ray, nos dias 19 e 21 de Dezembro a Cinemateca exibe “BADLANDS” – Os Noivos Sangrentos, de 1973.
A Mostra Espanha 2011 traz as Cantigas Galaico-Portuguesas a Coimbra. O grupo Música Antigua, que no próximo dia 5 de Dezembro se apresentará em concerto no XIV Festival de Música Antigua de Úbeda y Baeza sob a direcção de Eduardo Paniagua, recupera e interpreta as Cantigas de Santa Maria de Afonso X, o Sábio, bem como a música contemporânea deste singular rei poeta. O concerto na cidade dos estudantes realiza-se a 30 de Novembro, às 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente – Fundação Cultural da Universidade de Coimbra.
Até ao século XIV, o idioma utilizado na poesia e nas canções nos reinos de Castela, Leão e Portugal era o antigo idioma galego, tecnicamente designado galaico-português. Na corte de Afonso X, o Sábio, a língua castelhana é definitivamente considerada como o idioma oficial para os documentos científicos e históricos, suplantando o latim.
Paula vega (soprano), Luis Vincent (countertenor), Cesar Carazo (tenor, viol), Wafir Sheik (‘ud), Luis Delgado (zanfona, vihuela, dotar, santur, tromba marina, tambourine, percussion), Eduardo Paniagua (psaltery, recorders, ney, fahl, shawm, krumhorn, tar, bells, tambourine, percussion)

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