Arquivo de Março, 2009

Condutor de Domingo

The Limp Twins – Sunday Driver

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Black & White

Gosto da música dos The Raveonettes e, particularmente, deste magnífico vídeo!
Mas o que gosto mesmo… é de Black & White! 🙂

Dêem-lhe ideias… dêem…!

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Alfredo e as mulheres

Depois de juntar Scarlett Johansson e Penelope Cruz em Vicky Cristina Barcelona, Woody Allen conta já para o seu novo projecto com Josh Brolin, Anthony Hopkins, Freida Pinto, Naomi Watts e… Nicole Kidman?!

É a minha mente distorcida, ou este tipo está a refinar?

Monstros e Portentos

aldrovandi_p337Os monstros não desaparecem com os mirabilia medievais, mas regressam no mundo moderno, embora o façam de outra forma e com outra função. Desde a Idade Média, tinha-se discutido sobre a diferença entre dois tipos de monstruosidade, os portentos e os monstros. Os portentos eram eventos prodigiosos e espantosos, mas naturais.
Muitos autores procuraram explicar as suas causas, como Ambroise Paré  (Des Monstres et  Prodiges, 1573), embora sem conseguirem evitar vê-los como premonições de acontecimentos fora do comum.
Desde os primeiros séculos medievais se tem afirmado que os portentos não deveriam considerar-se contra-natura mas sim contra a natureza conhecida.
Os verdadeiros monstros não eram pois humanos, mas indivíduos nascidos de progenitores da mesma raça e permitidos por Deus, enquanto sinais de uma linguagem alegórica. Os Descobrimentos dariam também a conhecer outros mundos, habitados por criaturas estranhas, indivíduos portentosos descobertos pelos exploradores e viajantes como  Gaspar Schott (Phisica Curiosa, 1662)  ou Ulisses Aldrovandi (Monstrorum Historia, 1658).

 

lycosthenes_p538Em 25 de Março de 1561, morria Conrad Lycosthenes, humanista e enciclopedista, autor do célebre Prodigiorum ac ostentorum chronicon, de 1557

 

 

 
Para quem tiver curiosidade, recomendo vivamente uma vista a este livro virtual, profusamente ilustrado com imagens do século XVI.

 

A partir da História do Feio, por Umberto Eco

variações sobre o mesmo tema

Sobre a proposta de visita para esta semana a uma das obras de referência do MNAA, a peça Renascentista Deposição no Túmulo de Cristóvão Figueiredo (1520-30), vale a pena exercitar o olhar sobre diferentes abordagens pictóricas deste tema por parte de dois Mestres do Barroco, CaravaggioRubens (1602)

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Cristovão de Figueiredo - Deposição no Túmulo

Se existiu um significativo momento de “classicismo” e de intensa religiosidade humanista na história da pintura portuguesa da primeira metade do século XVI é aqui que podemos encontrá-lo. Executada na década de 1520-30 para o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, esta pintura associa a uma solene e pungente concepção do episódio bíblico, dois excepcionais retratos de personagens contemporâneos. A análise da obra e da figura do pintor, Cristóvão de Figueiredo, estarão a cargo de Adelaide Lopes e José Alberto Seabra, técnicos do Museu.


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Rubens - The Deposition, 1602

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Caravaggio - The Entombment, 1602-03

Grande Panorama de Lisboa

Da Cruz-Quebrada ao Beato são cerca de 14 quilómetros de frente ribeirinha. O Grande Panorama da Lisboa anterior ao Terramoto de 1755, reproduzido num monumental painel de azulejo com 23 metros de comprimento, está no Museu Nacional do Azulejo.  Tem também destaque aqui.

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Celebração da Primavera

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