Após os bem sucedidos Doin’ Allright e Dexter Calling, ambos de 1961, o saxofonista Dexter Gordon [27 Fevereiro 1923 – 25 Abril 1990] reuniu um elenco de luxo para gravar Go! nos Estúdios Van Gelder, em 27 Agosto 1962.
Deixo aqui Cheese Cake, o único tema do álbum composto por Gordon.
Butch Warren, contrabaixo | Billy Higgins, bateria
Sonny Clark, piano | Dexter Gordon, saxofone tenor
Ainda e sempre o standard “Stella by Starlight” (minuto 13:16), integrado na série de oito discos gravados ao vivo no Clube Plugged Nickel de Chicago, activo durante grande parte da década de sessenta.
Pouco antes do Natal de 1965, a composição do segundo Quinteto de Miles Davis, incluindo Herbie Hancock no piano acústico, Ron Carter no baixo, Tony Williams na bateria e Wayne Shorter (nascido neste dia 25 de Agosto em 1933) a substituir George Coleman no saxofone tenor, recupera os solos da explosão criativa de finais da década de 50.
Fundado em 1952, o Modern Jazz Quartet teve em John Lewis [1920-2001] – piano e direcção musical – e Milt Jackson [1923-1999] no vibrafone os principais elementos da formação, que apresentava um jazz mais do que respeitável. Acompanhados pelo contrabaixo de Percy Heath [1923-2005] e pela bateria de Connie Kay [1927-1994], gravaram em 1959 o elegante álbum Pyramid, do qual fica aqui a composição Django (John Lewis) gravada em 22 Agosto 1959.
O primeiro trabalho em nome próprio de Archie Shepp“Four for Trane”, foi gravado em 10 Agosto 1964 (Impulse). Dos cinco temas que compõem o álbum, apenas “Rufus” tem a autoria de Shepp, tendo os restantes quatro sido compostos por John Coltrane.
“Every Day (I Thank You)” Pat Metheny, guitar | Charlie Haden, bass | Jack DeJohnette drums Dewey Redman tenor saxophone | Michael Brecker tenor saxophone From Pat Metheny 80/81 | recorded May 1980, Oslo | 2004 ECM :rarum IX
Somewhere around in here it occurred to me that I had made four or five records and was so concerned with developing a band and a way of thinking and playing that was attempting to offer alternative views to the implications of the larger jazz tradition that I had somewhat neglected to address in a recording environment the music that I had played the most and longest in its more conventional setting.
I had always loved the playing of both Charlie Haden and Dewey Redman and had gotten to know both of them from the days when I was playing with Gary Burton and they were playing with Keith Jarrett and the two bands would occasionally do gigs together around the States. I had recently met and played with the amazingly gifted Mike Brecker who seemed to be an underutilized musical force at that time, and I had known Jack Dejohnette for a few years by then and had always hoped to do something with him.
Jack and Charlie had never played together before this session, nor had Dewey and Mike, but part of the idea was to set up these new connections between people who were real favorites to me and to see if what I thought could happen between all of us might work.
This piece “Everyday (I Thank You)” was written for this session in a hotel room in Bremen, Germany late one night after a gig. Mike Brecker has often talked about how he felt this record was a turning point for him, that he discovered something on this date about the way he played that affected things that he did later. To me, this is one of his finest recordings and the way he played this piece was really special and beyond anything I had hoped for. Charlie and Jack proved to be a magic combination, later utilized as a rhythm section by lots of people. And this record began a recording association and a deepened friendship between Charlie and I that has proven to be one of the most important relationships in my life. And one the best parts of this date was how much fun we all had making it – it was probably the most pleasant experience of all of the recording sessions I had during the ECM days. Pat Metheny’s notes for the 2004 ECM :rarum IX
Do álbum Clifford Brown/Max Roach – Brown and Roach Incorporated (1954), gravado nos Capitol Studios em Los Angeles entre os dias 2 e 10 Agosto 1954, o tema Stompin’ At The Savoy, geralmente atribuído a Benny Goodman mas que na realidade foi escrito pelo compositor e saxofonista Edgar Sampson [1907-1973].
George Morrow (b); Max Roach (dr); Richie Powell (p); Harold Land (ts); Clifford Brown (t)
Durante os meses de Julho e Agosto, a Antena 2 emite oito programas de uma nova série intitulada A Arte da Big Band, da autoria de Jorge Costa Pinto.
Big Band, é termo que denomina grande orquestra, na linguagem jazzística, que nos chega pela evolução natural do jazz.
No início, em finais do século XIX, em New Orleans, no Louisiana-Estados Unidos da América, pequenos grupos de músicos afro-americanos, criam a música que vai entusiasmar os dançarinos em todo o mundo: o Dixieland. É um estilo musical que usa o ragtime, ritmo sincopado com grande apelo à dança, já nos anos 20, em Chicago, Kansas City e na West Coast, grupos com mais músicos, dez, doze, vão sendo constituídos.
Mas é nos anos 30 que a popularidade da big band se destaca, com o aparecimento das orquestras de músicos solistas de grande qualidade: Fletcher Hendersen, Benny Goodman, Duque Ellington, Count Basie, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Woody Herman, Stan Kenton, e outros.
A Arte da Big Band apresenta nomes igualmente representativos de excelentes big bands, dando a conhecer um pouco da história deste organismo musical – a big band – que continua a entusiasmar jovens músicos a recriaram a música aliciante daquelas históricas orquestras de jazz. Jorge Costa Pinto
Jos d'Almeida é um compositor de música electrónica épico sinfónica, podendo este género ser também designado como Electrónico Progressivo. Na construção de um som celestial, resultante da fusão de várias correntes musicais, JOS utiliza os sintetizadores desde o início dos anos 80.
Chuck van Zyl
Chuck van Zyl has been at his own unique style of electronic music since 1983. His musical sensibilities evoke a sense of discovery, with each endeavor marking a new frontier of sound.