O compositor e organista espanhol nasceu há quinhentos anos, numa pequena povoação perto de Burgos. Cego desde a infância, Antonio de Cabezón entrou em 1526 ao serviço da Família Real Espanhola como organista, pela mão da Rainha D. Isabel I de Portugal, filha de D. Manuel I e mulher de Carlos I de Espanha, com quem havia casado no ano anterior.
Foi, a par de Manuel Cardoso (1566-1650), insigne representante da polifonia portuguesa, um dos compositores ibéricos mais influentes do seu tempo. Morreu neste dia 26 de Março, em 1566.
O Quarteto de Dave Brubeck, com Brubeck ao piano, Paul Desmond no saxophone alto, Eugene Wright no baixo e Joe Morello na bateria, adquiriu notoriedade ao longo da década de 50; Porém, estava escrito nas estrelas que 1959 seria um ano excepcional para o jazz: a par de Kind of Blue de Miles Davis, apresentava-se ao mundo “Time Out”. O álbum, que incluía “Take Five” com um solo memorável de Morello e “Blue Rondo a la Turk”, tornou-se num dos discos de jazz mais populares de sempre, em grande parte devido à secção rítmica de Wright e Morello.
Rinaldo (HWV 7) is an opera by George Frideric Handel composed in 1711, and was the first Italian language opera written specifically for the London stage. The libretto was prepared by Giacomo Rossi from a scenario provided by Aaron Hill, and the work was first performed at the Queen’s Theatre in London’s Haymarket on 24 February 1711.
The story of love, battle and redemption set at the time of the First Crusade is loosely based on Torquato Tasso’s epic poem Gerusalemme liberata (“Jerusalem Delivered“) in which he depicts a highly imaginative version of the combats between Christians and Muslims at the end of the First Crusade, during the siege of Jerusalem. (Source – Wikipedia)
Giambattista Tiepolo – Rinaldo and Armida in the Garden, c1752
Musica Aeterna, por João Chambers – Sábado 29-01-2011 às 14h00 na Antena 2
A Filosofia moral e política do matemático e teórico inglês Thomas Hobbes e os 350 anos do registo do “Leviatã”, em 30 de janeiro de 1651, pela Sociedade Stationer’s (parte III): as leis da natureza e do contrato social, a vida sob o domínio do soberano, a necessidade de lhe obedecer e a música do contemporâneo Henry Purcell.
Musica Aeterna, por João Chambers – Sábado 22-01-2011 às 14h00 na Antena 2
A Filosofia moral e política do matemático e teórico inglês Thomas Hobbes e os 350 anos do registo do “Leviatã”, em 30 de janeiro de 1651, pela Sociedade Stationer’s (parte II): as limitações do poder de decisão e a necessidade da ciência, a motivação, a condição natural da humanidade e, para além de poesia de William Shakespeare, repertório de Thomas Ford, Thomas Tomkins, William Byrd, John Dowland, Tobias Hume, Richard Alison, Thomas Morley, Robert Johnson, Robert Hales, Anthony Holborne, Peter Philips, cujos quatro séculos e meio do nascimento se assinalam em dia indeterminado deste ano, Christopher Simpson e de autores anónimos, todos contemporâneos na Inglaterra dos séculos XVI e XVII. Via.
Musica Aeterna, por João Chambers – Sábado 15-01-2011 às 14h00 na Antena 2
A Filosofia moral e política do matemático e teórico inglês Thomas Hobbes e os 350 anos do registo, em 30 de janeiro de 1651, pela Sociedade Stationer’s, do “Leviatã”, livro que explana os seus pontos de vista sobre a natureza humana e a necessidade da existência de governos e de sociedades (parte I): a vida, a obra, as influências intelectuais, a ética, materialismo versus auto-conhecimento e, para além de poesia de Robert Jones e de William Shakespeare, repertório de William Byrd, Alfonso Ferrabosco, “O Pai”, William Mundy, Henry Lawes, John Dowland, William Lawes, John Coprario, Alfonso Ferrabosco, “O Jovem”, Thomas Morley, Anthony Holborne, Christopher Simpson e Peter Philips, de quem se assinalam, em dia incerto do corrente ano, quatro séculos e meio sobre a data do nascimento, todos contemporâneos na Inglaterra dos séculos XVI e XVII. Via.
Performance of Lawes’s magnificent “Dialogue Upon a Kiss” taken from Ayres and Dialogues for One, Two and Three Voyces (1653), Hobbes’s favorite song book.
Reconhecido, com todo o mérito, através de um pensamento vanguardista, Thomas Hobbes possuía uma perspectiva do mundo relevante e bastante original para a vida contemporânea. Na verdade, a sua preocupação principal terá sido a questão das ordens social e política, ou seja, o modo como as populações podiam viver em comunidade, em paz e, ao mesmo tempo, evitar o perigo e os receios de uma guerra civil. Para isso, apresentou alternativas significativas, nas quais se devia prestar obediência a um soberano responsável ou, em alternativa, a uma pessoa ou a um grupo com poder para decidir sobre a totalidade dos assuntos governativos. Caso contrário, o que as esperava era um “estado de natureza” semelhante ao de um conflito urbano gerador de situações de insegurança universal, onde todos julgavam ter razão para temer uma morte violenta e a cooperação gratificante era quase impossível. Via.
Suite No. 1 in G Minor by Hobbes’s contemporary Matthew Locke
A série Le Concert Spirituel, em voga no segundo quartel do século XVIII em Paris, reflectiu a vontade de contrariar a proibição da música profana durante o período da Quaresma.
Jordi Savall e o Concert des Nations celebram neste disco três compositores do período de Luís XV com um concerto grosso (Op. 6 n º 4) de Arcangelo Corelli (1653-1713), Les Indes Galantes – Suites des airs à Jouer (Sinfonias) de Jean-Philippe Rameau (1683-1764) e três peças de Georg Philipp Telemann (1681-1767): Ouverture avec la Suite en Ré Majeur pour Viola da Gamba et Cordes, Concerto in La Minore per Flauto Dolce, Viola di Gamba, Corde e Fondamento e Ouverture avec la Suite en Mi Mineur à deux flûtes et cordes e Les Goûts Réunis au Concert Spirituel.
Miles Davis (tp) George Coleman (ts) Herbie Hancock (p) Ron Carter (b) Tony Williams (ds)
“Philharmonic Hall”, Lincoln Center, NYC, set one, February 12, 1964
Do Musica Aeterna de passado sábado, dedicado a assinalar a passagem do ducentésimo sexagésimo aniversário da morte do genial compositor seis e setecentista, está disponível o podcast
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.