Libertas.eu

Pode sempre votar nos suspeitos do costume mas, se não comprou o Tratado de Lisboa  e se sente mais cidadão de um estado-membro que cidadão da União, vote no candidato português da Libertas às Eleições Europeias, o deputado Pedro Quartin Graça, do MPT-Partido da Terra

Feira do Livro

Feira do Livro de Lisboa

Este ano, a Feira do Livro começa mais cedo e decorre de 30 de Abril a 17 de Maio.
Parece que vai ser mais funcional. E bonita, digo eu!
Horário: 2ª a 5ª Feira, das 12h30 às 20h30 – 6ª e véspera de feriados, das 12h30 às 23h00
Sábados, das 11h00 às 23h00 – Domingo, das 11h00 às 22h00

Com este calendário, é preciso ser muito optimista em relação à metereologia! A hora de almoço parece-me bem, desde que não haja só farturas e algodão-doce para enganar o estômago, pois o fecho às 20:30 significa jantar mais tarde. Sugiro assim a seguinte campanha: a quem comprar um livro às 13:00 e outro às 20:00, é oferecido um jantar num dos tascos do Jardim Amália. Não sou esquisito!

Quando os cidadãos “postam” a cidade

Por Rui Pedro Antunes, no Diário de Notícias.

25 de Abril – Páginas da História

Em 1974, tinha 13 anos. Lembro-me que lia os vespertinos Diário Popular e A Capital. Dois dias depois da Revolução, comprei a Edição Especial de O Século Ilustrado e retive, desde então, as palavras de alguém que estaria junto à banca dos jornais: “Guarda, que um dia vais mostrar aos teus netos”.
Embora esse dia ainda não tenha chegado, aqui fica o Documento, que está publicado na minha página do Issuu.

As reportagens fotográficas são de Eduardo Gageiro, Fernando Baião, Francisco Ferreira e  Afredo Cunha.

O Século Ilustrado - Suplemento ao Nº 1895, de 27 de Abril de 1974

 

verbo desapoquentar

“À la mode de chez nous” *

*Variação de " Joana Vasconcelos sobre Pomar"

 

Exumação

A justaposição de bocas braços e pernas faz, desta obra de Willem de Kooning, mais do que abstracta, talvez uma das mais tardias expressões do cubismo. Leituras?

 

Willem de Kooning - Excavation, 1950

 

Por outro lado…

Nem tudo vai mal na Lusitânia. Melhor dizendo, temos até bons motivos de satisfação sobre o jazz que se toca por cá; Desde o jovem Júlio Resende, que me fez uma simpática dedicatória no disco Alma, até este fresco de Rui Caetano, temos gente muito talentosa e com carreiras promissoras.

As imagens do vídeo são de autoria do fotógrafo inglês Stu Egan e a faixa Luisa pertence ao Álbum Reflexos, de 2008.

Rui Caetano, piano – Bernardo Moreira, baixo – Marco Franco, bateria.

Kind of Blue – 50º aniversário

Faz hoje precisamente 50 anos que, com as faixas Flamenco Sketches e All Blues, se concluía a gravação em Estúdio da obra-prima de Miles Davis, Kind of Blue.
Sob a forma de tributo, criei uma página, especialmente dedicada a esta obra maior do jazz, que tive a felicidade de receber como prenda de Natal. 🙂

Miles Davis - Kind of Blue, 1959

Miles Davis - Kind of Blue, 1959

Darwin: A Life in Poems

drw

‘Plankton’

The deck is dazzle, fish-stink, gauze-covered buckets.
  Gelatinous ingots, rainbows of wet flinching amethyst
  and flubbed, iridescent cream. All this
means he’s better; and working on a haul of lumpen light:

polyps, plankton, jellyfish and sea butterflies, the pteropods.
  “So low in the scale of nature, so exquisite in their forms!
  You wonder at so much beauty — created,
apparently, for such little purpose!” They lower his creel

to blue pores of subtropical ocean. Wave-flicker, white
  like a gun-flash over the blown heart of sapphire.
  Peacock eyes, beaten and swollen,
tossing on lazuline steel.

in Darwin: a life in poems (2009), de Ruth Padel – descendente de Darwin

sea-butterfly